“Dentro dela havia um sol negro. Não tinha luz, mas sentia como queimava devagar, bem devagar.”
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Infiéis
“Dentro dela havia um sol negro. Não tinha luz, mas sentia como queimava devagar, bem devagar.”
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Infiéis