Frases de Jean-François Lyotard

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Jean-François Lyotard

Data de nascimento: 10. Agosto 1924
Data de falecimento: 21. Abril 1998

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Jean-François Lyotard foi um filósofo francês, foi um dos mais importantes pensadores na discussão sobre a pós-modernidade. Autor dos livros A Fenomenologia, A Condição Pós-Moderna e O Inumano.

Em seu livro A Condição Pós-Moderna , utiliza o conceito de "jogos de linguagem" , originalmente desenvolvido por Ludwig Wittgenstein, e refere-se a uma agonística entre esses jogos - característica da experiência da pós-modernidade, assim como a fragmentação e multiplicação de centros e a complexidade das relações sociais dos sujeitos. A primeira tradução para o português optou pelo título O pós-moderno, tendo recentemente retomado a tradução direta do original La Condition Postmoderne, a qual expressa devidamente uma condição de vivência, e não um estado dado.

O Pós-moderno seria "o estado da cultura, depois de transformações súbitas nas regras dos jogos da ciência, da literatura e das artes, a partir do século XIX. [...] Simplificando ao máximo, 'pós-moderno' é a incredulidade em relação às metanarrativas." Segundo Lyotard "não podemos mais recorrer à grande narrativa - não podemos nos apoiar na dialética do espírito nem mesmo na emancipação da humanidade para validar o discurso científico pós-moderno".

Citações Jean-François Lyotard

„I define postmodern as incredulity towards metanarratives.“

— Jean-François Lyotard, The Postmodern Condition: A Report on Knowledge
p. xiv

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„While we talk, the sun is getting older. It will explode in 4.5 billion years. … In comparison everything else seems insignificant. Wars, conflicts, political tension, shifts in opinion, philosophical debates, even passions—everything’s dead already if this infinite reserve from which you now draw energy to defer answers, if in short thought as a quest, dies out with the sun. … The inevitable explosion to come, the one that’s always forgotten in your intellectual ploys, can be seen in a certain way as coming before the fact to render these ploys … futile. … In 4.5 billions years there will arrive the demise of your phenomenology and your utopian politics, and there’ll be no one there to toll the death knell or hear it. It will be too late to understand that your passionate, endless questioning always depended on a “life of the mind.” … Thought borrows a horizon and orientation, the limitless limit and the end without end it assumes, from the corporeal, sensory, emotional and cognitive experience of a quite sophisticated but definitely earthly existence. With the disappearance of the earth, thought will have stopped—leaving that disappearance absolutely unthought of. … The death of the sun is a death of mind. … There’s no sublation or deferral if nothing survives. … The sun, our earth, and your thought will have been no more than a spasmodic state of energy, an instant of established order, a smile on the surface of matter in a remote corner of the cosmos. … Human death is included in the life of the mind. Solar death implies an irreparably exclusive disjunction between death and thought: if there’s death, then there’s no thought.“

— Jean-François Lyotard
pp. 286-289

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