“Algo existeAlgo existe num dia de verão,No lento apagar de suas chamas,Que me impele a ser solene.Algo, num meio-dia de verão,Uma fundura - um azul - uma fragrância,Que o êxtase transcende.Há, também, numa noite de verão,Algo tão brilhante e arrebatadorQue só para ver aplaudo -E escondo minha face inquisidoraReceando que um encanto assim tão trêmuloE sutil, de mim se escape.”Emily Dickinson Tradução de Lúcia Olinto
“Não sou Ninguém! Quem és?És tu - Ninguém - também?Há, pois, um par de nós?Não fales! Não vão eles - contar!Que horror - o ser - Alguém!Que vulgar - como Rã -Passar o Junho todo - a anunciar o nomeA charco de pasmar!”Emily Dickinson Poemas, 288
Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?“Não sou ninguém! Quem é você?Também ninguém parece ser?Então há um par de nós – não diga!Eles nos baniriam, você sabe.Como é chato ser alguém!Como é público, feito um sapoA dizer o seu nome o dia inteiroPara um pântano admirado!”Emily Dickinson
Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?“Podem não precisar de mim; mas podem precisar.Vou manter minha cabeça onde a possam avistar;Um sorriso tão pequeno quanto o meu pode serPrecisamente tudo de que venham a carecer.”Emily Dickinson