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@filipe, membro de 18 de Novembro de 2017
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“A dor que não fala, geme no coração até que o parte.”

William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês

Variante: Dai a palavra à dor: a dor que não fala, geme no coração até que o parte.

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“Amor - uma grave doença mental.”

Platão (-427–-347 a.C.) filósofo grego

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“Quem, como ele, tinha sobrevivido ao próprio nascimento no lixo não se deixava expulsar tão facilmente do mundo. Era capaz de comer sopa aguada dias e dias, sobrevivia com o leite mais diluído, suportava os legumes e as carnes mais podres. Ao longo da infância, sobreviveu ao sarampo, disenteria, varicela, cólera, a uma queda de seis metros num poço e a queimadura no peito com água fervente. É verdade que trazia disso cicatrizes, arranhões, feridas e um pé meio aleijado que o fazia capengar, mas sobreviveu. Era duro como uma bactéria resistente e auto-suficiente como um carrapato colado numa árvore, que vive de uma gotinha de sangue sugada ano passado. Precisava de um mínimo de alimentação e vestimenta para o corpo. Para a alma, não precisava de nada. Calor humano, dedicação, delicadeza, amor — ou seja lá como se chamam todas as coisas que dizem que uma criança precisa — eram completamente dispensáveis para o menino Grenouille. Ou então, assim nos parece, ele as tinha tornado dispensáveis simplesmente para poder sobreviver. O grito depois do seu nascimento, o grito sob a mesa de limpar peixe, o grito com que ele se tinha feito notar e levado a mãe ao cadafalso, não fora um grito instintivo de compaixão e amor. Fora bem pesado, quase se poderia dizer um grito maduramente pensado e pesado, com que o recém-nascido se decidira contra o amor e, mesmo assim, a favor da vida. Nas circunstâncias, isto era possível sem aquilo, e, se a criança tivesse exigido ambos, então teria, sem dúvida, fenecido miseramente. Também teria podido, no entanto, escolher naquela ocasião a segunda possibilidade que lhe estava aberta, calando e legando o caminho do nascimento para a morte sem esse desvio pela vida, e assim teria poupado a si e ao mundo uma porção de desgraças. Mas, para se omitir tão humildemente, teria sido necessário um mínimo de gentileza inata, e isto Grenouille não possuía. Foi um monstro desde o começo. Ele se decidiu em favor da vida por pura teimosia e maldade.”

Patrick Süskind livro O Perfume

Perfume: The Story of a Murderer

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“The eye with which I see God is the same with which God sees me. My eye and God's eye is one eye, and one sight, and one knowledge, and one love.”

Meister Eckhart (1260–1328) German theologian

Sermon IV : True Hearing
Meister Eckhart’s Sermons (1909)
Contexto: The man who abides in the will of God wills nothing else than what God is, and what He wills. If he were ill he would not wish to be well. If he really abides in God's will, all pain is to him a joy, all complication, simple: yea, even the pains of hell would be a joy to him. He is free and gone out from himself, and from all that he receives, he must be free. If my eye is to discern colour, it must itself be free from all colour. The eye with which I see God is the same with which God sees me. My eye and God's eye is one eye, and one sight, and one knowledge, and one love.

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“If the only prayer you said was thank you, that would be enough.”

Meister Eckhart (1260–1328) German theologian

Very commonly attributed to Eckhart on the internet and some publications, but the earliest source yet located is A Bucket of Surprises‎ (2002) by J. John and Mark Stibbe Variants: If "thank you" is the only prayer you can utter in your lifetime, that would be enough.
Disputed
Variante: If the only prayer you said in your whole life was, "thank you," that would suffice.

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“And suddenly you know: It's time to start something new and trust the magic of beginnings”

Meister Eckhart (1260–1328) German theologian

Widely circulated on the internet, but no actual text to tie it back to Eckhart, as of yet.
Ref: en.wikiquote.org - Meister Eckhart / Disputed

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