Frases de Públio Papínio Estácio

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Públio Papínio Estácio

Data de nascimento: 40 d.C.
Data de falecimento: 96 d.C.

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Públio Papínio Estácio , conhecido como Estácio foi um poeta da Roma Antiga.

Era descendente de gregos e filho de um poeta profissional, também professor. O que se sabe sobre sua vida provém quase exclusivamente de alusões encontradas em sua própria obra, especialmente em Silvae, onde, em uma passagem de 300 versos, recapitula a vida de seu pai e fala da influência que tivera sobre ele. Desde jovem se notabilizou na poesia, vencendo concursos. Quando Estácio era ainda um adolescente, seu pai mudou-se para Roma, levando a família, a fim de fazer uma carreira na capital do Império. O poeta entrou em contato com a corte e fez sucesso, conhecendo Domiciano, que lhe presenteou com uma villa de campo. Em Roma produziu as obras pelas quais é lembrado hoje: um poema épico, Tebaida, que narra o conflito entre os filhos de Édipo pelo trono de Tebas; Silvae, uma coletânea de poemas de circunstância que retratam o ethos e a cultura da elite, e um épico inacabado, Aquileida, sobre a vida de Aquiles, do qual só chegou a escrever a primeira seção. Outras obras que compôs foram perdidas; de algumas sobrevive uma ou outra citação. Voltou para Nápoles pouco antes de falecer.Seu estilo é uma mescla de influências gregas e romanas. Foi o primeiro poeta romano que descreveu longamente em seus poemas outras obras de arte e arquitetura, dando informações preciosas sobre a cultura material do período. Entre seus tópicos, descreveu com grande detalhe a grande Estátua equestre de Domiciano no Fórum Romano, as termas etruscas, as villas de Vopisco e Polião, o templo de Hércules e o Palácio de Domiciano. Quando analisa seu estilo, sua técnica, sua beleza, quando aplaude inovações e expressões de ousadia e criatividade, traça um claro painel da cultura da elite romana de sua época. Exaltando sua educação, seu bom gosto, seu recato, seu amor pelas artes, pela filosofia, pela amizade e pela família, mas também comprazendo-se em seu estilo de vida magnificente, o poeta elenca os principais valores da classe privilegiada. O poeta fez um grande sucesso em vida. Mais tarde foi criticado por excessos de liberdade na forma.

Citações Públio Papínio Estácio

„Fear (in times of doubt the worst of prophets)“

—  Statius
Context: Fear (in times of doubt the worst of prophets) revolves many things. Line 5

„Beyond the cloud-wrapt chambers of western gloom and Aethiopia's other realm there stands a motionless grove, impenetrable by any star; beneath it the hollow recesses of a deep and rocky cave run far into a mountain, where the slow hand of Nature has set the halls of lazy Sleep and his untroubled dwelling. The threshold is guarded by shady Quiet and dull Forgetfulness and torpid Sloth with ever drowsy countenance. Ease, and Silence with folded wings sit mute in the forecourt and drive the blustering winds from the roof-top, and forbid the branches to sway, and take away their warblings from the birds. No roar of the sea is here, though all the shores be sounding, nor yet of the sky; the very torrent that runs down the deep valley nigh the cave is silent among the rocks and boulders; by its side are sable herds, and sheep reclining one and all upon the ground; the fresh buds wither, and a breath from the earth makes the grasses sink and fail. Within, glowing Mulciber had carved a thousand likenesses of the god: here wreathed Pleasure clings to his side, here Labour drooping to repose bears him company, here he shares a couch with Bacchus, there with Love, the child of Mars. Further within, in the secret places of the palace he lies with Death also, but that dread image is seen by none. These are but pictures: he himself beneath humid caverns rests upon coverlets heaped with slumbrous flowers, his garments reek, and the cushions are warm with his sluggish body, and above the bed a dark vapour rises from his breathing mouth. One hand holds up the locks that fall from his left temple, from the other drops his neglected horn.“

—  Statius
Line 84 (tr. J. H. Mozley)

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