“Nem a juventude sabe o que pode, nem a velhice pode o que sabe”
A Caverna
Variante: Nem a juventude sabe o que pode nem a velhice pode o que sabe.
Valter Bitencourt Júnior, nasceu em Salvador, Bahia, Brasil, em 25 de junho de 1994, é anarquista, blogueiro, poeta e escritor brasileiro. Fez parte do curso 200 Anos de Poesia, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, administrado por Douglas de Almeida; fez parte da oficina “O que fazemos quando fazemos poesia?”, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, organizado por Carlito Azevedo, em 2012; fez parte da oficina “Lírico e Satírico: Em Contexto”, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, organizado por Ricardo Domeneck, em 2012; fez parte da oficina “Poesia do Verso ao Vídeo”, organizado por João Bandeira. Membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni (ALTO), faz parte da Confraria Artistas e Poetas Pela Paz (CAPPAZ). É verbete do Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia, organizado pelo jornalista Carlos Souza Yeshua.
“Nem a juventude sabe o que pode, nem a velhice pode o que sabe”
A Caverna
Variante: Nem a juventude sabe o que pode nem a velhice pode o que sabe.
“O inimigo mais perigoso que você poderá encontrar será sempre você mesmo.”
Aber der schlimmste Feind, dem du begegnen kannst, wirst du immer dir selber sein
Werke - Volume 6 - Página 94, Friedrich Wilhelm Nietzsche - C.G. Naumann, 1904
“Odeio quem me rouba a solidão sem verdadeiramente me oferecer companhia.”
Variante: Odeio quem me rouba a solidão sem em troca me oferecer verdadeira companhia.
“A potência intelectual de um homem se mede pela dose de humor que ele é capaz de usar.”
Nietzsche como citado in Rosa Dourada - Página 37 https://books.google.com.br/books?id=iz9GBQAAQBAJ&pg=PA37, Rosângela Isabel Teixeira Coelho Dos Santos - Clube de Autores, 2006
Atribuídas
Espanca, florbela, sonetos.porto alegre. L&PM, 2002.P.80..85..PS - ISBN 9788581811949
“Quero encontrar a ilha desconhecida, quero saber quem sou quando nela estiver.”
O Conto da Ilha Desconhecida