Frases de Ludwig Tieck

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Ludwig Tieck

Data de nascimento: 31. Maio 1773
Data de falecimento: 28. Abril 1853

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Ludwig Tieck foi um poeta, romancista, crítico, tradutor e editor alemão, fez parte do movimento do romantismo do final do século XVIII e inicio do XIX.

Típicos do romantismo alemão inicial são Die Geschichte des Herrn William Lovell , uma novela em forma de carta que descreve a autodestruição moral de um jovem intelectual sensível; Karl von Berneck , uma tragédia em cinco atos protagonizada na Idade Média; e Franz Sternbalds Wanderungen , uma novela da vida artística no final da Idade Média. Sob o pseudônimo Peter Leberecht, Tieck publicou uma coletânea de contos de fadas intitulados Volksmärchen. Essa coletânea incluiu uma série de peças baseadas em contos de fadas – inclusive Ritter Blaubart e Der gestiefelte Kater – que parodiavam o racionalismo do Iluminismo do século XVIII, bem como uma das melhores novelas curtas de Tieck, Der blonde Eckert , a história fantástica de um medo obsessivo.

Em 1799 Tieck publicou uma tradução de A Tempestade de William Shakespeare. Sua obra inicial culminou nas peças líricas, grotescas Leben und Tod der heiligen Genoveva e Kaiser Octavianus . Phantasus , uma coletânea heterogênea de obras numa moldura narrativa, indicou um movimento rumo ao Realismo. Após 1802 Tieck produziu poucas obras originais.

Em 1825 Tieck foi nomeado conselheiro e crítico do teatro em Dresden, um cargo que manteve até 1842. Durante aqueles anos tornou-se uma das maiores autoridades literárias vivas na Alemanha. Suas energias criativas foram renovadas. Ele se afastou da fantasia de suas obras anteriores e achou o seu material na sociedade contemporânea de classe média ou na história. Suas quarenta novelas curtas, entre elas Des Lebens Überfluss , escritas durante esse período contêm polêmicas tanto contra os românticos mais jovens como contra o movimento Jovem Alemanha contemporâneo que vinha tentando criar um teatro nacional alemão baseado em ideais democráticos.

Citações Ludwig Tieck

„He who does not love a flower, has lost all love and fear of God.“

— Ludwig Tieck
"Der Runenberg", from Phantasus (1812-16) http://ftp4.de.freesbie.org/pub/misc/gutenberg-de/1996/gutenb/tieck/runenbrg/runbrg3.htm;translation from Thomas Carlyle German Romance: Specimens of its Chief Authors, (London: Tait, 1827), vol. 2, p. 107.

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„True love fears no winter.
No, no!
Its spring is and ever remains.“

— Ludwig Tieck
"Herbstlied", line 22, from Friedrich Schiller (ed.), Musen-Almanach für das Jahr 1799 (1798); translation from W. B. T., Every Morning (London: William Tegg, 1874), p. 71.

„The truly beautiful, the great and sublime, when it overpowers us with astonishment and admiration, still does not surprise us as a thing foreign, never heard of, never seen; but, on the other hand, our own inmost nature in such moments becomes clear to us, our deepest remembrances are awakened, our dearest feelings made alive.“

— Ludwig Tieck
"Der Pokal", from Phantasus (1812-16) http://ftp.gwdg.de/pub/misc/gutenberg-de/1996/gutenb/tieck/pokal/pokal2.htm;translation from Thomas Carlyle German Romance: Specimens of its Chief Authors, (London: Tait, 1827), vol. 2, p. 163.