“Sorriram-se, viram-se. Era infinitamente maio e Jó Joaquim pegou o amor. Enfim, entenderam-se.” João Guimarães Rosa (1908–1967)
“Mas, onde é bobice a qualquer resposta, é aí que a pergunta se pergunta.” João Guimarães Rosa (1908–1967)
“No que vagueia os olhos, contudo, surpreende-se-lhe o imanecer da bem-aventura, transordinária benignidade, o bom fantástico.” João Guimarães Rosa (1908–1967)
“Quando eu durmo, as minhas mãos se abrem. E aí eu sonho que estou tocando novamente no Carnegie Hall.” João Carlos Martins (1940) pianista e maestro brasileiro
“Verdes vindo à face da luz na beirada de cada folha a queda de uma gota” João Guimarães Rosa (1908–1967)
“Digo: o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia” João Guimarães Rosa (1908–1967)
“Ah, acho que não queria mesmo nada, de tanto que eu queria só tudo. Uma coisa, a coisa, esta coisa: eu somente queria era - ficar sendo!” João Guimarães Rosa (1908–1967)
“Malagourado de ódio: que sempre surge mais cedo e às vezes dá certo, igual palpite de amor” João Guimarães Rosa (1908–1967)
“Qual o caminho da gente? Nem para frente nem para trás: só para cima. Ou parar curto quieto. Feito os bichos fazem. Viver… o senhor já sabe: viver é etcétera…” João Guimarães Rosa (1908–1967)
“Não gosto desse passarinho. Não gosto de violão. Não gosto de nada que põe saudades na gente.” João Guimarães Rosa (1908–1967)
“O fato se dissolve. As lembranças são outras distâncias. Eram coisas que paravam já, à beira de um grande sono. A gente cresce sempre, sem saber para onde.” João Guimarães Rosa (1908–1967)
“O passado é que veio até mim, como uma nuvem, vem para ser reconhecido; apenas não estou sabendo decifra-lo.” João Guimarães Rosa (1908–1967)