Frases de Leonard Mlodinow

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Leonard Mlodinow

Data de nascimento:1954

Leonard Mlodinow é um físico estadunidense, autor de livros de divulgação científica e que escreve uma coluna para o The New York Times, e escreveu roteiros de séries como MacGyver e Star Trek.

Seus pais foram ambos sobreviventes do holocausto, e se conheceram em Nova York depois da guerra. Seu pai, que esteve mais de um ano no campo de extermínio de Buchenwald, foi um líder da resistência judaica na sua cidade natal, Częstochowa, na Polônia. Quando criança, Mlodinow se interessou tanto em matemática quanto química, e quando na high school foi tutorado em química orgânica por um professor da Universidade de Illinois.

Casado e pai de três crianças, umas delas é uma menina adotada na China.

Leonard estava no World Trade Center, no dia 11 de setembro de 2001, e sobreviveu ao ataque terrorista.

É autor, conjuntamente com o falecido Stephen Hawking de A Briefer History of Time , um best-seller internacional que foi traduzido em 25 idiomas.

Um de seus livros que tem como título: "O Andar do Bêbado" é um tratado sobre o poder do acaso em áreas da nossa vida que vão de jogar futebol, conseguir emprego e receber um diagnóstico médico.

O seu livro "Subliminar" é sobre a influência da mente inconsciente na vida das pessoas, trazendo uma gama variada de experimentos científicos sobre o que é por ele chamado de "novo inconsciente" ou moderno conceito de inconsciente.

Publicou, no ano de 2015, o livro "De Primatas A Astronautas - A Jornada Do Homem Em Busca Do Conhecimento" . Escreveu outros livros em parceria com grandes nomes, como "O grande projeto" - escrito com Stephen Hawking e "Ciência X Espiritualidade", escrito por ele e Deepak Chopra.

Citações Leonard Mlodinow

„Perception requires imagination because the data people encounter in their lives are never complete and always equivocal. For example, most people consider that the greatest evidence of an event one can obtain is to see it with their own eyes, and in a court of law little is held in more esteem than eyewitness testimony. Yet if you asked to display for a court a video of the same quality as the unprocessed data catptured on the retina of a human eye, the judge might wonder what you were tryig to put over. For one thing, the view will have a blind spot where the optic nerve attaches to the retina. Moreover, the only part of our field of vision with good resolution is a narrow area of about 1 degree of visual angle around the retina’s center, an area the width of our thumb as it looks when held at arm’s length. Outside that region, resolution drops off sharply. To compensate, we constantly move our eyes to bring the sharper region to bear on different portions of the scene we wish to observe. And so the pattern of raw data sent to the brain is a shaky, badly pixilated picture with a hole in it. Fortunately the brain processes the data, combining input from both eyes, filling in gaps on the assumption that the visual properties of neighboring locations are similar and interpolating. The result - at least until age, injury, disease, or an excess of mai tais takes its toll - is a happy human being suffering from the compelling illusion that his or her vision is sharp and clear.

We also use our imagination and take shortcuts to fill gaps in patterns of nonvisual data. As with visual input, we draw conclusions and make judgments based on uncertain and incomplete information, and we conclude, when we are done analyzing the patterns, that out “picture” is clear and accurate. But is it?“

— Leonard Mlodinow
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