Citações

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“Pra tudo na vida você precisa ter moderação e equilíbrio. Você pode fazer qualquer coisa virar uma doença. Lavar as mãos pode se tornar obsessivo se você lavar uma, duas, três vezes em pouco tempo. Enfim, com a bebida deve-se ter muito cuidado porque você não expõe só a si, mas a todas as pessoas que estão à sua volta, conhecidas ou não, como no trânsito, por exemplo.”

Marjorie Estiano (1982) Atriz brasileira

Respondendo à pergunta “Qual a sua posição em relação à bebida?”
Fonte: Globo.com.
Fonte: Entrevista: Marjorie Estiano, Globo, Globo, 15 de setembro de 2006 http://paginasdavida.globo.com/Novela/Paginasdavida/0,,AA1275105-6957-1,00.html,

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“Não há virtude na caridade compulsória governamental, e não há virtude em defende-la. Um político que se apresenta como cuidadoso e sensível porque ele quer expandir os programas de caridade do governo está meramente dizendo que ele está disposto a fazer o bem com o dinheiro dos outros. Bem, quem não está? E um eleitor que se orgulha em apoiar esses programas está nos dizendo que ele fará o bem com seu próprio dinheiro - se uma arma é mantida em sua cabeça.”

There is no virtue in compulsory government charity, and there is no virtue in advocating it. A politician who portrays himself as caring and sensitive because he wants to expand the government's charitable programs is merely saying that he is willing to do good with other people's money. Well, who isn't? And a voter who takes pride in supporting such programs is telling us that he will do good with his own money — if a gun is held to his head.
O'Rourke, P. J. (1996). Why I Am a Conservative (1st edition ed.). Second Thoughts Books. pp. 24 pp.. 978-1886442085.

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“⁠Enquanto para uns, o que dói é a finitude da vida, para outros, o que alivia é a finitude das dores.


Para uns, a morte é a grande inimiga — a interrupção brusca dos planos, dos afetos, dos sonhos ainda inacabados — para outros, ela surge como um descanso prometido, quase um silêncio misericordioso depois de longos e exaustivos gritos.


Há quem tema a finitude da vida porque ama intensamente o que tem, o que construiu, o que viveu e o que ainda espera viver.


Para esses, cada despedida é um rasgo, cada adeus é uma mutilação do possível.


A morte representa a perda de tudo: das mãos que se tocam, das conversas inacabadas, dos abraços que ainda poderiam ser dados.


É o fim das oportunidades de amar mais uma vez.


Mas há também quem, exausto de carregar dores que não cessam, encontre na ideia da finitude um alívio secreto.


Não porque despreze a vida, mas porque já não suporta a forma como ela se apresenta.


Para esses, a morte não é vista como roubo, mas como cessação.


Não é a perda de tudo — é o fim de tudo o que dói.


É o apagar de uma chama que já não aquece, apenas queima.


E aí reside o grande paradoxo da existência: a mesma morte que para uns é tragédia absoluta, para outros é libertação imaginada.


Ela é, simultaneamente, ausência e descanso; ruptura e cessação; perda e alívio.


Talvez isso revele menos sobre a morte e mais sobre a forma como estamos vivendo.


Porque, quando a vida é experiência de sentido, a finitude assusta.


Mas quando a vida se torna apenas resistência, a finitude seduz.


No fundo, não é a morte que muda de significado — é o peso que carregamos enquanto respiramos que redefine o que ela representa.


E talvez a tarefa mais urgente e necessária não seja discutir a morte, mas aprender a tornar a vida menos insuportável para quem já não a reconhece como lar.”

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“Não acho que isto seja o certo. Quando vi, estava sozinho na frente da TV e critiquei muito. Se fosse eu atrás dele, teria ouvido umas boas, porque não é certo. Existem argumentos, mas os pilotos têm um acordo verbal, nada assinado, de que você poderia mudar apenas uma vez de linha para defender sua posição. Para mim, foi uma manobra de um piloto de Fórmula Ford. Não deveria ser feito, para ser honesto”

Rubens Barrichello (1972) Automobilista

Sobre a manobra de Lewis Hamilton quando defendia sua posição de Vitaly Petrov no GP da Malásia 2010.
GLOBOESPORTE.COM
Fonte: Barrichello critica manobra de Hamilton na Malásia: "Não acho que seja o certo" http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Formula_1/0,,MUL1570217-15011,00-BARRICHELLO+CRITICA+MANOBRA+DE+HAMILTON+NA+MALASIA+NAO+ACHO+QUE+SEJA+O+CERT.html