“O amor jamais morre de morte natural geralmente morre de sede porque nos esquecemos da fonte.”
Paulo Coelho (1947) escritor e letrista brasileiro
“O amor jamais morre de morte natural geralmente morre de sede porque nos esquecemos da fonte.”
Paulo Coelho (1947) escritor e letrista brasileiro
“Obtém-se mais da dependência que da cortesia. Quem já matou a sede volta as costas para a fonte.”
Baltasar Gracián livro Oráculo Manual e Arte de Prudência
Aforismo 5
A Arte da Prudência
“O amor é sede depois de se ter bem bebido.”
João Guimarães Rosa livro Corpo de Baile
Noites do sertão: "Corpo de Baile" - Página 61, de João Guimarães Rosa - Publicado por J. Olympio, 1965 - 251 páginas
“Um dos meus sete pecados mortais: a sede de amor absoluto que me devora.”
Miguel Torga (1907–1995) escritor português