Citações

“O negro precisa ter acesso ao dinheiro. O resto é balela.”

sobre o combate ao racismo no Brasil
Fonte: Revista IstoÉ Gente. Edição 379 http://www.terra.com.br/istoegente/379/frases/index.htm.

“Meus filhos não vão ser pagodeiros.”

Netinho, vocalista do grupo Negritude Júnior, em entrevista à revista Contigo
Fonte: Revista Veja http://veja.abril.com.br/131200/vejaessa.html, Edição 1 679 - 13 de dezembro de 2000

“A língua é como um rio: sem margens, desaparece.”

João Carreira Bom (1945–2002)

citação da abertura no site ciberduvidas.pt http://www.ciberduvidas.pt/aberturas.php?id=169, onde era consultor

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“É bom o (ministro Miguel) Rossetto anotar para dizer ao Patrus Ananias (ministro do Desenvolvimento Social): a pobreza de uma sociedade só se resolve dando poder aos pobres. Palavras de Hugo Chávez.”

João Pedro Stédile, líder dos sem-terra
Fonte: Revista Veja http://veja.abril.com.br/020205/vejaessa.html Edição 1890 . 2 de fevereiro de 2005

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“Nossa burguesia fedorenta só teve coragem de organizar a primeira universidade em 1903.”

João Pedro Stédile, líder dos sem-terra, na inauguração da Escola Nacional Florestan Fernandes.
Fonte: Revista Veja http://veja.abril.com.br/020205/vejaessa.html Edição 1890 . 2 de fevereiro de 2005

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“O papel do movimento não é agradar à classe média, que sempre foi oportunista. Não vim aqui puxar o saco de vocês.”

Em palestra a artistas e intelectuais cariocas.
Fonte: Revista Veja http://veja.abril.com.br/200897/p_015.html

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“Ao se pelar para a Playboy, a Débora nos causou um dano político irreparável.”

Sobre as fotos da sem-terra Débora.
Fonte: Revista Veja http://veja.abril.com.br/011097/p_012.html

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“A minha esposa foi ao Banco Rural tratar de uma conta da TVA.”

João Paulo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados (PT-SP), envolvido no Escândalo do Mensalão, justificando a ida de sua mulher ao banco, antes de ficar provado que ela havia sacado, em seu nome, 50 000 reais do valerioduto (julho de 2005)
Fonte: Revista VEJA, Edição 1937 . 28 de dezembro de 2005.

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“Não me esquecerei do povo do Nordeste!”

João Café Filho (1899–1970) político brasileiro, 18° presidente do Brasil

Diário de Pernambuco, 1955
Ao escritor e amigo Luiz Cristóvão dos Santos em visita ao estado de Pernambuco em 1955

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“O amor é sede depois de se ter bem bebido.”

Noites do sertão: "Corpo de Baile" - Página 61, de João Guimarães Rosa - Publicado por J. Olympio, 1965 - 251 páginas

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“Esperar é reconhecer-se incompleto.”

Tutaméia: terceiras estórias - Página 38, de João Guimarães Rosa - Publicado por Livraria J. Olympio, 1969 - 201 páginas

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“Infelicidade é questão de prefixo.”

Tutaméia: terceiras estórias - Página 76, de João Guimarães Rosa - Publicado por Livraria J. Olympio, 1969 - 201 páginas

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“Mas quem é que sabe como? Viver… o senhor já sabe: viver é etcétera…”

João Guimarães Rosa (1908–1967)

Grande sertão: veredas - Página 90, de João Guimarães Rosa - Publicado por J. Olympio, 1958 - 571 páginas
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“Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa.”

João Guimarães Rosa (1908–1967)

Grande sertão: veredas - Página 16, de João Guimarães Rosa - Publicado por J. Olympio, 1958 - 571 páginas
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“A colheita é comum, mas o capinar é sozinho.”

João Guimarães Rosa (1908–1967)

Grande sertão: veredas - Página 57, de João Guimarães Rosa - Publicado por J. Olympio, 1958 - 571 páginas
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“Eu eu? Eu eu?”

João Guimarães Rosa (1908–1967)

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“As pessoas não morrem, ficam encantadas.”

João Guimarães Rosa (1908–1967)

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“Passarinho que se debruça - o voo já está pronto!”

João Guimarães Rosa (1908–1967)

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