Frases de Jo Freeman

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Jo Freeman

Data de nascimento: 26. Agosto 1945

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Jo Freeman é uma cientista política, advogada, escritora e feminista estadunidense. Por um tempo, ela também foi conhecida como Joreen.

Citações Jo Freeman

„[T]odo mundo concorda que uma cadela é sempre uma fêmea... Também é geralmente concordado que uma Cadela é agressiva, e consequentemente não feminina (ahem).... Cadelas têm algumas ou todas as seguintes características.... Cadelas são agressivas, assertivas, dominadoras, arrogantes, mentes fortes, maliciosas, hostis, diretas, objetivas, sinceras, detestáveis, cascas grossas, teimosas, depravadas, autoritárias, competentes, competitivas, insistentes, barulhentas, independentes, obstinadas, exigentes, manipuladoras, egoístas, compulsivas, realizadoras, esmagadoras, ameaçadoras, assustadoras, ambiciosas, resistentes, impudentes, masculinas, impetuosas, e turbulentas. Entre outras coisas.... Cadelas são grandes, altas, fortes, largas, estrondosas, violentas, ásperas, deselegantes, desajeitadas, espaçosas, estridentes, feias. Cadelas preferem mover seus corpos livremente em vez de conter, refinar e confinar seus movimentos na maneira feminina apropriada.... Cadelas buscam suas identidades estritamente através delas mesmas e do que elas fazem. Elas são sujeitos, não objetos.... O que quer que elas façam, elas desejam um papel ativo e frequentemente são percebidas como dominantes. Muitas vezes elas dominam outras pessoas quando não estão disponíveis para elas funções que mais criativamente sublimem suas energias e utilizem suas capacidades. Mais frequentemente elas são acusadas de dominação quando fazem o que seria considerado natural por um homem....“

— Jo Freeman

„A característica mais proeminente de toda Cadela é que elas rudemente violam concepções de condutas de papel sexual apropriadas. Elas violam-nas de modos diferentes, mas todas elas violam-nas. Suas atitudes com respeito a si mesmas e outras pessoas, suas orientações objetivas, seu estilo pessoal, sua aparência e modo de manejar seus corpos, todas chocam as pessoas e as fazem se sentirem incomodadas. Às vezes é consciente e às vezes não, mas pessoas geralmente se sentem inconfortáveis em volta de Cadelas. Elas consideram-nas aberrações. Elas acham o estilo delas perturbador.... Uma Cadela é brusca, direta, arrogante, às vezes egoísta. Ela não tem inclinação para os meios indiretos, sutis e misteriosos do “eterno feminino”. Ela desdenha da vida vicária considerada natural para as mulheres porque ela deseja viver uma vida própria. Nossa sociedade tem definido a humanidade como os machos, e as fêmeas como alguma coisa diferente dos machos. Deste modo, fêmeas poderiam ser humanas apenas ao viver por delegação através de um macho. Para ser capaz de viver, uma mulher tem de concordar em servir, honrar, e obedecer a um homem e o que ela obtém em troca, na melhor das hipóteses, é uma vida de sombra. Cadelas se recusam a servir, honrar e obedecer qualquer pessoa. Elas demandam serem seres humanos completos, não apenas sombras. Elas desejam ser igualmente fêmeas e seres humanos. Isto faz delas contradições sociais. A mera existência de Cadelas nega a idéia que a realidade de uma mulher deve acontecer através do relacionamento dela com um homem e contesta a crença que mulheres são crianças perpétuas que devem sempre estar sob orientação de alguém.“

— Jo Freeman

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„Uma Cadela altamente competente muitas vezes deprecia a si mesma ao recusar reconhecer sua própria superioridade.... Cadelas estão entre os mais não celebrados dos não celebrados heróis desta sociedade. Elas são as pioneiras, a vanguarda, a ponta da lança. Quer elas desejem ser ou não este é o papel que elas servem exatamente por apenas existirem. Muitas não escolheriam ser as revolucionárias para a massa de mulheres por quem elas não têm sentimentos de irmandade, mas elas não podem evitar isso. Aquelas que violam os limites os estendem; ou causam a destruição do sistema.... Sua maior opressão psicológica não é uma crença que elas são inferiores, mas uma crença que elas não são.... Como a maior parte das mulheres elas foram ensinadas a odiar a si mesmas tanto quanto todas as mulheres. De maneiras diferentes e por motivos diferentes talvez, mas o efeito é similar. Internalização de um depreciador conceito próprio sempre resulta em uma grande quantidade de amargura e ressentimento. Esta raiva é geralmente ou voltada a si mesma — fazendo-a uma pessoa desagradável ou a outras mulheres — reforçando os clichês sociais a respeito delas. Somente com consciência política ela é direcionada à fonte — o sistema social.... Nós devemos ser fortes, nós devemos ser militantes, nós devemos ser perigosas. Nós devemos reconhecer que Cadela é Linda e que nós não temos nada a perder. Absolutamente nada.“

— Jo Freeman

„[E]veryone agrees that a bitch is always a female.... It is also generally agreed that a Bitch is aggressive, and therefore unfeminine (ahem).... Bitches have some or all of the following characteristics … Bitches are aggressive, assertive, domineering, overbearing, strong-minded, spiteful, hostile, direct, blunt, candid, obnoxious, thick-skinned, hard-headed, vicious, dogmatic, competent, competitive, pushy, loud-mouthed, independent, stubborn, demanding, manipulative, egoistic, driven, achieving, overwhelming, threatening, scary, ambitious, tough, brassy, masculine, boisterous, and turbulent. Among other things.... Bitches are big, tall, strong, large, loud, brash, harsh, awkward, clumsy, sprawling, strident, ugly. Bitches move their bodies freely rather than restrain, refine and confine their motions in the proper feminine manner.... Bitches seek their identity strictly thru themselves and what they do. They are subjects, not objects … Whatever they do, they want an active role and are frequently perceived as domineering. Often they do dominate other people when roles are not available to them which more creatively sublimate their energies and utilize their capabilities. More often they are accused of domineering when doing what would be considered natural by a man....“

— Jo Freeman
[http://www.jofreeman.com/joreen/bitch.htm The BITCH Manifesto (Fall, 1968, © 1969)], as accessed Aug. 22, 2010 (also published as Joreen, The Bitch Manifesto, in Notes From the Second Year (N.Y.: Shulamith Firestone & Anne Koedt, 1970))

„"The most prominent characteristic of all Bitches is that they rudely violate conceptions of proper sex role behavior. They violate them in different ways, but they all violate them. Their attitudes towards themselves and other people, their goal orientations, their personal style, their appearance and way of handling their bodies, all jar people and make them feel uneasy. Sometimes it's conscious and sometimes it's not, but people generally feel uncomfortable around Bitches. They consider them aberrations. They find their style disturbing.... A Bitch is blunt, direct, arrogant, at times egoistic. She has no liking for the indirect, subtle, mysterious ways of the “eternal feminine”. She disdains the vicarious life deemed natural to women because she wants to live a life of her own. Our society has defined humanity as male, and female as something other than male. In this way, females could be human only by living vicariously thru a male. To be able to live, a woman has to agree to serve, honor, and obey a man and what she gets in exchange is at best a shadow life. Bitches refuse to serve, honor or obey anyone. They demand to be fully functioning human beings, not just shadows. They want to be both female and human. This makes them social contradictions. The mere existence of Bitches negates the idea that a woman's reality must come thru her relationship to a man and defies the belief that women are perpetual children who must always be under the guidance of another."“

— Jo Freeman
[http://www.jofreeman.com/joreen/bitch.htm The BITCH Manifesto (Fall, 1968, © 1969)], as accessed Aug. 22, 2010 (also published as Joreen, The Bitch Manifesto, in Notes From the Second Year (N.Y.: Shulamith Firestone & Anne Koedt, 1970))

„A highly competent Bitch often deprecates herself by refusing to recognize her own superiority.... Bitches are among the most unsung of the unsung heroes of this society. They are the pioneers, the vanguard, the spearhead. Whether they want to be or not this is the role they serve just by their very being. Many would not choose to be the groundbreakers for the mass of women for whom they have no sisterly feelings but they cannot avoid it. Those who violate the limits, extend them; or cause the system to break.... Their major psychological oppression is not a belief that they are inferior but a belief that they are not.... Like most women they were taught to hate themselves as well as all women. In different ways and for different reasons perhaps, but the effect was similar. Internalization of a derogatory self-concept always results in a good deal of bitterness and resentment. This anger is usually either turned in on the self —making one an unpleasant person or on other women — reinforcing the social cliches about them. Only with political consciousness is it directed at the source — the social system.... We must be strong, we must be militant, we must be dangerous. We must realize that Bitch is Beautiful and that we have nothing to lose. Nothing whatsoever.“

— Jo Freeman
[http://www.jofreeman.com/joreen/bitch.htm The BITCH Manifesto (Fall, 1968, © 1969)], as accessed Aug. 22, 2010 (also published as Joreen, The Bitch Manifesto, in Notes From the Second Year (N.Y.: Shulamith Firestone & Anne Koedt, 1970))