Citações

Billie Joe Armstrong photo
Francisco de Assis photo
Ville Valo photo
Tulio Maravilha photo
Bia Figueiredo photo
Jorge Luis Borges photo

“Agora homem, estou procurando uma grande mudança. Você sabe o que eu estou falando? Porque eu represento a Deus todo o caminho. Eu represento Deus até o fim. Então, estou procurando uma mudança agora. Quando eu sair daqui, eu não vou conversar com muita gente. Muitas pessoas com as quais não estou me envolvendo. Eu Sei que Deus me representa e eu represento Deus e ele sabe do que estou falando. Ele entende por que estou fazendo essa mudança e o que vou fazer, acredite nele. Então, estou procurando uma mudança.”

Crunchy Black (1974)

Perguntando o que sua reabilitação logo que ele saiu da prisão. Crunchy Black foi preso em 2007 por posse ilegal de armas e violência doméstica.
Fonte: Behind Bars With Crunchy Black: “This Jail Shit Ain’t Shit To Me”, Ural Garrett, Hip HopXD, 26 de junho de 2015 https://hiphopdx.com/interviews/id.2741/title.behind-bars-with-crunchy-black-this-jail-shit-aint-shit-to-me#,

Amélie Nothomb photo
Jorge Amado photo
Fernando Gabeira photo
Andre Rodrigues Costa Oliveira photo
Esta frase aguardando revisão.
Bob Marley photo

“Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais”

Bob Marley (1945–1981) foi um cantor, guitarrista (raggae) e compositor jamaicano famoso por popularizar o gênero

Variante: Vocês riem de mim porque sou diferente
Eu rio de vocês porque são todos iguais

Esta frase aguardando revisão.

“Talvez se os “de bem” se libertassem da hipocrisia, já seria o bastante para resolver metade dos problemas no mundo.

Isso incomoda porque expõe uma contradição silenciosa: o rótulo de “bem” muitas vezes não nasce de virtude, mas de conveniência. 

É mais fácil vestir a moral como um uniforme do que praticá-la como um exercício diário. 

A hipocrisia, nesse cenário, deixa de ser um desvio e passa a ser um mecanismo de proteção — um escudo que permite condenar no outro aquilo que não se quer reconhecer em si mesmo.

Há uma espécie de conforto em apontar o erro alheio. 

Ele cria a ilusão de superioridade sem exigir transformação. 

Enquanto isso, a coerência — essa sim, exigente — cobra silêncio antes do julgamento, escuta antes da reação, e, principalmente, revisão antes da acusação. 

Não é à toa que ela é tão rara.

O problema não está apenas nos que erram, mas nos que se absolvem com facilidade demais. 

Porque quando a régua moral muda de acordo com o interesse, o conceito de “bem” se torna elástico, moldado pela conveniência e não pela consciência. 

E aí, o discurso vira palco, mas a prática continua nos bastidores — muitas vezes em desacordo com tudo o que se defende em voz alta.

Libertar-se da hipocrisia não é um gesto grandioso, é um exercício incômodo. 

Exige reconhecer falhas sem terceirizá-las, alinhar discurso e atitude, e abrir mão da necessidade constante de só parecer certo. 

Talvez por isso seja tão evitado: porque é mais difícil ser íntegro do que parecer correto.

Se metade dos problemas do mundo nascem dessa incoerência cotidiana, então a solução não está em grandes revoluções, mas em pequenos alinhamentos. 

Menos discurso inflamado, mais prática silenciosa. 

Menos julgamento, mais autocrítica. 

Menos aparência de virtude, mais esforço real para vivê-la.

No fim, não é sobre deixar de errar — isso é inevitável. 

É sobre deixar de fingir que não erramos. 

Porque, talvez, o verdadeiro “bem” comece justamente onde termina a necessidade de parecer bom.

Sem a covardia de muitos que se julgam bons, os maus jamais subsistiriam.”

Robert Green Ingersoll photo
Robert Green Ingersoll photo
Robert Green Ingersoll photo