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Frases de membros

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“⁠Quem aluga a cabeça para Discursos Prontos, Frases Feitas e Verdades Fabricadas, quando tenta pensar, caloteia seus Inquilinos Intelectuais.


Talvez porque, no fundo, pensar de verdade sempre nos cobrou um preço muito alto: autonomia, coragem e responsabilidade.


E quem passa tempo demais terceirizando a própria mente se acostuma ao conforto do aluguel — ao luxo de repetir sem compreender nem se comprometer, de defender sem examinar, de acreditar sem investigar.


Assim, quando finalmente tenta pensar por conta própria, não encontra ideias, mas ecos; não encontra convicções, mas slogans; não encontra caminhos, mas trilhas já pisadas por multidões que também desistiram de pensar.


Mas os Inquilinos Intelectuais — aquelas perguntas antigas, as dúvidas legítimas, as inquietações que formam nossa identidade — voltam para cobrar o que lhes foi negado: espaço, voz e moradia na consciência.


E cobram com juros altos demais.


Porque não foram expulsos à força, mas abandonados à própria sorte, por preguiça, por medo e por conveniência.


E o calote, nesse caso, não é financeiro — é existencial.


É a dívida contraída quando se troca pensamento por manual de uso, reflexão por receita pronta, consciência por pertença cega a discursos que prometem tudo e não entregam nada, senão menos liberdade.


Pensar, então, deixa de ser tarefa e volta a ser risco.


Risco de desaprender certezas, de desmontar ilusões, de contrariar a própria bolha.


Risco de descobrir que a cabeça nunca deveria ter sido posta para alugar — porque aquilo que se aluga pode ser devolvido, mas aquilo que se entrega… se perde.


No fim, quem caloteia seus Inquilinos Intelectuais descobre que vive em uma casa grande, mas vazia, abandonada.


E que só há um jeito de recuperar o lar interior: desocupar a mente das verdades fabricadas e permitir que a dúvida — sempre ela — volte a habitá-lo.


Quem se precipita no infortúnio de renunciar à Liberdade de Pensar por conta própria, acaba assinando um contrato tão medonho que só se rompe tropeçando na graça de poder se questionar.


Que a Humildade Intelectual nos abrace!
Amém!”

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“⁠⁠Talvez a conversão mais urgente e necessária seja parar de usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover.


Porque, quando a fé vira biombo, a devoção perde o brilho — e o sagrado perde o silêncio que o protege.


Há os que invocam Deus como quem veste uma fantasia: para parecer maior, mais puro e muito mais certo do que realmente é.


Mas Deus não é disfarce.


Não é medalha para pendurar no peito de quem busca aplausos.


Nem é escudo para fugir de críticas, nem trampolim para saltos de vaidade.


Usar o nome d’Ele como vitrine é profanar o altar que deveria moldar o coração.


E talvez seja por isso que tantas palavras ditas em Seu Santo nome soam tão ocas: porque não nasceram do arrependimento, mas da autopromoção.


A fé verdadeira não chama atenção — chama responsabilidade.


Não ergue palcos — ergue consciência.


Nem vende imagem — transforma caráter.


E O Caminho, a Verdade e a Vida — deve estar muito "Entristecido" com a romantização dos atalhos, das mentiras e das mortes — descaradamente defendida, e até praticada — por inescrupulosos que insistem em usar seu Santo Nome.


Talvez a dor mais silenciosa do Sagrado seja ver Sua mensagem, feita para libertar, transformada em arma para manipular.


Ver mãos que deveriam curar, apontarem dedos.


Vozes que deveriam consolar, retroalimentar discurso de ódio.


Ver corações que deveriam ser moldados pela misericórdia — se tornarem instrumentos de Ambição, Vaidade e Poder.


Enquanto isso,
O Caminho segue ignorado por quem prefere atalhos;
A Verdade, torcida por quem lucra com mentiras;
E a Vida, reduzida por quem abraça a morte — de reputações, de esperanças, de dignidades…


Sequestrar a mente humana não é tão difícil, mas o sagrado não se deixa sequestrar.


O Cristo não vira cúmplice só porque O invocam em vão.


E a fé continua sendo o que sempre foi:
um convite para viver o que se prega,
não um salvo-conduto para quem apenas prega o que não vive.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão execrável quanto a que se apodera da fé religiosa.”

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“Para destituir o STF, nem comprando um cabo e um soldado, mas para instituir prisão impressa basta comprar um ferro de solda.”

Regressão de prisão domiciliar para regime fechado do ex presidente no dia 22 de novembro de 2025

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“O Crime Organizado costuma ser muito mais previsível que muitos Líderes Religiosos que se ajoelham diante da política.


E talvez seja exatamente aí que mora o perigo: na previsibilidade do perverso e na imprevisibilidade dos que deveriam ser farol.


Quando o crime se apresenta, já sabemos o que esperar — sua brutalidade não promete virtudes, nem esconde seus métodos.


Ainda que precipitado nos infortúnios da própria escuridão, ele consegue ser até mais honesto do que quem tem agenda oculta para cumprir.


Mas quando a fé, aquela que deveria ser abrigo, se confunde com palanque;
quando o altar, aquele que deveria ser refúgio, vira plataforma;
quando a palavra sagrada, que deveria orientar consciências, começa a servir a conveniências… passa a ser usada para se esconder, aparecer e se promover,
então a confusão deixa de ser acidente e se torna estratégia.


A fé não é o problema.


O problema é quando ela é sequestrada por ambições.


Quando mãos que deveriam erguer feridos, erguem partidos.


E quando vozes que deveriam consolar, inflamam disputas.


Quando líderes que deveriam curar feridas, as utilizam como moeda política.


E, por ironia muito amarga, enquanto o crime mantém sua lógica previsível — tão trágica quanto constante — a espiritualidade distorcida por interesses se torna um território nebuloso, onde o risco não é apenas o engano, mas a perda do discernimento coletivo.


Porque quando quem deveria apontar o caminho se ajoelha diante do poder, os que com ele caminham é que se perdem.⁠”

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“⁠Aos que brigaram em defesa de políticos-influencers, talvez ainda seja cedo — cedo demais — para fazer as pazes.




Não porque o rancor seja nobre, mas, porque, ainda não reconhecemos a dimensão do estrago causado pelas paixões emprestadas.


O cheiro medonho de enxofre da polarização já volta a subir, reinventando-se com a mesma esperteza de sempre, à espera de corações inflamáveis, mentes exaustas e sequestráveis.


E no ano que se avizinha, quando o espetáculo reabrir suas cortinas, eles vão precisar muito mais da nossa chama do que da nossa lucidez.


Pois, paixão, quando sequestrada, vira munição nas mãos dos que nunca lutaram realmente por nós.


Talvez defender uma ideia — um posicionamento — sem paixão, seja a arte mais rara e mais corajosa do debate.


Porque, é sim, muito fácil incendiar-se; difícil é manter o fogo no tamanho certo.


É fácil berrar certezas; difícil é defendê-las sem ferir.


Mas há uma escolha ainda muito mais sombria:
Desumanizar quem pensa diferente.


Nada inviabiliza o debate com mais perfeição do que transformar pessoas em inimigos, divergências em crimes e opiniões contrárias em afrontas pessoais.


Quando fazemos isso, deixamos de debater com gente — e passamos a lutar contra caricaturas que nós mesmos pintamos.


No fim, talvez a verdadeira paz não seja aquela feita entre lados irreconciliáveis,
Mas a paz que fazemos conosco:
a de não entregar nossa humanidade ao primeiro que exigir fervor,
a de não perder a lucidez para quem vive de paixões alheias,
a de não permitir que o debate morra pela ausência de coragem
ou pelo excesso de convicções.


Porque não há independência mais urgente e necessária do que a da mente que se recusa a ser incendiada — ou sequestrada e desumanizada — em favor ou desfavor de qualquer bandeira que pintem por aí.”