Citações

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“As “orações” alicerçadas no ódio dos Idiotas Apaixonados da Esquerda — ou Direita — não alcançam os céus.

Porque não são preces, são disfarces. 

Não nascem da humildade, mas da soberba travestida de virtude. 

São palavras lançadas ao alto com a pretensão de parecerem justas, quando, na verdade, carregam o peso da condenação seletiva e do desejo íntimo de ver o outro ruir.

Há algo de profundamente contraditório em pedir por justiça enquanto se cultiva o desprezo. 

Em clamar por um mundo melhor enquanto se alimenta, diariamente, a pior versão de si mesmo. 

O ódio, ainda que bem articulado, não purifica intenções — apenas as revela.

Os apaixonados pela própria narrativa confundem fé com torcida. 

Transformam convicções em trincheiras e passam a rezar não por transformação, mas por confirmação. 

Querem um céu que concorde até com seus piores ressentimentos, um divino que valide seus desafetos, uma moral que funcione como espelho — nunca como confronto.

Mas o que é verdadeiro não ecoa em gritos raivosos. 

O que é elevado não se sustenta em paixões cegas. 

E nenhuma palavra carregada de desprezo atravessa o silêncio que separa o ruído humano daquilo que, de fato, exige escuta interior.

Talvez o problema não esteja nas palavras ditas, mas naquilo que as sustenta. 

Porque toda oração, antes de subir, precisa ser capaz de descer — ao ponto mais honesto de quem a pronuncia.

E ali, onde não há plateia nem aplauso, o ódio perde a eloquência… e a verdade, enfim, encontra espaço para existir.”

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“Não há desperdício de tempo mais bobo que tentar explicar algo para os que já escolheram em que acreditar.

Porque, no fundo, não se trata de falta de informação — trata-se de decisão. 

E decisões, escolhas, quer coincidam com as nossas ou não, devem ser religiosamente respeitadas.

Há quem não busque a verdade, mas apenas argumentos que sustentem o que já foi escolhido antes mesmo da reflexão começar. 

E contra decisões disfarçadas de convicção, a lógica se torna quase inútil, como chuva fina tentando atravessar vidro fechado.

Explicar exige abertura. 

Não só de quem fala, mas principalmente de quem ouve. 

Exige um espaço interno onde a dúvida ainda tenha permissão para existir, onde o desconforto de estar errado não seja imediatamente rejeitado como uma ameaça pessoal. 

Mas quando alguém transforma sua crença em identidade, qualquer questionamento deixa de ser diálogo e passa a ser ataque.

E então nascem conversas que não caminham. 

Palavras que não encontram abrigo. 

Ideias que morrem no ar antes mesmo de serem compreendidas. 

Não por falta de clareza, mas por falta de disposição.

Talvez a maturidade esteja em reconhecer esses limites. 

Em entender que nem toda verdade precisa ser defendida a todo custo, nem toda discussão precisa ser vencida, nem toda explicação precisa ser dada. 

Há um tipo de sabedoria muito silenciosa em saber quando parar de falar…

Porque, às vezes, insistir em explicar não é um ato de generosidade — é apenas um apego nosso à necessidade de sermos compreendidos.

E isso também pode ser um desperdício.”

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“Sem querer banalizar nem florear a “profissão” mais antiga do mundo, a prostituição corporal, a que deveria nos apavorar é a espiritual.

Porque a primeira, ainda que envolta em julgamentos, é explícita: há um corpo, um acordo, uma troca visível. 

Já a segunda se disfarça de virtude, de opinião firme, de pertencimento. 

Não se vende o corpo, mas algo talvez muito mais íntimo — a consciência, os valores e a própria capacidade de discernir.

A prostituição espiritual acontece quando abrimos mão daquilo que realmente pensamos em troca de aceitação, aplausos, vantagens ou conveniência. 

Quando repetimos discursos que não refletimos, defendemos causas que não compreendemos ou atacamos pessoas que nunca paramos para ouvir. 

É um tipo de rendição silenciosa, que não deixa marcas no corpo, mas corrói lentamente o caráter.

E o mais inquietante: ela é muito raramente percebida por quem a pratica. 

Ao contrário da negociação explícita, aqui tudo parece escolha própria. 

A pessoa acredita que está sendo fiel a si mesma, quando na verdade já terceirizou o próprio julgamento. 

Tornou-se vitrine de ideias alheias, sem sequer perceber quem lucra com isso.

Talvez por isso ela seja mais perigosa. 

Porque não choca, não escandaliza, não mobiliza indignação coletiva. 

Pelo contrário, muitas vezes é premiada com likes, seguidores e senso de pertencimento. 

É a prostituição que se fantasia de convicção.

E, no fim, a pergunta que fica não é sobre quem vende o corpo, mas sobre quem, pouco a pouco, vai vendendo a alma em parcelas tão insignificantes que já nem sabe mais o que ainda lhe pertence.”

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“Não lhes bastará, é certo, para enfrentar o vórtice de nossa época, o agasalho da toga e a força das tábuas da lei. Quer se tenha do Direito uma visão positivista, como conjunto de regras editadas pela sociedade civil, com apoio ou não em uma ordem anterior, moral social e política; quer se entenda, como Heráclito, existir um Deus capaz de punir o sol, se este infringir sua rota, ou, em linguagem moderna, "se a lei não expressa o justo não merece este nome"”

Pereira Leite (1936–1992)

é no âmago do coração dos homens e de cada homem, pelo amor, que se irá buscar a salvação."
discurso como paraninfo da primeira turma de bacharéis em Direito pela Unisinos, em dezembro de 1971, citado por Maria Aparecida A. Moretto na Conferência "João Antônio Guilhembernard Pereira Leite e o Direito do Trabalho" http://www.femargs.com.br/palestra_maria_aparecida.html

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“O que eu ia fazer lá? Não curto samba, não bebo cerveja nem gosto de travesti. Sou um cara das antigas, respeito a tradição dos rockers.”

Marcelo Nova (1951)

dizendo porque não foi ao desfile da escola de samba que fez homenagem a Raul Seixas

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“Não ofendas a ninguém, pois correrás o risco de provocar o poderoso ou maltratar o fraco.”

Ugo Foscolo (1778–1827)

Variante: Não ofendas a ninguém, porque correrás o perigo de provocar o poderoso ou de maltratar o fraco.

“Diga como é

Você sempre resiste ao Espírito Santo; como seus pais fizeram, você também. - Escritura de hoje : Atos 7: 51-60

É difícil ser aquele que leva notícias indesejadas. O meteorologista da TV pode incomodar as pessoas apenas prevendo que vai chover no dia 4 de julho. Não é culpa dele ou dela, mas o meteorologista ainda leva o calor para trazer a mensagem.

Em uma nota muito mais séria, quando Estêvão se dirigiu aos líderes religiosos de Israel, ele incorreu em sua ira porque ele corajosamente disse a eles a verdade sobre eles mesmos. Ele criticou seus ancestrais e envolveu todo o conselho no assassinato de Jesus Cristo. Tudo o que ele disse era verdade. Então, o que eles fizeram com essa acusação? Eles "rangiam com os dentes" (Atos 7:54). Eles o expulsaram da cidade e o mataram. Porque ele disse a verdade, Stephen morreu sob uma barragem de pedras.

Quando falamos de pureza, justiça e piedade em um mundo pecaminoso e amante do prazer que parece destinado a se autodestruir, nós também seremos criticados. Mas não importa o que aconteça a nós, podemos invocar a Deus como Stephen fez. Podemos nos confortar sabendo que pertencemos a Ele e que, em última análise, Ele nos justificará.

Como povo de Deus, vamos orar para que tenhamos a coragem de dizer como é.

Refletir e Orar
Senhor, dá-nos coragem para falar
contra os males dos nossos dias;
Somente quando a verdade é conhecida, os
pecadores podem escolher o melhor caminho. —DJD

É melhor declarar a verdade e ser rejeitado do que retê-lo apenas para ser aceito. Dave Branon”

“Melhor do que uma Piñata


…pela graça sois salvos. v.5


Não pode haver uma festa mexicana sem uma piñata, ou seja, um recipiente ou caixa de papelão ou argila com doces e guloseimas. As crianças a golpeiam com um bastão e tentam arrebentá-la, na esperança de desfrutar de seu conteúdo.

Os monges usavam as piñatas no século 16 para ensinar lições aos povos indígenas do México. As piñatas eram feitas como estrelas com sete pontos que representavam os sete pecados capitais. Bater na piñata mostrava a luta contra o mal, e uma vez que as guloseimas caíssem no chão, as pessoas poderiam levá-los para casa para lembrar-se das recompensas por manter a fé.

Mas não podemos lutar contra o mal com nossa própria força. Deus não está à espera de nossos esforços para que Ele possa mostrar a Sua misericórdia. Efésios ensina que “pela graça sois salvos, mediante a fé […] isso é dom de Deus” (2:8). Nós não vencemos o pecado; Cristo o venceu por nós.

As crianças lutam pelos doces na piñata, mas os dons de Deus nos são dados quando cremos em Jesus. Deus “nos tem abençoado […] com toda sorte de bênção espiritual” (Efésios 1:3). Temos o perdão dos pecados, redenção, adoção, uma nova vida, alegria, amor e muito mais. Não temos essas bênçãos espirituais porque temos mantido a fé e somos fortes; nós as obtemos porque cremos em Jesus. As bênçãos espirituais vêm apenas pela graça — imerecida graça!

Fomos salvos pela graça. Vamos desfrutar 
das muitas bênçãos que vêm por meio dela. Keila Ochoa”

“Como eu reagiria?


…não fostes vós que me enviastes para cá, e sim Deus, que me pôs… v.8


“A percepção do favoritismo é um dos maiores fatores na rivalidade entre irmãos”, disse a Dra. Barbara Howard, pediatra de desenvolvimento comportamental. José, o personagem do Antigo Testamento é um exemplo; ele era o filho favorito de seu pai, o que deixava seus irmãos mais velhos furiosos (Gênesis 37:3,4). Eles o venderam aos comerciantes que viajavam para o Egito e fizeram parecer que um animal selvagem o havia matado (37:12-36). Destruíram os seus sonhos e o futuro dele parecia sem esperança.

Ao longo da jornada, José foi fiel a Deus e confiou nele mesmo nas situações ruins. Depois de ser falsamente acusado pela mulher de seu patrão e de ser preso por algo que não fizera, lutou com a injustiça de sua situação, entretanto, continuou confiando no Senhor.

Anos depois, seus irmãos vieram ao Egito para comprar grãos durante um período de intensa fome e aterrorizaram-se ao descobrir que o seu irmão mais novo e desprezado era agora o primeiro-ministro. Mas José lhes disse: “…não vos entristeçais, nem vos irriteis contra vós mesmos por me haverdes vendido para aqui; porque, para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós…” (v.5).

As amáveis palavras de José me fazem questionar se eu estaria pronto para me vingar. Ou seria misericordioso porque o meu coração confia no Senhor?

Nas horas mais sombrias da vida, 
com os olhos da fé podemos ver a amorosa mão de Deus. David C. McCasland”