Frases de Theodore Schultz

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Theodore Schultz

Data de nascimento: 30. Abril 1902
Data de falecimento: 26. Fevereiro 1998

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Theodore William Schultz foi um economista estadunidense.

Foi laureado com o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel de 1979, juntamente com William Arthur Lewis.

Estudou agricultura no South Dakota State College e, em seguida, ingressou na Universidade de Wisconsin-Madison obtendo seu doutorado em economia, em 1930.

Posteriormente lecionou no Iowa State College , e então transferiu-se para a Universidade de Chicago. Mais tarde foi presidente da American Economic Association.

Schultz recebeu o Prémio de Ciências Económicas por seu trabalho sobre o desenvolvimento econômico, centrado na economia agrícola. Analisou o papel da agricultura na economia e seu trabalho teve profundas repercussões nas políticas de industrialização de vários países.

No pós-guerra, Schultz pesquisou a rápida recuperação da Alemanha e do Japão, comparando a situação desses países à do Reino Unido, onde ainda havia racionamento de alimentos muito tempo depois da guerra. Concluiu que a velocidade de recuperação se devia a uma população saudável e altamente educada. Segundo ele, a educação torna as pessoas produtivas e a boa atenção à saúde aumenta o retorno do investimento em educação. Assim, introduziu a ideia de "capital educacional" relacionando-o especificamente aos investimentos em educação.

Tal ideia foi a base da Teoria do Capital humano, posteriormente desenvolvida por Gary Becker, e inspirou um grande número de trabalhos sobre o desenvolvimento, nos anos 1980, motivando investimentos no ensino técnico e vocacional pelas instituições financeiras do Sistema Bretton Woods - como o FMI e o Banco Mundial.

Citações Theodore Schultz

„And for man to look upon himself as a capital good, even if it did not impair his freedom, may seem to debase him“

—  Theodore Schultz
Context: The mere thought of investment in human beings is offensive to some among us. Our values and beliefs inhibit us from looking upon human beings as capital goods, except in slavery, and this we abhor... To treat human beings as wealth that can be augmented by investment runs counter to deeply held values. It seems to reduce man once again to a mere material component, something akin to property. And for man to look upon himself as a capital good, even if it did not impair his freedom, may seem to debase him... (But) by investing in themselves, people can enlarge the range of choice available to them. It is one way free men can enhance their welfare. p. 2; As cited in: David L. Levinson (2005) Community Colleges: A Reference Handbook, p. 156

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