Alessandro Teodoro

@ateodoro72, membro de 20 de Fevereiro de 2022

Prefiro preservar o meu direito de não me descrever para não tropeçar no infortúnio de me Enaltecer ou me Limitar.

Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.

“⁠⁠Quem não se curva aos caprichos dos apaixonados — não precisa mendigar respeito, sobretudo de gente tão confusa.

Especialmente das que confundem coisas tão simples como: arrogância com bravura, autoritarismo com autoridade, discurso de ódio com liberdade de expressão e bajulação com admiração.

Salve as Forças Armadas brasileiras!

São tão confusos a ponto de trocarem princípios por gritos, razão por devoção cega, e coragem por brutalidade.

Chamam arrogância de bravura, como se elevar a voz fosse prova de grandeza.

Confundem autoritarismo com autoridade, sem perceber que a verdadeira autoridade não se impõe — se sustenta.

E ainda se vestem de discurso de ódio com o rótulo de liberdade de expressão, ignorando que liberdade não é licença para ferir.

E, pasmem, confundem descaradamente bajulação com admiração, porque nunca aprenderam a respeitar sem se ajoelharem.

O problema não está em ter convicções, mas em permitir que elas substituam o discernimento.

Paixões desenfreadas não constroem — atropelam.

E quem vive de idolatria costuma se ofender com qualquer espelho que revele a própria incoerência.

Respeito não se implora.

Se pratica, se demonstra, se preserva.

E quem sabe disso não se curva a histerias coletivas nem se deixa intimidar por certezas barulhentas e vazias.

Salve as Forças Armadas brasileiras —
não como instrumento de paixões momentâneas,
mas como instituições de Estado,
que existem para servir à nação, à Constituição e à ordem,
nunca a delírios, vaidades ou projetos pessoais.

Porque maturidade democrática também é saber distinguir força de violência,
autoridade de abuso,
e amor ao país de fanatismo disfarçado de patriotismo.”

Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.
Esta frase aguardando revisão.

“Quase todos querem ser autossuficientes, mas quase ninguém se banca quando a chapa esquenta.

Muitos gostam da ideia de serem autossuficientes.

Ela soa bonita, forte, admirável…

Dá a sensação de controle, de interdependência, de não dever nada a ninguém. 

Mas a verdade aparece quando a chapa esquenta.

E ela esquenta!

Sempre esquenta.

Ser autossuficiente não é só pagar as próprias contas ou tomar decisões sozinho quando tudo está calmo. 

É sustentar escolhas quando elas custam muito caro. 

É bancar o silêncio após o que precisava ser dito. 

É segurar as consequências quando não há aplauso, colo ou atalho.

É sobreviver às tempestades.

Mas muita gente confunde autossuficiência com orgulho. 

Diz que não precisa de ninguém, mas desmorona quando não recebe a simples validação do outro. 

Diz que aguenta, mas terceiriza a culpa quando algo dá errado. 

Quer a liberdade das escolhas, mas foge das responsabilidades que vem junto ou depois dela.

Quando a pressão aumenta, quando o conforto acaba, quando não há ninguém para salvar — é aí que se descobre quem realmente se banca. 

Porque independência não é ausência de apoio, é presença de coragem. 

É saber pedir ajuda sem se abandonar. 

É continuar inteiro mesmo tremendo.

No fim, ser autossuficiente não é nunca cair. 

É cair, levantar, olhar para o próprio reflexo e dizer: fui eu que escolhi assim — e eu fico.

Fico com o bônus e com o ônus.

Para sermos bons donos do próprio nariz, é preciso ter consciência de que ele também pode sangrar.”