“Perdoando demais a quem falhou, faz-se injustiça a quem não falha.”
Perdonando troppo a chi falla si fa ingiuria a chi non falla.
Il libro del Cortegiano, Libro primo, Capitolo XXIII
Baltasar Castiglione foi um diplomata italiano.
Estudou latim e grego em Milão, onde, na corte de Ludovico, teve seus primeiros contatos com a vida cavaleiresca.
Em 1503, participou, ao lado dos franceses, da batalha de Gagliano contra os espanhóis. Neste mesmo ano foi convidado para a Corte de Urbino pelo duque Guidubaldo da Montefeltro. Nesta, conheceu Bembo, Bibbiena, Canossa, os dois Fregoso e Giuliano de Médici - importantes membros da nobreza da época. Foi enviado em diversas missões oficiais da Corte e pode também se dedicar aos trabalhos literários.
Em 1513, Castiglione foi enviado a Roma pelo Duque de Urbino. No entanto, este perdeu o ducado em 1516 e Baldassare foi obrigado, então, a retornar para Mântua, junto ao marquês Francesco, e, em seguida, trabalhou também para marquês Federico Gonzaga. Em 1520, Castiglione foi enviado a Roma, conseguindo fazer com que Federico fosse nomeado capitão-geral da Igreja. No ano de 1524, foi nomeado pelo papa Clemente VII protonotário apostólico e enviado como núncio para a Espanha. No exercício de sua função foi repreendido por Clemente VII por não ter conseguido prever o oneroso Saque de Roma . Responde com uma carta e é perdoado.
Em 1528, publica, em Veneza, Il Libro del cortegiano . A obra é dedicada ao português Dom Miguel da Silva.
Morreu, aos 50 anos, em 1529, de febres provocadas por uma peste, em Toledo. Em 1530, o seu corpo foi transportado para o santuário mantuano de Nostra Signora delle Grazie, onde Baldassare mandara, conforme vontade expressa num testamento em 1523, construir um monumento fúnebre.
Segundo Carlos V: "Yo vos digo que es muerto uno de los mejores caballeros del mundo!" Wikipedia

“Perdoando demais a quem falhou, faz-se injustiça a quem não falha.”
Perdonando troppo a chi falla si fa ingiuria a chi non falla.
Il libro del Cortegiano, Libro primo, Capitolo XXIII
“Em muitas ocasiões, conhecemos a valentia das pessoas nas coisas pequenas mais do que nas grandes.”
Molte volte più nelle piccole cose che nelle grandi si conoscono i coraggiosi. <br class="br">Il libro del cortegiano - Volume Primo, Página 30 http://books.google.com.br/books?id=67QTAAAAQAAJ&pg=PA30, de Baldassare Castiglione - 1803
Chi non sa che senza le donne sentir non si po contento o satisfazione alcuna in tutta questa nostra vita, la quale senza esse saria rustica e priva d'ogni dolcezza e piú aspera che quella dell'alpestre fiere? Chi non sa che le donne sole levano de' nostri cori tutti li vili e bassi pensieri, gli affanni, le miserie e quelle turbide tristezze che cosí spesso loro sono compagne?
Bk. 3, ch. 51; p. 216.
Souced, Il Libro del Cortegiano (1528)
Abbiate cura che non v'inganniate, pensando forse meritar piú con l'esser clemente che con l'esser giusta; perché perdonando troppo a chi falla si fa ingiuria a chi non falla.
Bk. 1, ch. 23; p. 32
Souced, Il Libro del Cortegiano (1528)
Usar in ogni cosa una certa sprezzatura, che nasconda l'arte e dimostri ciò che si fa e dice venir fatto senza fatica e quasi senza pensarvi.
Bk. 1, ch. 26; p. 35.
Souced, Il Libro del Cortegiano (1528)
Però l'anima, aliena dai vicii, purgata dai studi della vera filosofia, versata nella vita spirituale ed esercitata nelle cose dell'intelletto, rivolgendosi alla contemplazion della sua propria sustanzia, quasi da profundissimo sonno risvegliata, apre quegli occhi che tutti hanno e pochi adoprano, e vede in se stessa un raggio di quel lume che è la vera imagine della bellezza angelica a lei communicata, della quale essa poi communica al corpo una debil umbra.
Bk. 4, ch. 68; p. 300.
Souced, Il Libro del Cortegiano (1528)