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Esta frase aguardando revisão.
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“O Severino é uma coisa. Não se concentra, é errático e não consegue se expressar.”

Nelson Jobim (1946)

Então presidente do Supremo Tribunal Federal, referindo-se ao então presidente da Câmara, Severino Cavalcanti, com quem havia estado na Itália para assistir ao sepultamento de João Paulo II
Fonte: Revista Isto É! Edição 1853

Esta frase aguardando revisão.

“E se a Enxurrada de Tragédias estiver substituindo as outras por puro capricho em testar a nossa Humanidade?

Talvez uma das dores mais difíceis de suportar no nosso tempo não seja apenas a sucessão de tragédias, mas a velocidade com que uma atropela a outra, como se o sofrimento tivesse entrado numa lógica perversa de reposição imediatista. 

Mal nos comovemos verdadeiramente com uma ferida, e outra já se abre diante dos nossos olhos, exigindo atenção, indignação, lágrimas e até nos cobrando posicionamento. 

Não porque a dor anterior tenha cicatrizado, mas porque o mundo parece ter se acostumado a empilhar ruínas sem nos dar tempo de recolher os cacos.

E então surge uma inquietação amarga: e se essa enxurrada não estiver apenas acontecendo diante de nós, mas também revelando algo dentro de nós? 

Porque cada nova tragédia não testa só a resistência de quem sofre diretamente, mas também a sensibilidade de quem assiste. 

Testa nossa capacidade de não transformar o horror em rotina, de não banalizar o luto, de não trocar a compaixão pela pressa e nem a memória pelo próximo escândalo.

Há algo profundamente desumano no modo como o excesso pode nos anestesiar. 

Quando tudo vira urgência, corre-se o risco de nada mais tocar com profundidade. 

A alma, cansada, começa a se defender como pode: seleciona dores, relativiza outras, acostuma-se ao absurdo, faz do espanto um gesto breve e do esquecimento uma necessidade funcional. 

Mas é justamente aí que mora o perigo. 

Porque a Humanidade não se perde apenas quando alguém pratica o mal — ela também se enfraquece quando os demais já não conseguem sentir o peso dele.

Talvez o maior teste não esteja na tragédia em si, mas no que ela encontra em nós quando chega. 

Se encontra indiferença, estamos falhando. 

Se encontra seletividade, estamos adoecendo. 

Se encontra apenas espetáculo, opinião apressada ou conveniência emocional, talvez já estejamos permitindo que a dor alheia seja consumida como paisagem.

Ser Humano, nesses tempos, talvez seja resistir à tentação de tratar cada tragédia como conteúdo passageiro. 

É se recusar a permitir que a repetição da barbárie reduza nossa capacidade de sentir, de pensar e de cuidar. 

É entender que não honramos nenhuma dor apenas reagindo a ela por alguns instantes, mas preservando nela o seu peso, sua gravidade e sua dignidade.

No fim, talvez a pergunta mais incômoda não seja se as tragédias estão testando a nossa Humanidade. 

Talvez seja: quantas delas ainda serão necessárias até percebermos que a prova nunca esteve no acontecimento, mas na forma como escolhemos permanecer Humanos depois dele?”

“Cuidado com a cobiça!

Cuidado com a cobiça, pois a vida de alguém não consiste na abundância de coisas que ele possui. - Escritura de hoje : Lucas 12: 13-21

A cobiça é uma daquelas palavras superestofadas em nosso vocabulário religioso que perdeu sua aresta de ponta. Muitos não levam isso a sério. Alguns até suspeitam que quando Deus estava montando os Dez Mandamentos, Ele tinha nove bons e sólidos, mas depois, para completar a lista, lançou-se um sobre a cobiça (Êxodo 20:17).

Jesus deu uma advertência sobre a cobiça a um homem que O interrompeu no meio de seu sermão. O homem queria que Jesus resolvesse uma disputa entre ele e seu irmão. Evidentemente, o pai deles havia morrido, e esse filho sentiu que não estava recebendo seu quinhão do que o pai havia deixado para trás. A herança se tornou uma obsessão para esse homem. Isso o consumiu. Quando ele estava na presença de Jesus Cristo e ouvia Sua inigualável pregação, ele não ouviu as palavras libertadoras que o Salvador havia falado.

Há perigo em querer mais e mais coisas, ou em querer o que pertence a outro. O apóstolo Paulo chamou esse desejo intenso de “idolatria” (Cl 3: 5). Essa é uma linguagem forte. Vamos ouvir a lei. Vamos ouvir nosso Senhor. Ele quer que sejamos ricos para com Deus. É por isso que Ele advertiu: “Cuidado com a cobiça, pois a vida de alguém não consiste na abundância das coisas que ele possui” (Lucas 12:15).

Refletir e Orar
Quando desejaríamos mais e mais
Das riquezas deste mundo - do patrimônio terrestre,
Ajude-nos, ó Senhor, a olhar para cima
E se apoiar em Seu infinito amor. —DJD

Você não pode desejar e ser feliz ao mesmo tempo. Haddon W. Robinson”

“Cuidado com a cobiça!

Cuidado com a cobiça, pois a vida de alguém não consiste na abundância de coisas que ele possui. - Escritura de hoje : Lucas 12: 13-21

A cobiça é uma daquelas palavras superestofadas em nosso vocabulário religioso que perdeu sua aresta de ponta. Muitos não levam isso a sério. Alguns até suspeitam que quando Deus estava montando os Dez Mandamentos, Ele tinha nove bons e sólidos, mas depois, para completar a lista, lançou-se um sobre a cobiça (Êxodo 20:17).

Jesus deu uma advertência sobre a cobiça a um homem que O interrompeu no meio de seu sermão. O homem queria que Jesus resolvesse uma disputa entre ele e seu irmão. Evidentemente, o pai deles havia morrido, e esse filho sentiu que não estava recebendo seu quinhão do que o pai havia deixado para trás. A herança se tornou uma obsessão para esse homem. Isso o consumiu. Quando ele estava na presença de Jesus Cristo e ouvia Sua inigualável pregação, ele não ouviu as palavras libertadoras que o Salvador havia falado.

Há perigo em querer mais e mais coisas, ou em querer o que pertence a outro. O apóstolo Paulo chamou esse desejo intenso de “idolatria” (Cl 3: 5). Essa é uma linguagem forte. Vamos ouvir a lei. Vamos ouvir nosso Senhor. Ele quer que sejamos ricos para com Deus. É por isso que Ele advertiu: “Cuidado com a cobiça, pois a vida de alguém não consiste na abundância das coisas que ele possui” (Lucas 12:15).

Refletir e Orar
Quando desejaríamos mais e mais
Das riquezas deste mundo - do patrimônio terrestre,
Ajude-nos, ó Senhor, a olhar para cima
E se apoiar em Seu infinito amor. —DJD

Você não pode desejar e ser feliz ao mesmo tempo. Haddon W. Robinson”

“Tudo o que precisamos


…pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade… v.3


Muitas vezes me sinto inadequado para as tarefas que tenho. Quer seja ensinar na Escola Dominical, aconselhar um amigo ou escrever artigos para esta publicação. O desafio parece ser maior do que minha capacidade. Como Pedro, tenho muito a aprender.

O Novo Testamento revela as falhas de Pedro enquanto tentava seguir o Senhor. Ao caminhar sobre as águas até Jesus, ele começou a afundar (Mateus 14:25-31). Quando Jesus foi preso, Pedro o negou (Marcos 14:66-72). Porém o encontro com o Cristo ressuscitado e o poder do Espírito Santo transformaram a vida dele.

Pedro entendeu que pelo “divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude” (2 Pedro 1:3). Surpreende-nos que esta declaração veio de um homem com muitas falhas!

Deus tem nos doado: “…as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas [nos tornemos] coparticipantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção…” (v.4).

O nosso relacionamento com o Senhor Jesus Cristo é a fonte da sabedoria, paciência e poder que precisamos para honrar a Deus, ajudar os outros e enfrentar os desafios de hoje. Por meio dele, podemos superar as nossas hesitações e sentimentos de inadequação.

Em cada situação, Ele nos concedeu tudo o que precisamos para servir e honrá-lo.

Deus promete nos conceder tudo o que precisamos 
para honrá-lo com a nossa vida. David C. McCasland”

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