Citações

“Não existe uma forma mais cruel de magoar alguém, ignorando sua presença, exibindo a todos que você tem tempo e carinho pra uns e pra aquela pessoa não.
E, se você for avaliar, o que você acha que é motivo, não passa de um capricho bobo ou de um gesto cruel mesmo. Já falei um monte de vezes que essa história de dar valor só depois que morre não concordo e acho uma tremenda idiotice. Ou você ama hoje ou pode demonstrar a geladeira fria que é seu coração. Daqui uns dias, meses, anos você vai se arrepender de não ter plantado amor por onde passou porque sua colheita será podre de sentimentos. Os momentos felizes que você deixou de fazer na vida de alguém hoje, vai ser o reflexo de sua solitária velhice. Sim, estou falando pra você que abre mão de sua família pra estar numa Rodinha de amigos de uma noite só, de um tempo de algumas horas festivas. Quando chegar tua velhice, se você ainda tiver lucidez de contar, conte quantos amigos estará ao teu lado. Ai, você pode dá uma olhadinha lá no passado e chorar as lagrimas de crocodilo que você acha que tem.
Existem sentimentos que não se joga fora.
Uma vida artificial é fácil de ser construída, agora o alicerce de uma família esse você tem que cultivar, fazer, plantar, exercer.
Os sentimentos que hoje você recusa a dar, mais lá na frente, no teu amanhã, só você sentirá falta. Não deixe pra dá o ultimo adeus, dê o primeiro Bom Dia, o primeiro Olá, o primeiro pedido de desculpas, o primeiro “eu te amo“.
Ninguém tá te encorajando a ser esse “ser egoísta” que você se tornou exclusivamente por vontade própria.
Abaixe o ego, a arrogância, a maldade, esses seus cruéis gestos só traz solidão pra você mesmo.
Acredite, não estou aqui como perfeição em pessoa.
Apenas tenho pena de um coração tão amargo, que não te deixa ver o que as pessoas tem de melhor pra te oferecer.
Que haja Reciprocidade na forma de se doar e de se fazer presente, enquanto há tempo de se amar, porque haverá dias, talvez até esses dias de hoje que o Amor ficará escasso.
Uma boa maneira de avaliar a vida é se perguntar:
Quantas pessoas hoje estão mais felizes por minha causa?”

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“Poema – Paganini part 2

‘’ Os suicidas inventaram a música
Pois não conseguiam sobreviver todos os dias
Com os martírios de suas almas’’

Certa vez um musico
Cujo os olhos foram arrancados pelos Deuses
Em uma falha tentativa de suicídio

Compôs um Poema
Que futuramente se transformaria em uma canção

Nela ele vomitou todas as suas angustias
Até mesmo aquelas das quais
Nem mesmo ousaria contar para sua própria sombra

A única criatura capaz de ler
Aqueles versos compostos por um homem cego e sem alma
Eram o próprio Asmodeus e as criaturas da velha Goétia

Diziam as lendas
Que até hoje
Diabos lamentadores choravam ao lerem os seus versos…

‘’ Sentado nas estreitas vielas
De sentimentos profundos
Que dilaceram a minha alma

Enjaulado na mais ríspida solidão
Abandonado pelas próprias crenças e convicções
Me tornei órfão de Mãe, Pai, Filho e Espirito Santo

Nesta ríspida solidão
Sou um monstro

Um Padre a devorar criancinhas
Um Thelemita cuja as leis de Therion foram quebradas

Nesta acostumada porém virtuosa solidão
Guardo segredos que se revelados
Trariam ao mundo mais miséria que toda a fome e a praga
Jamais ousariam trazer aos pobres

Não suporto os espelhos da vida
Pois ao me olhar nos olhos
Revelo a mim mesmo, o monstro que tento esconder

Escondo-me em mentiras
Escondo-me em crenças e ideologias

Ao mundo revelo um personagem
Pois o monstro que o controla

Através destas cordas de mentira
Que compõe este paraíso de loucos e lunáticos
É tão somente uma pobre e vil criatura

Cuja a pele esgrouvinhada e os dedos podres
Revelam uma terrível e nojenta peste
De um homem, que aos olhos de Deus e da Sociedade
Deveria estar morto.

Os suicidas e os Diabos
Talvez sejam os únicos capazes
De me olhar com brilho nos olhos

Não porque compreendem as minhas dores
E sim porque no ápice de sua amargura

Suas almas chorariam de felicidade e euforia
Ao descobrirem que existe neste mundo
Algo tão podre, tão sórdido e imundo
Quanto as suas almas negras e corrompidas

Se não fosse a música
E estes olhos cegos

O monstro que corrói a minha alma todas as noites
Transbordaria em um rio de sangue…
E lágrimas!

- Gerson De Rodrigues”

Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro

Fonte: Gerson De Rodrigues Poesias & Maldições Nietsche

Esta frase aguardando revisão.

“Quase todos se dispõem a palpitar nas arquibancadas, mas quase ninguém se atreve a encarar as arenas.

Na zona quente das arenas — entre soros e corredores — a realidade é outra.

Lá, quase ninguém se atreve a encará-la.

É curioso como a vida se enche de especialistas quando o risco é dos outros. 

Das arquibancadas, tudo parece simples: a jogada errada é muito óbvia, a decisão quase sempre poderia ter sido melhor, a coragem sempre parece insuficiente. 

A distância cria a doce ilusão de clareza. 

Ali, protegidos pela segurança de não sermos responsáveis pelo resultado, opinamos com firmeza, julgamos com convicção e, muitas vezes, criticamos com dureza.

A arena, porém, é outro mundo. 

Nela, o chão treme sob os pés da incerteza. 

As decisões são tomadas sob pressão, o tempo é curto e o medo é real. 

Quem está na arena sente o peso das escolhas, o calor da exposição e a possibilidade concreta do fracasso. 

Não há replay para corrigir palavras ditas, passos dados ou oportunidades perdidas. 

Há apenas a coragem de continuar, mesmo sob olhares atentos e, por vezes, impiedosos.

Opinar exige voz. 

Agir exige vulnerabilidade.

É fácil apontar falhas quando não somos nós a pagar o preço. 

Difícil é aceitar que errar faz parte do processo de quem tenta. 

Na arena, o erro não é sinal de incapacidade, mas de movimento. 

Quem entra em campo pode tropeçar, mas também pode transformar o jogo. 

E quem permanece na arquibancada preserva a própria imagem — mas abdica da possibilidade de vitória.

Talvez a grande diferença entre uns e outros não esteja no talento, mas na disposição de enfrentar o desconforto. 

Porque crescer dói. 

Sonhar assusta. 

Realizar expõe. 

E só descobre seus próprios limites quem decide testá-los.

No fim, a plateia sempre terá algo a dizer. 

Mas são os que suam na arena que escrevem a própria história.

Porque só nos lavando de suor e lágrimas, onde um pouco de tudo acontece, podemos sair de alma lavada.”

Esta frase aguardando revisão.

“⁠A Cultura do Ruído Estrutural retroalimenta a única Economia que desperta a preocupação dos Políticos-influencers…

A Economia da Atenção.

Ela não é apenas um efeito colateral do nosso tempo — ela é método.

É estratégia.

É um cenário cuidadosamente mantido para nada ser profundamente ouvido, apenas rapidamente consumido.

No meio de tantas vozes, opiniões, escândalos instantâneos e indignações programadas, o silêncio se torna subversivo.

O ruído constante embaralha prioridades.

Tudo parece tão urgente quanto grave.

Tudo parece definitivo — até que o próximo assunto surja e apague o anterior.

Nesse ambiente saturado, a verdade não precisa ser negada; basta ser abafada.

É nesse palco que prospera a única economia capaz de mobilizar certos Políticos-influencers: a Economia da Atenção.

Não importa tanto resolver problemas quanto performar preocupação.

Nem importa tanto governar quanto engajar.

O termômetro deixa de ser o impacto real e passa a ser o alcance.

A métrica substitui a ética.

A Cultura do Ruído Estrutural retroalimenta esse ciclo porque transforma cidadãos em plateia, problemas e soluções em conteúdos.

A cada nova polêmica, a cada novo corte editado estrategicamente, a atenção é capturada — e, uma vez capturada, monetizada politicamente.

A superficialidade não é acidente; é produto.

Enquanto discutimos manchetes, raramente discutimos estruturas.

Enquanto reagimos a frases, esquecemos de questionar sistemas.

O ruído nos cansa, e o cansaço nos torna menos exigentes.

E quando a exaustão vira regra, qualquer gesto performático parece ação concreta.

Talvez a maior resistência, hoje, seja reaprender a escutar com profundidade.

Reduzir o consumo compulsivo de indignação.

Escolher menos reações automáticas e mais reflexão deliberada.

Porque onde há silêncio suficiente para pensar, há menos espaço para manipulação.

No fim, a Cultura do Ruído só prospera enquanto nossa atenção for distraída.

Quando a atenção volta a ser consciente, ela deixa de ser moeda de troca barata — e volta a ser instrumento de transformação.”

Esta frase aguardando revisão.

“O cuidado da justiça não se confunde com lentidão quando o que se policia é a capitalização da idoneidade do réu.

Há demoras que ferem, desgastam, humilham e fazem da espera uma segunda pena. 

Mas há também cautelas que não nascem da morosidade: nascem do dever de impedir que a aparência de integridade vire moeda de blindagem moral. 

Nem toda reputação limpa é prova de inocência, assim como nem toda acusação é prova de culpa. 

A justiça, quando digna desse nome, não pode se curvar nem ao clamor que condena depressa, nem ao prestígio que absolve por antecedência.

Existe um tipo de distorção muito sofisticada no tribunal social e, por vezes, também no institucional: a transformação da idoneidade em capital simbólico. 

Nesse jogo, o réu deixa de ser examinado pelos fatos e passa a ser protegido pela biografia, pelos títulos, pelos vínculos, pela imagem pública cuidadosamente lapidada. 

Como se anos de respeitabilidade pudessem revogar a possibilidade de um erro, de uma violência ou de uma perversidade. 

Como se o passado socialmente premiado pudesse sequestrar o presente sob investigação.

É aí que o cuidado da justiça se impõe como vigilância ética. 

Não para punir a honra, nem para demonizar trajetórias, mas para recusar que elas sejam usadas como escudo automático. 

Porque a idoneidade, quando convertida em ativo defensivo antes da prova, deixa de ser virtude e passa a operar como influência. 

E toda influência indevida, mesmo revestida de bons modos, corrompe silenciosamente o ideal de igualdade diante da lei.

A pressa é perigosa, a reverência também. 

Há réus que não são poupados por falta de provas contra eles, mas pelo excesso de símbolos a favor. 

E isso exige uma justiça suficientemente séria para distinguir prudência de submissão, cautela de conivência e devido processo de complacência seletiva. 

O verdadeiro cuidado não atrasa por fraqueza; ele examina com rigor para que nem o preconceito condene, nem o prestígio absolva.

No fundo, o que está em disputa não é apenas o destino de um réu, mas a credibilidade moral da própria justiça. 

Porque toda vez que a idoneidade percebida vale mais que a verdade apurada, o processo deixa de ser instrumento de equilíbrio e passa a ser palco de hierarquias disfarçadas. 

E onde a imagem pesa mais que os fatos, a justiça já começou a perder sua coragem.”

Romario photo

“O Pelé calado é um poeta.”

Romario (1966) Senador da República e ex-jogador de futebol

irritado porque Pelé disse que estava na hora de Romário parar de jogar
Fonte: Revista Veja http://veja.abril.com.br/190105/vejaessa.html; Edição 1888 . 19 de janeiro de 2005

Natalie Imbruglia photo

“Eu já não valia muito!”

Sobre o fim de seu contrato com a L'Oréal (cujo slogan é a frase "Porque você vale muito!").
Fonte: The Graham Norton Show (Programa da TV Inglesa), Julho de 2007

“Não passo do terceiro encontro para não caracterizar vínculo empregatício.”

Justificando porque não quer um relacionamento estável
Fonte: Revista Istoé Gente, edição 245 http://www.terra.com.br/istoegente/245/frases/index.htm (19/04/2004)

Esta frase aguardando revisão.

“Até os Monstros precisam ser protegidos da Monstruosa sede de justiça de parte do povo.

Há uma perversidade silenciosa que se instala quando a justiça deixa de ser um princípio e passa a ser um espetáculo.

Nesse instante, já não importa a gravidade do crime, a complexidade dos fatos ou os limites civilizatórios que deveriam nos conter.

O que passa a seduzir muita gente é o prazer de assistir à queda, ao sofrimento, à humilhação daquele que foi eleito como a encarnação do mal.

E é justamente aí que mora um dos principais perigos: quando a repulsa ao monstruoso nos autoriza a flertar com a própria monstruosidade.

Proteger até mesmo os monstros não é um gesto de ingenuidade, cumplicidade ou fraqueza moral.

É, antes de tudo, uma declaração de compromisso com aquilo que nos separa do abismo.

Porque uma sociedade que só respeita direitos quando simpatiza com quem os possui não acredita, de fato, em direito algum — acredita apenas em preferência, vingança e conveniência.

Hoje, o alvo pode parecer merecedor de todo suplício; amanhã, bastará mudar o humor das massas, a narrativa dominante ou o interesse dos que manipulam a indignação coletiva.

A sede de justiça, quando se desfigura em desejo de punição exemplar a qualquer custo, costuma se apresentar com vestes nobres.

Fala em defesa da moral, em proteção dos inocentes, em resposta à dor social.

Mas nem sempre quer justiça: muitas vezes quer catarse.

Quer sangue simbólico e/ou literal.

Quer a delícia primitiva de ver alguém reduzido à condição de coisa descartável.

E quando isso acontece, pouco importa se o condenado é culpado ou inocente, porque o que satisfaz não é a verdade, mas a sensação de poder exercida sobre um corpo odiado.

É fácil defender garantias, dignidade e direitos quando se trata de alguém com rosto humano aos nossos olhos.

O teste real da civilização, porém, começa quando o acusado desperta em nós asco, medo ou fúria.

É nesse ponto que se decide se a justiça será um freio contra a barbárie ou apenas sua versão institucionalmente aplaudida.

Porque, se até os Monstros não forem protegidos contra os excessos do ódio coletivo, então não restará proteção confiável para ninguém.

Toda vez que o povo se apaixona pela crueldade em nome do bem, uma rachadura se abre na ideia de humanidade.

A punição deixa de cumprir sua função ética e jurídica para servir ao apetite emocional de uma multidão ferida, manipulada ou ressentida.

E multidões, quando intoxicadas por certezas morais absolutas, percebem raramente o quanto podem se tornar semelhantes àquilo que dizem combater.

O monstro de fora se torna álibi para alimentar o monstro de dentro.

Talvez uma das verdades mais duras de aceitar seja esta: o valor da justiça não se mede apenas pela firmeza com que pune, mas pelo limite que impõe a si mesma ao punir.

Uma justiça sem freio, sem forma, sem critério e sem humanidade deixa de ser justiça — vira revanche com linguagem jurídica, linchamento com aplauso cívico e selvageria fantasiada de virtude.

Por isso, até os monstros precisam ser protegidos.

Não por merecimento afetivo, mas por necessidade moral de quem julga.

Nem para aliviar seus horrores, mas para impedir que o horror deles contamine, normalize e conduza o nosso.

No fim, a maneira como tratamos aqueles que mais odiamos revela, com uma sinceridade brutal, o que realmente somos quando nada nem ninguém mais nos obriga a parecer justos.”

Esta frase aguardando revisão.

“⁠⁠A gente só para de flertar com a m0rte todos os dias quando descobre que o melhor dia para se viver é hoje.


Há uma espécie de suicídi0 muito silencioso que pouca gente se atreve a nomear como tal.


Ele não acontece apenas nos gestos extremos, nas decisões finais ou nas manchetes trágicas.


Às vezes, ele se instala gradualmente, no adiamento crônico da vida, na rotina de empurrar para amanhã aquilo que já pede coragem no agora, na mania de sobreviver sem realmente habitar a própria existência.


Muita gente não quer m0rrer — quer apenas descansar da exaustão de existir sem sentido.


E é justamente aí que mora o flerte cotidiano com a m0rte: quando se abandona a urgência de viver.


Viver, porém, não é apenas respirar, cumprir tarefas, pagar contas e colecionar ausências disfarçadas de compromissos.


Viver é reconhecer que o tempo não faz promessas.


O amanhã é uma hipótese muito elegante, mas continua sendo hipótese.


O hoje, com todas as suas imperfeições, é a única matéria concreta que temos nas mãos.


E talvez amadurecer seja justamente isso: perceber que a vida não começa “quando tudo se ajeitar”, “quando a dor passar”, “quando houver mais dinheiro”, “quando a paz finalmente chegar”.


A vida está acontecendo agora — inclusive no caos, inclusive nas faltas, inclusive enquanto ainda estamos tentando entender quem somos.


Há quem flerte com a m0rte não por desejar o fim, mas por tratar a vida com permanente negligência.


Negligencia os afetos, as pausas, a própria saúde, os pedidos de socorro da alma, os sinais do corpo, os vínculos que importam, as palavras que deveriam ser ditas enquanto ainda há quem possa ouvi-las.


Age como se viver fosse um ensaio infinito, como se sempre houvesse tempo para recomeçar, pedir perdão, recalcular a rota, amar melhor, ou simplesmente descansar.


Mas nem todo adiamento é prudência; às vezes, é desistência parcelada.


Descobrir que o melhor dia para viver é hoje não é um clichê otimista — é uma revelação muito dura.


Porque obriga a gente a encarar a própria covardia, os próprios álibis e a confortável ilusão de controle.


Nos obriga a admitir que há muita m0rte disfarçada de rotina eficiente, muita apatia travestida de maturidade, muito medo chamado de prudência.


E, ao mesmo tempo, essa descoberta também liberta: porque devolve ao presente a dignidade que o imediatismo e a ansiedade roubaram.


Faz a gente entender que viver bem não é ter a vida perfeita, mas parar de oferecer o próprio tempo em sacrifício a tudo aquilo que nos afasta de nós mesmos.


Talvez a grande virada aconteça quando deixamos de esperar uma razão extraordinária para viver e passamos a reconhecer a grandeza escondida no ordinário: no abraço ainda possível, na conversa adiada que enfim acontece, no descanso sem medo e sem culpa, na lágrima que finalmente se deixa rolar, no riso que interrompe o peso do mundo — ainda que por alguns segundos.


O hoje não precisa ser grandioso para ser valioso.


Ele só precisa ser vivido com presença — e não desperdiçado como se fosse descartável.


No fim, flertar com a m0rte todos os dias talvez tenha menos a ver com desejar partir e mais com não se permitir ficar por inteiro.


E viver, em sua forma mais honesta, começa quando a gente decide parar de se ausentar da própria história.


Porque o melhor dia para viver não é o dia ideal, nem o dia fácil ou o prometido.


É este.


O único que realmente chegou — o agora.”

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“Se eu disser isso ela me dá um tapa na cara”

Justin Bieber (1994) cantor, compositor e dançarino canadense

Respondendo a pergunta de Oprah Winfrey "E se você disser para a sua mãe que não pode ficar de castigo porque é o Justin Bieber?"
Verificadas
Fonte: Abril.com. Data de publicação: 12 de maio de 2010

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Ivete Sangalo photo

“Oxente, e você chora por isso? Você deveria chorar era se eu fosse feia [risos na multidão].”

Ivete Sangalo (1972) cantora, compositora, instrumentista, atriz, apresentadora e empresária brasileira

Ivete Sangalo perguntando a uma fã no aeroporto de Vitória, em 2006, o porquê de ela estar chorando compulsivamente ao vê-la (a fã havia dito: "É porque você é muito bonita.").

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