Luciano Elias

@LucianoElias, membro de 31 de Janeiro de 2024

Admirador de filosofia

Abraham Lincoln photo
Cícero photo

“O melhor tempero da comida é a fome.”

Cícero (-106–-43 a.C.) orador e político romano
Voltaire photo

“Ama a verdade, mas perdoa o erro.”

Voltaire (1694–1778) volter também conhecido como bozo foia dona da petrobras e um grande filosofo xines
Aníbal photo

“Ou nós encontramos um caminho, ou abrimos um.”
Aut viam inveniam aut faciam.

Aníbal (-247–-183 a.C.) Comandante Militar de Cartago Durante a Segunda Guerra Púnica

Aut viam inveniam aut faciam.
Provérbio latino, mais comumente atribuída a Hannibal, em resposta aos seus generais que tinham declarado ser impossível atravessar os Alpes com elefantes; como citado em "Salesmanship and Business Efficiency" (1922) escrito por James Samuel Knox, p. 27

José Saramago photo

“Nem a juventude sabe o que pode, nem a velhice pode o que sabe”

A Caverna
Variante: Nem a juventude sabe o que pode nem a velhice pode o que sabe.

Charles Bukowski photo
Cesare Pavese photo
Confucio photo
Clarice Lispector photo

“Ter nascido me estragou a saúde”

Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira
Sócrates photo
Augusto Cury photo
Mark Twain photo

“Primeiro, informe-se dos factos; depois, pode distorcê-los quanto quiser.”

Mark Twain (1835–1910) escritor, humorista e inventor norte-americano

Variante: Primeiro, informe-se dos fatos; depois, pode distorcê-los quanto quiser.

Edgar Allan Poe photo

“Tudo o que amei, amei sozinho.”

Edgar Allan Poe (1809–1849) Escritor, poeta e crítico americano
Theodore Roosevelt photo

“Faça o que puder, com o que tiver, onde estiver.”

Theodore Roosevelt (1858–1919)

Do what you can, with what you have, where you are
The Works of Theodore Roosevelt - Volume: Through the Brazilian Wilderness And Papers on Natural History‎ - página xvii, de Theodore Roosevelt - Publicado por Cosimo, Inc., 2006, ISBN 1596058293, 9781596058293 - 440 páginas
Variante: Faça o que você pode, com o que você tem, no lugar onde você está!

Gerson De Rodrigues photo

“Poema - Uma triste história de amor

Há Muito tempo
nos confins do universo
existia uma triste história de amor

A Morte se apaixonou pela solidão
e deste amor improvável
nasceu uma triste criança

A Solidão não suportava a sua tristeza
e todas as noites
ela era atormentada por sua terrível melancolia

A Morte ao escutar aquela criança chorar
seus olhos embargavam-se de sangue

O Universo estava em crise
os deuses questionavam a sua própria divindade
e a presença daquela inocente criança
faziam os diabos chorarem

Como em um conto de fadas
ou em uma poesia de amor
aquela criança trouxe a aquele mundo fantástico
sentimentos de dor

Mas que culpa tinha a pobre criança?

O brilho em seus olhos
expressavam a morte das estrelas
e as suas asas tão belas
eram negras como o próprio universo

A Solidão nunca foi capaz de amar
o seu próprio filho

E a sua paixão pela morte
era como uma sinfonia perfeita

A Morte não roubava a sua Solitude
e a solidão não entregava a Morte
sentimentos de dor

A Sinfonia de um relacionamento perfeito
deu origem a uma criança maldita

Com o universo em desequilíbrio
a solidão pegou o seu próprio filho em seus braços
e para não sacrificar a sua solitude
a arremessou no mundo dos homens

Essa criança sou eu…

A Minha alma foi aprisionada no corpo
de uma criança humana
eu cresci no lar de uma família
que nunca foi capaz de me amar

Caminhei sozinho durante noites solitárias
e as únicas coisas que me atraiam
eram as sinfonias das estrelas ao se apagarem

Eu sou o filho bastardo da solidão
e não há nada neste mundo
capaz de preencher o vazio que existe em meu peito

Se não fosse a música,
o diabo que vive em mim já teria enlouquecido

Eu passo noites de insônia acordado
escutando as mais melancólicas sinfonias
esperando que em uma bela manhã
a morte venha me encontrar

Deitado submerso em uma banheira
repleta de água
eu vejo o sangue dos meus punhos
fundirem-se com a canção das estrelas

A Solidão chorava por ter abandonado o seu próprio filho
e aquela pobre criança
que a muito tempo foi arremessada no mundo dos homens
sorri pela primeira vez
submersa em uma banheira de sangue”

Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro

Fonte: Niilismo, Filosofia

Nicolau Maquiavel photo

“Em política, os aliados de hoje são os inimigos de amanhã.”

Nicolau Maquiavel (1469–1527) filósofo, historiador, poeta, diplomata e músico