Citações

“Nada é inútil


…sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão. v.58


Em meu terceiro ano lutando contra o desânimo e a depressão causada pela limitação dos movimentos e dor crônica, confiei a uma amiga: “Meu corpo está caindo aos pedaços, e sinto que não tenho nada de valor para oferecer a Deus ou a qualquer outra pessoa.”

As mãos dela descansaram sobre as minhas. “Você quer dizer que não faz diferença quando eu a cumprimento com um sorriso ou a ouço? Quer dizer que é inútil quando oro por você ou ofereço uma palavra amável?” Sentei-me em minha poltrona, e disse: “Claro que não.”

Ela franziu o cenho. “Então por que você está dizendo a si mesmo aquelas mentiras? Você faz todas essas coisas para mim e para os outros.” Agradeci a Deus porque nada do que fazemos por Ele é inútil.

Em 1 Coríntios 15, Paulo nos assegura de que o nosso corpo pode estar fraco agora, mas seremos “ressuscitados em poder” (v.43). Porque Deus promete que seremos ressuscitados por meio de Cristo, podemos confiar que Ele usará todas as oferendas, todos os pequenos esforços feitos por Ele, para fazer a diferença em Seu reino (v.58).

Se estivermos fisicamente debilitados, um sorriso, uma palavra de encorajamento, uma oração ou demonstração de fé durante a nossa provação pode ser usado para ministrar ao Corpo de Cristo, diverso e interdependente. Quando servimos ao Senhor, nenhum ato de amor é demasiado servil.

Faça o que puder com o que tiver 
e deixe os resultados com Deus. Xochitl Dixon”

“Viver com leões


…porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre… v.26


Quando visitei um museu em Chicago, EUA, vi um dos leões originais da Babilônia. Era uma imagem enorme em relevo, do tipo mural, de um leão alado com uma expressão feroz. Simbolizando Ishtar, a deusa babilônica do amor e da guerra, o leão era um exemplar dos 120 leões semelhantes que teriam se alinhado formando um caminho babilônico durante os anos de 604–562 a.C.

Os historiadores dizem que depois que os babilônios derrotaram Jerusalém, os cativos hebreus teriam visto esses leões durante o seu tempo no reino de Nabucodonosor. Os historiadores também dizem que é provável que alguns dos israelitas acreditassem que Ishtar tivesse derrotado o Deus de Israel.

Daniel, um dos cativos hebreus, não compartilhou dessas dúvidas que poderiam ter incomodado alguns de seus companheiros israelitas. Sua visão de Deus e seu compromisso com o Senhor permaneceram firmes. Ele orava três vezes por dia, com as janelas abertas, mesmo sabendo que isso significaria entrar em um covil de leões. Depois que Deus salvou Daniel dos animais famintos, o rei Dario disse: “…tremam e temam perante o Deus de Daniel, porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre […]. Ele livra e salva “ (vv.26,27). A fidelidade de Daniel permitiu-lhe influenciar os líderes babilônios.

Permanecer fiel a Deus apesar da pressão e do desânimo pode inspirar outras pessoas a dar-lhe glória.

A fidelidade a Deus inspira os outros. Jennifer Benson Schuldt”

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“Os romances nunca serão totalmente imaginários nem totalmente reais. Ler um romance é confrontar-se tanto com a imaginação do autor quanto com o mundo real cuja superfície arranhamos com uma curiosidade tão inquieta. Quando nos refugiamos num canto, nos deitamos numa cama, nos estendemos num divã com um romance nas mãos, nossa imaginação passa a trafegar o tempo entre o mundo daquele romance e o mundo no qual ainda vivemos. O romance em nossas mãos pode nos levar a um outro mundo onde nunca estivemos, que nunca vimos ou de que nunca tivemos notícia. Ou pode nos levar até as profundezas ocultas de um personagem que, na superfície, parece semelhante às pessoas que conhecemos melhor. Estou chamando atenção para cada uma dessas possibilidades isoladas porque há uma visão que acalento de tempos em tempos que abarca os dois extremos. Às vezes tento conjurar, um a um, uma multidão de leitores recolhidos num canto e aninhados em suas poltronas com um romance nas mãos; e também tento imaginar a geografia de sua vida cotidiana. E então, diante dos meus olhos, milhares, dezenas de milhares de leitores vão tomando forma, distribuídos por todas as ruas da cidade, enquanto eles lêem, sonham os sonhos do autor, imaginam a existência dos seus heróis e vêem o seu mundo. E então, agora, esses leitores, como o próprio autor, acabam tentando imaginar o outro; eles também se põem no lugar de outra pessoa. E são esses os momentos em que sentimos a presença da humanidade, da compaixão, da tolerância, da piedade e do amor no nosso coração: porque a grande literatura não se dirige à nossa capacidade de julgamento, e sim à nossa capacidade de nos colocarmos no lugar do outro.”

Orhan Pamuk (1952) escritor turco, vencedor do Prêmio Nobel de literatura de 2006
Jair Bolsonaro photo

“Quero deixar patente minha revolta com a grande mídia, um tanto quanto servil, que criticou duramente o Colégio Militar de Porto Alegre apenas porque nove entre 84 alunos resolveram eleger entre Conde Drácula, Hércules, Nostradamus, Rainha Catarina, Átila - só faltou FHC -, Hitler como personalidade histórica mais admirada. Se eles tivessem eleito FHC, logicamente estariam elegendo o pai do Governo mais corrupto da História do Brasil, porque ele não admite que nenhuma denúncia de corrupção seja apurada por esta Casa. Ele não é exemplo para a juventude. Um colégio sério, com o Colégio Militar de Porto Alegre, para que tenha qualidade, tem de ter liberdade de expressão. Reitere-se que os alunos - a maioria é formada por menores - pagam por esta revista, portanto têm liberdade de escrever o que bem entenderem. Devemos respeitar esta juventude que começa, a partir destes debates e desta matéria na imprensa, a se preparar para ser, no futuro. Ao mesmo tempo, gostaria de criticar o Centro de Comunicação Social do Exército, que anunciou que vai acompanhar a revista. Esses garotos, entre tantos outros, são filhos de militares e estão realmente carentes de ordem e de disciplina neste país. Enquanto o nosso presidente da República não dá exemplo disso, eles têm que eleger aqueles que souberam, de uma forma ou de outra, impor ordem e disciplina, se bem que, como o jovem aluno do Colégio Militar que não foi para a Escola preparatória de Cadetes do Exército, de nome Roberto Dias Torres Júnior, nós também não concordemos com as atrocidades cometidas por Adolf Hitler.”

Jair Bolsonaro (1955) 38º Presidente do Brasil

Década de 1990, 1998

Esta frase aguardando revisão.

“⁠Os que não vivem de Verdades Fabricadas para arregimentar Inocentes, não precisam subir o Tom, nem se valer de Citações Bíblicas para impactar Fanáticos.


O Abraço da Serenidade


Porque a verdade, quando é vivida — e não fabricada —, fala baixo, mas ecoa na eternidade.


Vivemos tempos em que a força da voz e o volume do discurso parecem ter se tornado sinônimos de autoridade.


Mas a verdadeira autoridade — aquela que não exige gritaria nem dogma — nasce da integridade.


Quem não se assenta sobre “verdades fabricadas” — aquelas construídas para mobilizar plateias, conquistar devotos ou erguer trincheiras — não precisa de plateia, nem de holofotes, nem de frases decoradas prontas para ecoar.


Quando nosso discurso se sustenta sobre fatos claros, sobre o respeito mais que devido à dúvida e à complexidade, ele já traz consigo uma leveza silenciosa.


Não exige acréscimos para soar forte, porque sua força reside justamente em não manipular — em não buscar “inocentes” para transformar em massa, nem “fanáticos” para impressionar.


O impacto autêntico não é obtido elevando o tom ou acumulando citações célebres.


Ele se gera quando as ideias sussurram e reverberam, em vez de berrar.


E há algo de muito profundo nessa serenidade: o que se diz com calma e clareza não entra em guerra com a consciência; ele a convida a despertar.


Ele se abre para o outro, e não o fecha.


Normalmente, ele pergunta mais do que afirma.


Ele permite que a dúvida, em vez de ser inimiga, seja aliada — o terreno fértil em que nascem a liberdade e o pensamento próprio.


Em suma: a integridade do discurso não depende de espetáculo.


Depende de verdade — não da que se monta para impressionar, mas da que se vive para transformar.


A Serenidade sempre abraça os que não precisam gritar.”

O Abraço da Serenidade

Esta frase aguardando revisão.

““Moleques meninos” mal alimentados por muitos sim, quase sempre viram esses homens moleques.

Os furiosos que rejeitam todos e quaisquer nãos.

Com tanto sim, atravessado goela abaixo — sim, ao ego, sim, à impunidade, sim, à ideia de que o desejo masculino é prioridade — muitos “moleques meninos” cresceram mal alimentados do essencial: frustração, limite e escuta.

Não aprenderam cedo que o não jamais é afronta, mas fronteira, limite…

Não é humilhação, é linguagem.

Não é convite à fúria, é exercício de humanidade.

Criados à base de concessões e silêncios forçados, confundiram afeto com posse, insistência com direito e desejo com autorização. 

E quando o mundo — especialmente as mulheres — ousa lhes negar algo, reagem como quem teve o prato retirado, não como quem foi chamado à maturidade.

O homem moleque não rejeita só o não: rejeita o espelho que ele oferece. 

Porque todo não bem colocado revela o que falta — e encarar a própria falta exige mais coragem do que gritar, ameaçar ou ferir.

Não, nem é só não, como dizem os muitos que fingem preocupação com as mulheres do nosso país…

Talvez uma das maiores e principais urgências do nosso tempo não seja ensinar mulheres a dizer não, mas ensinar homens a sobreviver a ele.

Porque o não, quando respeitado, educa.

Quando ouvido, humaniza.

E, quando aceito, transforma moleques famintos em homens capazes de conviver — e não de dominar.

Enquanto isso não acontece, o “Não” seguirá sendo resistência.

E a reflexão, uma necessidade inadiável.

Não é humano a aceitação medonha de que mulheres continuem sendo desumanizadas — no Brasil e no mundo — por causa de um “Não”.”

Esta frase aguardando revisão.

“⁠Que Deus é fiel,
o mundo já sabe,
ou ao menos deveria saber — e nós, até quando somos fiéis?


Deus tem sido sempre tão Generoso conosco que, se a Graça não fosse um Favor Imerecido, o Constrangimento talvez fosse muito maior que a Gratidão.


Não porque me falte reconhecimento, mas, porque sobra consciência das próprias falhas.


A graça, quando compreendida de verdade, não infla o ego — ela o desarma.


Talvez, sem essa plena consciência de imerecimento, dificilmente eu escaparia do abraço do constrangimento.


E há algo de profundamente pedagógico no favor que não se pode pagar, negociar ou justificar.


Ele nos retira do centro do palco, desmonta a agridoce ilusão de mérito e nos coloca no único lugar possível diante do Divino: o da humildade…


A Espiritual e a Intelectual.


Quem entende a graça não anda de peito estufado; anda de cabeça baixa, não por culpa, mas por reverência.


O constrangimento, nesse contexto, não é a vergonha paralisante, é puro espanto.


É perceber que, apesar de quem somos, carregados de rastros de podridão, continuamos sendo alcançados pelas mãos misericordiosas do Pai.


Que mesmo quando nossas mãos estão vazias de boas razões, elas ainda são preenchidas de misericórdia.


E isso nos educa mais do que qualquer repreensão.


Talvez a maior evidência de maturidade espiritual seja justamente essa: não transformar a generosidade de Deus em direito adquirido, nem a graça em moeda de barganha.


Quem vive consciente do favor imerecido não se acostuma com ele — agradece, cuida e tenta responder, não com merecimento, mas com fidelidade.


Que Deus é fiel, o mundo já sabe ou ao menos deveria saber — e nós?


Até quando somos ou tentamos ser fiéis?”

Esta frase aguardando revisão.

“⁠⁠Quem não se curva aos caprichos dos apaixonados — não precisa mendigar respeito, sobretudo de gente tão confusa.

Especialmente das que confundem coisas tão simples como: arrogância com bravura, autoritarismo com autoridade, discurso de ódio com liberdade de expressão e bajulação com admiração.

Salve as Forças Armadas brasileiras!

São tão confusos a ponto de trocarem princípios por gritos, razão por devoção cega, e coragem por brutalidade.

Chamam arrogância de bravura, como se elevar a voz fosse prova de grandeza.

Confundem autoritarismo com autoridade, sem perceber que a verdadeira autoridade não se impõe — se sustenta.

E ainda se vestem de discurso de ódio com o rótulo de liberdade de expressão, ignorando que liberdade não é licença para ferir.

E, pasmem, confundem descaradamente bajulação com admiração, porque nunca aprenderam a respeitar sem se ajoelharem.

O problema não está em ter convicções, mas em permitir que elas substituam o discernimento.

Paixões desenfreadas não constroem — atropelam.

E quem vive de idolatria costuma se ofender com qualquer espelho que revele a própria incoerência.

Respeito não se implora.

Se pratica, se demonstra, se preserva.

E quem sabe disso não se curva a histerias coletivas nem se deixa intimidar por certezas barulhentas e vazias.

Salve as Forças Armadas brasileiras —
não como instrumento de paixões momentâneas,
mas como instituições de Estado,
que existem para servir à nação, à Constituição e à ordem,
nunca a delírios, vaidades ou projetos pessoais.

Porque maturidade democrática também é saber distinguir força de violência,
autoridade de abuso,
e amor ao país de fanatismo disfarçado de patriotismo.”

Esta frase aguardando revisão.

“As Algemas não seriam só um Detalhe para acariciar o Ego de uma Sociedade quase sempre Algemada?

Talvez o fascínio pelas algemas não esteja no aço frio que restringe os pulsos, mas no calor simbólico que conforta consciências inquietas. 

Há algo de profundamente revelador na forma como celebramos o ato de prender — como se, ao assistir alguém ser contido, experimentássemos uma ilusória sensação de ordem, de justiça cumprida, de mundo corrigido.

Mas, e se essas Algemas, tão aplaudidas quando estão nos outros, forem apenas o reflexo de correntes mais sutis que carregamos sem perceber?

Vivemos cercados por Prisões que não fazem barulho: crenças que não ousamos questionar, narrativas que adotamos como verdades absolutas, paixões políticas que sequestram a razão. 

Algemas invisíveis, porém muito mais eficazes — porque não nos provocam incômodo suficiente para desejar liberdade.

Nesse cenário, o Espetáculo da Punição cumpre um papel curioso: ele distrai. 

Ao focarmos no “culpado” da vez, deixamos de encarar os mecanismos que nos aprisionam coletivamente. 

A indignação seletiva vira entretenimento. 

E o rigor, quando conveniente, vira virtude.

Talvez por isso as algemas — no outro — seduzam tanto. 

Elas oferecem a confortável ilusão de que a liberdade é uma condição natural — e que só alguns poucos, os “outros”, precisam ser contidos.

Mas uma sociedade que se acostuma a aplaudir correntes deveria, antes de tudo, desconfiar da leveza com que movimenta as próprias mãos.

Porque o verdadeiro cárcere não é aquele que limita o corpo, mas o que Anestesia o Pensamento — e esse, quase sempre, dispensa Algemas Visíveis para cumprir seu papel.”

Esta frase aguardando revisão.

“É muito fácil vender Bravura de Leão enquanto se goza das prerrogativas e do conforto que o poder financeiro proporciona. 

Há quem diga o que lhe dá na teia para vender coragem só por gozar de privilégios…

Sob a sombra dessas garantias, o rugido soa alto, firme, quase convincente — mas não passa, muitas vezes, de um eco bem ensaiado em terreno seguro.

O problema não está apenas na encenação da coragem, mas no contraste brutal quando as circunstâncias mudam. 

Porque o verdadeiro teste da bravura não acontece quando se tem a caneta que assina destinos ao alcance das mãos, nem quando os riscos são amortecidos por privilégios. 

Ele se revela justamente na ausência dessas muletas — quando o silêncio pesa, quando a vulnerabilidade se impõe, quando não há plateia para aplaudir.

É aí que surge o trágico calote da performance: aqueles que se acostumaram a performar força descobrem, tarde demais, que não sabem sustentar leveza. 

Tentam, então, entregar a meiguice de um ursinho de pelúcia, mas sem nunca terem aprendido o que há de genuíno nela. 

Porque a doçura verdadeira não nasce da falta de poder — nasce do domínio sobre ele.

No fundo, o que se expõe não é apenas a incoerência, mas uma espécie de dependência: há quem só saiba ser grande quando tudo ao redor já o coloca acima dos outros. 

E quando esse cenário se desfaz, resta apenas o desconforto de encarar a própria dimensão real — sem metáforas, sem encenações, sem privilégios para sustentar a doce ilusão.

Talvez a coragem mais rara não seja a do leão que ruge protegido, mas a de quem consegue ser íntegro quando já não há nada que o proteja — nem mesmo a própria imagem.”

Esta frase aguardando revisão.

“Seria Humanamente impossível usar qualquer Mau Comportamento para relativizar outro sem se togar do Mau-Caratismo.

A tentativa de justificar o erro com outro erro revela mais sobre quem argumenta do que sobre o fato em si.

É como se a consciência, incapaz de sustentar a verdade nuą e crua, buscasse abrigo na comparação: “se o outro fez pior, o meu não é tão grave assim”.

Mas desde quando a gravidade de um ato deixa de existir porque há algo mais grave ao lado?

O peso moral não se dilui por contraste — ele apenas se acumula.

Relativizar desvios é uma forma sutil de normalizá-los.

E a normalização do erro é o terreno mais fértil para a sua repetição.

Quando alguém aponta o erro alheio para suavizar o próprio ou de alguém, não está defendendo justiça, mas tentando escapar dela.

É uma negociação íntima com a própria consciência, um pacto silencioso onde a verdade é sacrificada em nome do conforto.

O problema não está apenas na falha, mas na recusa em encará-la como tal.

Porque reconhecer o erro exige coragem — uma coragem que dispensa comparações e aceita a responsabilidade sem muletas.

Já o mau-caratismo, esse sim, precisa de referências externas, de exemplos piores, de histórias paralelas que sirvam como cortina de fumaça.

No fim, quem relativiza não absolve ninguém — apenas se condena junto.

Afinal, ao escolher medir o certo pelo errado, abandona-se qualquer possibilidade de integridade.

E sem integridade, o julgamento deixa de ser moral e passa a ser apenas conveniente.”

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“Lá no programa é assim. A gente engravida as mulheres e entrega para paulista otário tomar conta”

Marcelo Madureira, humorista, sobre o fato de as apresentadoras do Casseta & Planeta Luana Piovani e Maria Paula terem ficado grávidas dos paulistanos Ricardinho Mansur e João Suplicy, respectivamente
Fonte: Revista ISTOÉ Gente, edição 263 http://www.terra.com.br/istoegente/263/frases/index.htm (23/08/2004)

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“Não se pode ter paciência com quem quer que lhe façam o que não faz.”

Luís Vaz de Camões (1524–1580) poeta português

Obras de Luiz de Camões: precedidas de um ensaio biographico, se relatam alguns factos não conhecidos da sua vida‎ - Página 229 http://books.google.com.br/books?id=OxI2AAAAIAAJ&pg=PA229, Luís de Camões, João Antonio de Lemos Pereira de Lacerda Juromenha (Visconde de), Francesco Petrarca - Imprensa nacional, 1866
Cartas

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“Há uma vitalidade, uma força vital, uma energia, um estímulo que se traduz em você pelo seu ato, porque só há uma de você o tempo todo; essa expressão é única. Se você a detém, ela nunca existirá por nenhum outro meio e se perderá. Ela não aparecerá no mundo. Não é de sua conta determinar quão bom ela é, nem quão valiosa, nem como se compara com outras expressões. O que te importa é mantê-la clara e diretamente sua, manter o canal aberto. Você não tem nem mesmo que acreditar em si mesma e em seu trabalho. Você tem que se manter aberta e alerta ao anseio que te motiva. Mantenha o canal aberto. Nenhuma artista é agraciada. [Não há] qualquer satisfação, em momento algum. Há somente uma estranha insatisfação divina, uma inquietação bendita que nos impulsiona e nos faz mais vivas que os demais.”

Martha Graham (1894–1991)

"There is a vitality, a life force, an energy, a quickening that is translated through you into action, and because there is only one of you in all of time, this expression is unique. And if you block it, it will never exist through any other medium and it will be lost. The world will not have it. It is not your business to determine how good it is nor how valuable nor how it compares with other expressions. It is your business to keep it yours clearly and directly, to keep the channel open. You do not even have to believe in yourself or your work. You have to keep yourself open and aware to the urges that motivate you. Keep the channel open. ... No artist is pleased. [There is] no satisfaction whatever at any time. There is only a queer divine dissatisfaction, a blessed unrest that keeps us marching and makes us more alive than the others"
Martha: The Life and Work of Martha Graham - Página 4, Agnes de Mille - Random House, 1991, ISBN 0-394-5564.

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