Moses Hess foi um precursor do que mais tarde se chamaria sionismo. Suas obras mais importantes são História Sagrada da Humanidade por um discípulo de Espinoza , Triarquia européia , Roma e Jerusalém e Consequences of a Revolution of the Proletariat . Mudou seu nome para Moritz Hess, tendo mais tarde o revertido para Moses.
Hess recebeu uma educação religiosa tradicional de seu avô, tendo, mais tarde, estudado filosofia na Universidade de Bonn e vivido em Paris como correspondente de um periódico socialista nos acontecimentos da revolução de 1848. Amigo e colaborador de Karl Marx e Friedrich Engels, nesta época era partidário da assimilação dos judeus aos movimentos comunistas. Seguramente foram seus certos lemas marxistas como "a religião é o ópio do povo".
Hess não atribuia às causas econômicas e à luta de classes um papel preponderante na história, tendendo a privilegiar as lutas raciais e entre nacionalidades. Formulou a teoria dialética histórica tendo em vista estes últimos, em oposição à posição marxista, fundamentada nos primeiros.
Na obra História Sagrada da Humanidade por um discípulo de Espinoza, Hess afirmou que a história marcha sobre a influência do Espírito para um novo Éden, o que evidenciou seu caráter messiânico. Assim como muitos dos primeiros socialistas, Hess associava suas concepções religiosas às suas concepções sociais, mesclando o messianismo judaico com as concepções filosóficas de Spinoza, Hegel, Charles Fourier, François Noël Babeuf e Thomas More, para anunciar a a vinda de uma sociedade futura sob a forma do Reino de Deus. Wikipedia
✵ 21. Junho 1812 – 6. Abril 1875