“Oh! por isso, Maria, vês me curvoNa face do presente escuro e turvoE interrogo o porvir;Ou levantando a voz por sobre os montes,'Liberdade' pergunto aos horizontes,'Quando enfim hás de vir?”Castro Alves
“A praça, a praça é do Povo!Como o céu é do Condor!É antro onde a liberdadeCria a águia ao seu calor!”Castro Alves
“Era o relampejar da liberdadeNas nuvens do chorar da humanidade,Ou sarça do Sinai,Relâmpagos que ferem de desmaiosRevoluções, vós deles sois os raiosEscravos, esperai!”Castro Alves
“Ontem plena liberdade,A vontade por poder,Hoje… cúmulo de maldade,Nem são livres pra morrer…”Castro Alves