“Não há nada mais desesperador para o homem do que, vendo-se livre, encontrar a quem sujeitar-se.”
Fiódor Dostoiévski (1821–1881) escritor russo
Atribuídas
Existiu!
“Não há nada mais desesperador para o homem do que, vendo-se livre, encontrar a quem sujeitar-se.”
Fiódor Dostoiévski (1821–1881) escritor russo
Atribuídas
Fiódor Dostoiévski livro O Jogador
Dostoiévski, Fiodor. O Jogador. Tradução Pietro Nassetti. São Paulo, 2010. Editora Martin Claret Ltda. Página 38
Notas do Subterrâneo ou Memórias do subsolo, O Jogador
Fiódor Dostoiévski (1821–1881) escritor russo
Notas do Subterrâneo ou Memórias do subsolo, Os Demônios ou Os Possessos
“… o homem tem tudo nas mãos, e se deixa escapar tudo, é porque tem medo…”
Fiódor Dostoiévski livro Crime e Castigo
Notas do Subterrâneo ou Memórias do subsolo, Crime e Castigo
“É melhor ser infeliz, porém estar inteirado disso, do que ser feliz e viver sendo feito de idiota.”
Fiódor Dostoiévski livro O Idiota
Notas do Subterrâneo ou Memórias do subsolo, O Idiota
“A lei é a razão não afetada pelo desejo”
Aristoteles livro Política
Livro III, 1287.a32,
Varição: ...não afetada pelas paixões.
Das partes dos animais, Política
“O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflecte.”
Aristoteles (-384–-321 a.C.) filósofo grego
Variante: O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete.
“Nunca existiu uma grande inteligência sem uma veia de loucura.”
Aristoteles (-384–-321 a.C.) filósofo grego
“Tentar não significa conseguir, mas certamente quem conseguiu tentou.”
Aristoteles (-384–-321 a.C.) filósofo grego
“Não se sente tanto a ofensa do inimigo, como a que do amigo se recebe.”
Aristoteles (-384–-321 a.C.) filósofo grego
“O homem prudente não diz tudo quanto pensa, mas pensa tudo quanto diz.”
Aristoteles (-384–-321 a.C.) filósofo grego
Variante: O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas pensa sempre tudo o que diz.
“Em todas as coisas da natureza existe algo de maravilhoso.”
Aristoteles (-384–-321 a.C.) filósofo grego
Livro I, 645.a16
Das partes dos animais
“O raciocínio é um argumento em que, estabelecidas certas coisas diferentes se deduzem da primeira.”
Aristoteles (-384–-321 a.C.) filósofo grego