cyon_vieira

@cyon_vieira, membro de 6 de Setembro de 2017

Eu sou abençoado, abençoado eu sou Eu sou abençoado, foi Cristo que me abençoou Muito criticam de mim e até dizem assim ele é um perdedor Querem me ver humilhado, triste e derrotador mais isso eu não sou Eu fui lavado e remido com o sangue de cristo que me libertou E hoje eu sou abençoado, muito abençoado é isso que eu sou

“Face a face


Falava o Senhor a Moisés face a face, como qualquer fala a seu amigo… v.11


Embora o mundo esteja conectado como jamais esteve, nada substitui o encontro pessoal. À medida que compartilhamos e rimos juntos, muitas vezes sentimos, quase inconscientemente, as emoções da outra pessoa observando seus movimentos faciais. Aqueles que se amam, familiares ou amigos, gostam de compartilhar face a face uns com os outros.

Vemos essa relação face a face entre o Senhor e Moisés, o homem que Deus escolheu para liderar o Seu povo. A confiança de Moisés cresceu ao longo dos anos, enquanto ele andava com Deus, e continuava a segui-lo, apesar da rebeldia e idolatria do povo. Depois que o povo adorou um bezerro de ouro em vez de adorar o Senhor (Êxodo 32), Moisés estabeleceu uma tenda fora do acampamento para se encontrar com Deus, e o povo tinha que observar de longe (vv.7-11). Quando a coluna de nuvem representando a presença de Deus desceu à tenda, Moisés falou em favor do povo. O Senhor prometeu que Sua Presença iria com eles (v.14).

Por causa da morte de Jesus na cruz e Sua ressurreição, não precisamos de alguém como Moisés para falar com Deus por nós. Em vez disso, assim como Jesus afirmou aos Seus discípulos, podemos ter comunhão com Deus através de Cristo (JOÃO 15:15). Nós também podemos nos encontrar com Ele, e falar com o Senhor como alguém que fala a um amigo.

Podemos conversar com o Senhor 
como um verdadeiro amigo. Amy Boucher Pye”

“Detalhes íntimos


Sabes quando me assento e quando me levanto; e longe penetras os meus pensamentos. v.2


O Universo é grandioso, a Lua gira em torno de nós a quase 4 mil km por hora. A Terra gira em torno do Sol a 
106 mil km por hora. Nosso sol é um dentre 200 bilhões de outras estrelas e trilhões de mais planetas na galáxia, e essa galáxia é apenas uma de 100 bilhões de outras que se precipitam pelo espaço. Espantoso!

Em comparação a este vasto cosmos, nossa pequena Terra não é maior do que um seixo, e nossa vida individual não é maior do que um grão de areia. No entanto, de acordo com as Escrituras, o Deus das galáxias atende a cada um de nós seres microscópicos em detalhes íntimos. Ele nos viu antes de existirmos (Salmo 139:13-16); Ele nos sonda ao longo dos nossos dias e penetra os nossos pensamentos (vv.1-6).

Às vezes, pode ser difícil acreditar que este pequeno “seixo” tem problemas como a guerra e a fome, e podemos questionar o cuidado de Deus em momentos de sofrimento pessoal. Mas quando o rei Davi escreveu o Salmo 139 ele estava em meio à crise (vv.19,20). Quando Jesus disse que Deus conta cada cabelo de nossa cabeça (Mateus 10:30), era a época de crucificação. Falar sobre a atenção cuidadosa de Deus não é um desejo ingênuo. É a verdade do mundo real.

Aquele que mantém as galáxias girando nos conhece intimamente, e isso pode nos ajudar a superar os tempos mais difíceis.

O Deus do cosmo cuida de nós intimamente. Sheridan Voysey”

“Fugindo com ele


Pela fé, Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício… Hebreus 11:4


Em 2004, a esquiadora canadense Beckie Scott recebeu uma medalha de ouro olímpica. Os Jogos Olímpicos de Inverno tinham sido realizados em 2002, nos EUA. Ela tinha recebido a de bronze, mas duas atletas foram desqualificadas meses depois, quando se soube que tinham usado substâncias proibidas.

Foi bom ela, finalmente, ter recebido o ouro, mas foi-se para sempre o momento em que poderia estar no pódio e ouvir o seu hino nacional. Essa injustiça não poderia ser reparada.

A injustiça de qualquer espécie nos perturba, e com certeza, há erros muito maiores do que lhe ser negado uma medalha arduamente conquistada. A história de Caim e Abel mostra um ato final de injustiça (Gênesis 4:8). À primeira vista, poderia parecer que Caim se deu bem com o assassinato de seu irmão. Afinal, ele teve vida longa e plena, e construiu uma cidade (v.17).

Mas Deus confrontou Caim: “Que fizeste? A voz do sangue de teu irmão clama da terra a mim” (v.10). O Novo Testamento registrou Caim como um exemplo a ser evitado (1 João 3:12, Judas 1:11). Mas sobre Abel lemos: “Pela fé, Abel […] mesmo depois de morto, ainda fala” (Hebreus 11:4).

Deus se preocupa com a justiça, com a retificação dos erros e a defesa dos impotentes. Ninguém consegue escapar com atos de injustiça nem Deus deixa de recompensar nossa obra feita em fé por Ele.

O pecado não será julgado pelo modo como o vemos, 
mas pelo modo como Deus o vê. Tim Gustafson”

“Como eu reagiria?


…não fostes vós que me enviastes para cá, e sim Deus, que me pôs… v.8


“A percepção do favoritismo é um dos maiores fatores na rivalidade entre irmãos”, disse a Dra. Barbara Howard, pediatra de desenvolvimento comportamental. José, o personagem do Antigo Testamento é um exemplo; ele era o filho favorito de seu pai, o que deixava seus irmãos mais velhos furiosos (Gênesis 37:3,4). Eles o venderam aos comerciantes que viajavam para o Egito e fizeram parecer que um animal selvagem o havia matado (37:12-36). Destruíram os seus sonhos e o futuro dele parecia sem esperança.

Ao longo da jornada, José foi fiel a Deus e confiou nele mesmo nas situações ruins. Depois de ser falsamente acusado pela mulher de seu patrão e de ser preso por algo que não fizera, lutou com a injustiça de sua situação, entretanto, continuou confiando no Senhor.

Anos depois, seus irmãos vieram ao Egito para comprar grãos durante um período de intensa fome e aterrorizaram-se ao descobrir que o seu irmão mais novo e desprezado era agora o primeiro-ministro. Mas José lhes disse: “…não vos entristeçais, nem vos irriteis contra vós mesmos por me haverdes vendido para aqui; porque, para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós…” (v.5).

As amáveis palavras de José me fazem questionar se eu estaria pronto para me vingar. Ou seria misericordioso porque o meu coração confia no Senhor?

Nas horas mais sombrias da vida, 
com os olhos da fé podemos ver a amorosa mão de Deus. David C. McCasland”

“Comemore a liberdade


Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte. 8:2


Depois de ter sido sequestrado, mantido refém por 13 dias, e libertado, o cinegrafista da Nova Zelândia, Olaf Wiig, com um amplo sorriso no rosto, anunciou: “Sinto-me mais vivo agora do que em toda a minha vida.”

Por razões difíceis de entender, ser libertado é mais emocionante do que ser livre.

Para aqueles que gostam da liberdade todos os dias, a alegria de Wiig é um bom lembrete de como nos esquecemos facilmente sobre como somos abençoados. Isso também acontece espiritualmente. Aqueles dentre nós que já são cristãos por muito tempo muitas vezes esquecem o que é ser refém do pecado. Podemos nos tornar complacentes e até ingratos. Mas, na sequência, Deus envia um lembrete na forma de um novo cristão com testemunho exuberante do que Deus tem feito em sua vida e, mais uma vez, reconhecemos a alegria que temos, sendo livres “da lei do pecado e da morte” (Romanos 8:2).

Se a liberdade se tornou aborrecida para você, ou se você tende a se concentrar no que não pode fazer, pense nisso: Você não só não é mais escravo do pecado, mas está liberto para ser santo e desfrutar a vida eterna com Cristo Jesus (6:22)!

Celebre a sua liberdade em Cristo, e invista o seu tempo agradecendo a Deus pelas coisas que você é capaz e livre para fazer sendo o Seu servo.

Viver para Cristo 
traz a verdadeira liberdade Julie Ackerman Link”

“Livre-se do pecado


…já não serei convosco, se não eliminardes do vosso meio a coisa roubada. v.12


O prazo de entrega de texto pairava sobre mim, e a discussão com o meu marido ainda girava em minha mente. Olhei para o cursor piscando, as pontas dos dedos no teclado. Ele também estava errado, Senhor.

A tela do computador ficou preta e franzi os cenhos. Não reconhecer meus erros estava mais do que dificultando o meu trabalho. Estava prejudicando o meu relacionamento com meu marido e meu Deus.

Peguei o celular, engoli o orgulho e pedi perdão. Saboreei a reconciliação quando o meu cônjuge se desculpou também, agradeci a Deus e terminei o artigo que devia, em tempo.

Os israelitas experimentaram a dor do pecado pessoal e a alegria da restauração. Josué advertiu o povo de Deus para não se enriquecerem na batalha de Jericó (Josué 6:18), mas Acã roubou os itens capturados e os escondeu em sua tenda (7:1). Somente após seu pecado ser exposto e tratado (vv.4-12), a nação reconciliou-se com seu Deus.

Como Acã, nem sempre reconhecemos como o fato de “esconder o pecado em nossa tenda” desvia o nosso coração de Deus e afeta os que nos rodeiam. Reconhecer Jesus como Senhor, admitir nosso pecado e buscar o perdão é a base para os relacionamentos saudáveis e fiéis com Deus e com os outros. Submetendo-nos diariamente ao nosso Criador e Sustentador, podemos servi-lo e desfrutar da Sua presença — juntos.

Deus pode purificar o nosso coração do pecado 
que destrói nossa intimidade com Ele e com os outros. Xochitl Dixon”

“Tomando atalhos


…Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. v.23


Sorvendo o chá, Nancy olhou para fora da janela da amiga e suspirou. As chuvas da primavera e a luz do sol estimulavam as cores exuberantes dos lírios, flores de íris, phlox e prímulas.

“Eu quero essa vista”, disse com melancolia, “sem todo o trabalho.”

Alguns atalhos são bons e até práticos. Outros, curto-circuitam o nosso espírito e nos enfraquecem. Queremos o romance sem as dificuldades de nos comprometermos com alguém tão diferente de nós mesmos. Queremos “grandeza” sem os riscos e fracassos necessários na aventura da vida real. Desejamos agradar a Deus, apenas quando isso não nos incomoda.

Jesus deixou claro aos Seus seguidores que não há atalho que evite a difícil escolha de entregarmos a nossa vida a Ele. E advertiu um futuro discípulo: “…Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus” (Lucas 9:62). Seguir a Cristo exige uma alteração radical de nossas lealdades.

Quando nos voltamos em fé a Jesus, o trabalho apenas começa. Mas isso vale muito a pena, pois Ele também nos disse que quem se sacrificar “…por amor de mim e por amor do evangelho…” receberá “…já no presente, o cêntuplo […] e no mundo por vir, a vida eterna” (Marcos 10:29,30). O seguir a Cristo é um desafio, mas Ele nos concedeu o Seu Espírito e a recompensa é a vida plena e alegre agora e para sempre.

A maioria das coisas 
que vale a pena fazer são difíceis. Tim Gustafson”

“Orações de cinco dedos


…orai uns pelos outros… v.16


A oração é uma conversa com Deus, não uma fórmula. No entanto, às vezes precisamos usar um “método” para revigorar o nosso tempo de oração. Podemos orar os Salmos ou outras Escrituras, como a Oração do Senhor, ou ainda usar o método ACGS (Adoração, Confissão, Gratidão e Súplica). Recentemente, aprendi e me deparei com esta “Oração de Cinco Dedos” para usar como um guia, quando orar por outras pessoas:

• Ao dobrar as mãos, o polegar está mais próximo de você. Então, comece orando por aqueles que lhe são mais próximos, seus entes queridos (Filipenses 1:3-5).

• O indicador é o ponteiro. Ore por aqueles que ensinam, professores de ensino bíblico, pregadores e os que ensinam as crianças (1 Tessalonicenses 5:25).

• O dedo seguinte é o médio. Ele o lembra a orar por aqueles com autoridade sobre você, líderes nacionais e locais, e seu supervisor no trabalho (1 Timóteo 2:1,2).

• O quarto dedo anelar é geralmente o mais fraco. Ore por aqueles que estão em apuros ou sofrendo (Tiago 5: 13,16).

• Então vem seu dedo mindinho. Lembra-o de sua pequenez em relação à grandeza de Deus. Peça-lhe para suprir as suas necessidades (Filipenses 4:6,19).

Seja qual for o método utilizado, apenas fale com seu Pai. Ele quer ouvir o que está em seu coração.

Não são as palavras que oramos que importam; 
é a condição de nosso coração. Anne Cetas”

“Compartilhando o conforto

…como sois participantes dos sofrimentos, assim o sereis da consolação. v.7

Uma amiga me enviou algumas de suas cerâmicas artesanais, porém esses preciosos objetos danificaram-se durante a viagem. Uma das xícaras tinha quebrado em partes grandes, era um emaranhado de cacos e cerâmica em pó. Depois que o meu marido colou as peças quebradas, coloquei a xícara belamente restaurada numa prateleira. Como uma cerâmica restaurada, tenho cicatrizes que provam que ainda posso me manter firme depois dos tempos difíceis que Deus me permitiu passar. Essa peça me lembra de compartilhar como o Senhor trabalhou em minha vida e por meio dela posso ajudar outros em seus momentos de sofrimento.

O apóstolo Paulo louva a Deus porque Ele é o “…Pai de misericórdias e Deus de toda consolação…” (v.3). O Senhor usa as nossas provações e sofrimentos para nos tornar mais semelhantes a Ele. O Seu conforto em nossas dificuldades nos prepara para encorajar os outros, enquanto compartilhamos o que Ele fez por nós em nosso tempo de necessidades (v.4).

Ao refletirmos sobre o sofrimento de Cristo, podemos ser inspirados a perseverar em meio a nossa própria dor, confiando que Deus usa nossas experiências para nos fortalecer e também aos outros na prática da paciência (vv.5-7). Como Paulo, podemos ser consolados sabendo que o Senhor usa as nossas provações para a Sua glória. Podemos compartilhar o Seu conforto e trazer esperança reconfortante para os feridos.

Deus conforta os outros quando compartilhamos como Ele nos confortou quando estávamos sofrendo. Xochitl Dixon”

“Razão para sorrir


Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente, como também estais fazendo. v.11


No local de trabalho, as palavras de encorajamento são importantes. Como os funcionários conversam entre si influencia na satisfação do cliente, nos lucros da empresa e na valorização dos colegas de trabalho. Estudos mostram que os membros dos grupos de trabalho mais eficazes afirmam um ao outro seis vezes mais do que desaprovam, discordam ou são sarcásticos. Equipes menos produtivas tendem a usar quase três comentários negativos para cada palavra útil.

Paulo aprendeu na prática o valor das palavras na formação de relacionamentos e resultados. Antes de encontrar Cristo no caminho de Damasco, suas palavras e ações aterrorizavam os seguidores de Jesus. Mas ao escrever aos tessalonicenses, ele já tinha se tornado um grande encorajador devido à obra de Deus em seu coração. Com seu exemplo, exortou seus leitores a animar uns aos outros. Embora tenha sido cuidadoso em evitar a lisonja, mostrou como apoiar os outros e refletir o Espírito de Cristo.

Paulo os lembrou de onde vem o encorajamento. Ele viu que confiar-nos a Deus, que nos amou o suficiente para morrer por nós, nos dá razão para confortar, perdoar, inspirar e desafiar amorosamente uns aos outros (1 Tessalonicenses 5:10,11).

Paulo nos mostra que encorajar uns aos outros é uma forma de ajudar a provar a paciência e a bondade de Deus.

O que poderia ser melhor do que trabalhar 
para despertar o melhor das pessoas? Mart De Haan”

“Ritmos da graça


Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração… v.29


Um amigo e sua esposa, entrando em seus 90 anos e casados há 66 anos, escreveram a história da família para os seus filhos, netos e gerações vindouras. O capítulo final contém “Uma carta de mamãe e papai”, com importantes lições de vida que eles aprenderam. Uma delas me fez parar e fazer um inventário de minha própria vida: “Se você achar que o cristianismo o esgota, drenando sua energia, então você está praticando a religião ao invés de desfrutar de um relacionamento com Jesus Cristo. Sua caminhada com o Senhor não o deixará cansado; vai revigorá-lo, restaurar sua força e energizar sua vida” (vv.28,29).

A paráfrase de Eugene Peterson do convite de Jesus nesta passagem começa: “Você está cansado? Esgotado? Exausto por causa da religião? Caminhe e trabalhe comigo. Aprenda sobre ritmos da graça ilimitada” (MSN).

Quando penso que servir a Deus depende de mim, começo a trabalhar para Ele em vez de andar com Ele. Há uma diferença vital. Se eu não estiver andando com Cristo, meu espírito se torna seco e quebradiço. As pessoas são aborrecimentos, não seres humanos criados à imagem de Deus. Nada parece certo.

Quando sinto que estou praticando a religião em vez de desfrutar de um relacionamento com Jesus, é hora de desvencilhar-me do fardo e caminhar com Ele em seus “ritmos da graça ilimitada”.

Jesus deseja que andemos com Ele. David C. McCasland”