Torne-se um membro

Junte-se a nossa comunidade! Explore citações interessantes ou publique o seu próprio.

Junte-se Ver membros

Frases de membros

Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.

“Enquanto os idiotas da Esquerda e da Direita se digladiam, o encardido aplaude a agressividade cobrada pela medonha distração coletiva.

Porque enquanto imbecis se digladiam na arena da vaidade, convencidos de que lutam por ideias, quando, na verdade, brigam por espelhos, o encardido sutilmente se acomoda na arquibancada polarizada. 

Não precisa sujar as mãos: a agressividade já foi terceirizada, cobrada como ingresso para o espetáculo da medonha distração coletiva.

O ódio vira método, o grito vira argumento, e a escuta é tratada como traição. 

Cada lado acredita combater o mal absoluto, sem perceber que, ao demonizar — e até desumanizar — o outro, alimenta exatamente aquilo que diz enfrentar. 

A distração é tão eficiente que ninguém nota o assalto tão silencioso quanto medonho: enquanto os punhos se levantam, a consciência abaixa a guarda.

O encardido não cria o caos — ele só o administra. 

Aplaude quando a raiva substitui o pensamento crítico, quando a identidade vira trincheira e a complexidade é condenada como fraqueza. 

Seu aplauso é mudo, mas constante, porque toda vez que alguém prefere ferir a compreender, o trabalho está feito.

Talvez a verdadeira resistência não esteja em escolher um lado mais barulhento, mas em recusar a coreografia do ódio. 

Em interromper o aplauso invisível com um gesto raro e subversivo: silêncio para pensar, coragem para escutar, humanidade para discordar sem destruir. 

Se a distração acaba, o espetáculo perde público — e o encardido, enfim, deixa de sorrir.

Quando nada mais conseguir nos distrair — senão pensar com a nossa própria cabeça — os inquilinos de mentes não encontrarão tantas cabeças disponíveis e dispostas a retroalimentar essa polarização medonha.”

Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.

“⁠Independentemente da prova que o Pai nos permitiu, aonde quer que estivermos, celebremos com júbilo o nascimento do Filho d'Ele.


Para muito além da prova que o Pai nos permitiu, há um convite que atravessa todas elas: celebrar.


Não porque a dor se ausentou, nem floresceu de repente, mas porque Deus decidiu nascer dentro da nossa história — inclusive nas suas frestas.


O Filho não veio quando tudo estava em ordem, veio quando o mundo estava cansado e carente.


Tudo era caos!


Ele não escolheu palácios, escolheu manjedouras.


Não aguardou aplausos, aceitou o silêncio interrompido apenas pelo choro de um recém-nascido e pela respiração dos que também não tinham muito a oferecer.


Por isso, aonde quer que estejamos — no vale ou no monte, na sala cheia ou no quarto solitário — há espaço para o júbilo.


Um júbilo que não nega a prova, mas a atravessa.


Um júbilo que não faz barulho para disfarçar a dor, mas canta baixo, com a alma ajoelhada.


Celebrar o nascimento do Filho do Homem é confessar que nem a noite, nem o medo ou a dúvida nos venceram.


É afirmar que, mesmo quando não entendemos o “porquê” da prova, confiamos no “para quê” do Amor.


É reconhecer que Deus não ficou distante do sofrimento humano — Ele entrou nele.


Que o nosso coração, onde quer que esteja, se faça manjedoura para o nascimento e renascimento do Filho do Homem.


Que o júbilo não seja euforia, mas esperança viva.


E que, mesmo em meio às provas permitidas pelo Pai, a Luz continue encontrando lugar para nascer em nós.


Feliz e Abençoado Natal para todos os que creem no Aniversariante de hoje.”

Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.

“Talvez seja muito mais fácil lidar com o barulho de quaisquer doenças permitidas por Deus do que com o barulho apressado das suas propagações.

Lidar com o peso silencioso de um diagnóstico permitido por Deus é tão pavoroso quanto lidar com o estrondo apressado dos que o espalham.

Uma enfermidade jamais alcançaria um filho de Deus sem a autorização d'Ele, mas o “disse me disse” — é escolha humana.

E a dor, esta, quando chega, costuma pedir recolhimento, tempo e respeito.

Ela ensina a alma a caminhar devagar, a ouvir o próprio coração e a buscar sentido onde o ruído não alcança.

Já o barulho da divulgação precipitada não cura, não consola e não edifica — apenas expõe, rotula, espalha o caos e multiplica feridas.

Há sofrimentos que são sagrados demais para virar assunto, estatística ou opinião.

Deus, em Sua permissão, conhece a medida exata do fardo que cada um pode carregar; as pessoas, em sua pressa, conhecem raramente a medida do silêncio necessário.

Entre o diagnóstico e a esperança, existe um santuário de silêncios onde só cabem a misericórdia, a oração e o cuidado.

Talvez o verdadeiro amor não esteja em falar rápido, mas em calar na hora certa.

Porque há dores que Deus confia ao coração… e há barulhos que o mundo faz sem jamais ter sido autorizado a fazê-lo.

Em que pese a fome apressada de informações, interesse e curiosidade coexistem, mas gritantemente se diferem.

Enquanto a curiosidade chega metendo os pés na porta, o interesse se oferece para trabalhar o caos nos cômodos que se apresentam.

Que nenhum diagnóstico se confunda com sentença, nem a informação com a exposição!
Amém!”

Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.