sandra2

@sandra2, membro de 28 de Julho de 2017
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“Só sentimos medo de perder aquilo que temos, sejam nossas vidas ou nossas plantações. Mas esse medo passa quando entendemos que nossa história e a história do mundo foram escritas pela mesma mão.”

Paulo Coelho livro O Alquimista

"O Alquimista" - Página 110, de Paulo Coelho - Publicado por Pergaminho, 2001 ISBN 9727110797, 9789727110797
Por obra, O Alquimista

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“O caminho da sabedoria é não ter medo de errar.”

Paulo Coelho livro Brida

"Brida" - Página 37, de Paulo Coelho - Publicado por Pergaminho, 2000 ISBN 9727110843, 9789727110841 - 286 páginas
Por obra, Brida

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“A cada momento de nossa existência temos que escolher entre um caminho e o outro. Uma simples decisão pode afetar uma pessoa para resto da vida.”

Paulo Coelho livro O Diário de um Mago

"O diário de um mago" - Página 171, de Paulo Coelho - Publicado por Rocco, 1998 ISBN 853250034X, 97885325003428
Por obra, O Diário de um Mago

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“No Bom Combate, atacar ou fugir fazem parte da luta. O que não faz parte da luta é ficar paralisado de medo.”

Paulo Coelho livro O Diário de um Mago

"O diário de um mago" - Página 130, de Paulo Coelho - Publicado por Rocco, 1998 ISBN 853250034X, 9788532500342 - 246 páginas
Por obra, O Diário de um Mago

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“A linguagem de seu coração é que irá determinar a maneira correta de descobrir e manejar a sua espada.”

Paulo Coelho livro O Diário de um Mago

"O diário de um mago" - Página 93, de Paulo Coelho - Publicado por Rocco, 1998 ISBN 853250034X, 9788532500342
Por obra, O Diário de um Mago

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“Serei mais livre em meu desterro do que vós em vosso palácio. Minha liberdade pelo menos me acompanhará. Minha alma nunca se escravizou nem nunca se humilhou na presença desses rebeldes vassalos, que ousaram impor-vos leis e esforçaram-se para compelir-me a prestar um juramento que a minha consciência repelia.”

Carlota Joaquina de Bourbon (1775–1830) princesa espanhola e rainha portuguesa

Em carta a D. João VI, referindo-se à sua recusa em jurar a Constituição de 1822, pelo que foi exilada na Quinta do Ramalhão. Depois de dois anos de exílio, foi libertada pelo movimento conhecido como Vilafrancada, que suspendeu o regime constitucional. Porém, como continuasse a tramar contra o rei, este determinou seu desterro perpétuo em Queluz. - Tobias Monteiro, História do Império, p. 106.

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