rekokoker
@rekokoker, membro de 1 de Outubro de 2025“A minha única diferença em relação a um homem louco é que eu não sou louco!”
Salvador Dalí (1904–1989)
Variante: A única diferença entre um louco e eu é que não sou louco
“Eu vou ser tão breve que na verdade já terminei.”
Salvador Dalí (1904–1989)
I will be so brief I have already finished
citado em "Time: Volume 145,Edições 18-26" - página cl, Briton Hadden, Henry Robinson Luce - Time Inc., 1995
Atribuídas
“O termômetro do sucesso é apenas a inveja dos descontentes.”
Salvador Dalí (1904–1989)
Variante: O termômetro do sucesso é meramente a inveja dos descontentes.
“Até onde vai o seu autocontrole, vai a sua liberdade.”
Marie von Ebner-Eschenbach (1830–1916)
So weit deine Selbstbeherrschung geht, so weit geht deine Freiheit
Aphorismen. Parabeln, Märchen und Gedichte - Página 77, Marie von Ebner-Eschenbach - Paetel, 1893
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
Daybreak: Thoughts on the Prejudices of Morality
“A vaidade alheia só nos é antipática quando vai de encontro a nossa.”
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
Die Eitelkeit anderer geht uns nur dann wider den Geschmack, wenn sie wider unsre Eitelkeit geht.
Werke - Volume 1 - Página 32, Friedrich Wilhelm Nietzsche, August Messer - A. Kröner, 1930
“O homem do conhecimento não só deve poder amar seus inimigos, deve também poder odiar seus amigos.”
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
Ecce Homo
“Para o homem que tem uma convicção, ela é a sua espinha dorsal.”
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
The Anti-Christ
“Onde acaba o Estado começa o homem que não é supérfluo.”
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
Assim falou Zaratustra
“O que maior punição nos atrai são as nossas virtudes.”
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
“Falando francamente, por vezes, é necessário nos irritarmos para que as coisas corram bem.”
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
Hegel livro Fenomenologia do Espírito
prólogo da "Fenomenologia do Espírito", conforme citado em "Arte e sociedade em Marcuse, Adorno e Benjamin: ensaio crítico sôbre a escola neohegeliana de Frankfurt" - página 101, Por José Guilherme Merquior, Publicado por Ed. Tempo Brasileiro, 1969, 311 páginas
“Nunca quebres o silêncio se não for para o melhorar.”
Ludwig Van Beethoven (1770–1827) compositor alemão