“O cinema novo ficou com a utopia brasileira. Se ela é feia, irregular, suja, confusa, caótica, é também bonita, desarmônica, iluminante, revolucionária.”

Revolução do cinema novo - página 320, Glauber Rocha, Editora Alhambra, 1981, 472 páginas

Obtido da Wikiquote. Última atualização 24 de Junho de 2023. História
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Cineasta Brasileiro 1939–1981

Citações relacionadas

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“O cinema novo é a síntese criadora do cinema brasileiro popular internacional.”

Glauber Rocha (1939–1981) Cineasta Brasileiro

Revolução do cinema novo - página 321, Glauber Rocha, Editora Alhambra, 1981, 472 páginas

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“O cinema brasileiro ficou muito voltado para as favelas, pobreza. E as pessoas acham que tenho cara de grã-fina”

Beatriz Segall (1926–2018)

lamentando a falta de bons convites para fazer filmes no Brasil
Fonte: Revista ISTOÉ Gente, Edição 354

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“Sei que vão me xingar, mas a novela brasileira é mais importante do que o cinema brasileiro.”

Silvio de Abreu (1942)

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, citado na Revista VEJA, Edição 1936, de 21 de dezembro de 2005.

“Utopia concreta é a teoria revolucionária que não só é possível e necessária sua concretização como é o provável resultado do processo histórico.”

Nildo Viana (1965)

Fonte: Artigo Quem Tem Medo da Utopia. Revista Brasil Revolucionário, num. 07, Dez. 1990)

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“Nós fazemos o melhor cinema brasileiro do mundo.”

Paulo José (1937) ator brasileiro

Paulo José, ator, ao ser homenageado no Festival de Cinema de Gramado <br class="br">Fonte: Revista Veja, Edição 1 661 - 9/8/2000 http://veja.abril.com.br/090800/vejaessa.html

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“É preciso ampliar o acesso, ainda ridículo, do povo brasileiro ao cinema.”

João Batista de Andrade (1939)

entrevista a Rodrigo Capella, Cineminha http://cineminha.com.br/noticia/274-Entrevista-exclusiva-com-o-cineasta-Joao-Batista-de-Andrade

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“O que nós demandamos é novo, decisivo, e radical, revolucionário no sentido mais verdadeiro da palavra.”

Joseph Goebbels (1897–1945) Ministro da Propaganda do Partido Nazista Alemão

Fonte: Die verfluchten Hakenkreuzler. Etwas zum Nachdenken. Munich: Verlag Frz. Eher, 1932.

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