“De vez em quando Deus me tira a poesia. Olho pedra, vejo pedra mesmo.”
Variante: Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra
“De vez em quando Deus me tira a poesia. Olho pedra, vejo pedra mesmo.”
Variante: Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra
Variante: Dor não tem nada haver com amargura. Acho que tudo que acontece é feito pra gente aprender cada vez mais, é pra ensinar a gente a viver. Desdobrável. Cada dia mais rica de humanidade.
citado em "Poesia sempre", Por Biblioteca Nacional (Brazil). Departamento Nacional do Livro, Publicado por Ministério da Cultura, Fundação Biblioteca Nacional, Departamento Nacional do Livro, 1993
“Artefato nipônico: A borboleta pousada / ou é Deus / ou é nada.”
in PRADO, Adélia, Poesia Reunida, São Paulo: Siciliano, 1991, p. 381