Valter Bitencourt Júnior

Autor verificado @valterbitencourtjunior, membro de 13 de Março de 2018

Valter Bitencourt Júnior, nasceu em Salvador, Bahia, Brasil, em 25 de junho de 1994, é anarquista, blogueiro, poeta e escritor brasileiro. Fez parte do curso 200 Anos de Poesia, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, administrado por Douglas de Almeida; fez parte da oficina “O que fazemos quando fazemos poesia?”, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, organizado por Carlito Azevedo, em 2012; fez parte da oficina “Lírico e Satírico: Em Contexto”, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, organizado por Ricardo Domeneck, em 2012; fez parte da oficina “Poesia do Verso ao Vídeo”, organizado por João Bandeira. Membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni (ALTO), faz parte da Confraria Artistas e Poetas Pela Paz (CAPPAZ). É verbete do Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia, organizado pelo jornalista Carlos Souza Yeshua.

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José Saramago photo
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“Nem a juventude sabe o que pode, nem a velhice pode o que sabe”

José Saramago livro A Caverna

A Caverna
Variante: Nem a juventude sabe o que pode nem a velhice pode o que sabe.

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“Amor e seu tempo (…) "Amor é o que se aprende no limite,/depois de se arquivar toda a ciência/ Herdada, ouvida. Amor começa tarde."”

Carlos Drummond de Andrade livro As Impurezas do Branco

(CDA) In: As Impurezas do Branco, p. 728
Variante: Amor é o que se aprende no limite,
depois de se arquivar toda a ciência
herdada, ouvida. Amor começa tarde.

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William Shakespeare photo
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“Tarde demais a conheci, por fim; cedo demais, sem conhecê-la, amei-a profundamente.”

William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês

Variante: Tarde demais o conheci, por fim; cedo demais, sem conhecê-lo, amei-o.

Luís Vaz de Camões photo
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“Quem vê, Senhora, claro e manifesto
o lindo ser de vossos olhos belos,
se não perder a vista só em vê-los,
já não paga o que deve a vosso gesto.”

Luís Vaz de Camões (1524–1580) poeta português

Lyric poetry, Não pode tirar-me as esperanças, Quem vê, Senhora, claro e manifesto

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“Os bons vi sempre passar
No mundo graves tormentos;
E para mais me espantar
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.”

Luís Vaz de Camões (1524–1580) poeta português

poesia "Esparsa ao desconcerto do mundo"
Lírica
Variante: Os bons vi sempre passar
No mundo graves tormentos;
E para mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.

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“Cesse tudo o que a Musa antiga canta,
Que outro valor mais alto se alevanta.”

Luís Vaz de Camões Os Lusíadas

Os Lusíadas (1572)
Fonte: Os Lusíadas, canto I