cyon_vieiraII

@cyon_vieiraII, membro de 6 de Setembro de 2017

Eu sou abençoado, abençoado eu sou Eu sou abençoado, foi Cristo que me abençoou Muito criticam de mim e até dizem assim ele é um perdedor Querem me ver humilhado, triste e derrotador mais isso eu não sou Eu fui lavado e remido com o sangue de cristo que me libertou E hoje eu sou abençoado, muito abençoado é isso que eu sou

“Viver com leões


…porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre… v.26


Quando visitei um museu em Chicago, EUA, vi um dos leões originais da Babilônia. Era uma imagem enorme em relevo, do tipo mural, de um leão alado com uma expressão feroz. Simbolizando Ishtar, a deusa babilônica do amor e da guerra, o leão era um exemplar dos 120 leões semelhantes que teriam se alinhado formando um caminho babilônico durante os anos de 604–562 a.C.

Os historiadores dizem que depois que os babilônios derrotaram Jerusalém, os cativos hebreus teriam visto esses leões durante o seu tempo no reino de Nabucodonosor. Os historiadores também dizem que é provável que alguns dos israelitas acreditassem que Ishtar tivesse derrotado o Deus de Israel.

Daniel, um dos cativos hebreus, não compartilhou dessas dúvidas que poderiam ter incomodado alguns de seus companheiros israelitas. Sua visão de Deus e seu compromisso com o Senhor permaneceram firmes. Ele orava três vezes por dia, com as janelas abertas, mesmo sabendo que isso significaria entrar em um covil de leões. Depois que Deus salvou Daniel dos animais famintos, o rei Dario disse: “…tremam e temam perante o Deus de Daniel, porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre […]. Ele livra e salva “ (vv.26,27). A fidelidade de Daniel permitiu-lhe influenciar os líderes babilônios.

Permanecer fiel a Deus apesar da pressão e do desânimo pode inspirar outras pessoas a dar-lhe glória.

A fidelidade a Deus inspira os outros. Jennifer Benson Schuldt”

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“Flores para sempre


…seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente. v.8


Quando criança, meu filho Xavier gostava de me dar flores. Eu gostava de cada flor recém-colhida ou comprada por ele e seu pai, e a apreciava até a flor murchar e ser jogada fora.

Um dia, Xavier me deu um belo buquê de flores artificiais, e sorriu ao arranjar o lírio de seda branco, o girassol amarelo e a hortênsia roxa no vaso. E disse: “Olhe, mamãe, vão durar para sempre. Isso é o quanto eu te amo.”

Desde então, ele cresceu e agora é jovem. As pétalas de seda se desgastaram, as cores desapareceram. Ainda assim, as flores “para sempre” me lembram desse amor, e me trazem algo mais à mente — algo que realmente permanece para sempre: o amor ilimitado e duradouro de Deus, revelado em Sua Palavra infalível e duradoura (v.8).

Quando os israelitas enfrentaram provações, Isaías os confortou com confiança nas palavras consoladoras de Deus (v.1). Proclamou que Deus pagara a dívida causada pelo pecado deles (v.2), garantindo sua esperança no próximo Messias (vv.3-5). Eles confiaram no profeta porque o foco dele permanecia em Deus, não nas circunstâncias que os envolviam.

Neste mundo de incertezas e aflições, nossas opiniões e sentimentos estão sempre mudando e são tão limitados quanto a nossa mortalidade (vv.6,7). Ainda assim, podemos confiar no amor e no caráter imutável de Deus, revelado em Sua Palavra constante e eternamente verdadeira.

Deus assegura o Seu amor em Sua Palavra imutável, 
hoje e eternamente. Xochitl Dixon”

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“Sementes de dispersão


Mas o que foi semeado em boa terra […] produz a cem, a sessenta e a trinta por um. v.23.


Recebi um e-mail maravilhoso de uma mulher que escreveu: “Sua mãe foi minha professora de primeiro ano em 1958. Ela era uma grande professora, muito gentil, mas rigorosa! Ela nos fez memorizar o Salmo 23 e dizê-lo na frente da classe, e fiquei horrorizado. Mas esse foi o único contato que tive com a Bíblia até 1997, quando me tornei cristão. E as lembranças da Sra. McCasland inundaram minha mente enquanto eu relia a Bíblia.”

Jesus contou a uma grande multidão a parábola sobre o fazendeiro que semeou, e cujas sementes caíram em diferentes tipos de terreno, uma à beira do caminho, outra em solo rochoso, entre espinhos e, por fim, em bom terreno (vv.1-9). Enquanto algumas sementes nunca germinaram, “a semente que cai em terra boa refere-se a alguém que ouve a palavra e a entende” e “produz a cem, a sessenta e a trinta por um” o que foi semeado (v.23).

Durante os 20 anos que a minha mãe lecionou na primeira série nas escolas públicas, a leitura, a escrita e a aritmética, ela espalhou as sementes da bondade e a mensagem do amor de Deus.

O e-mail de seu ex-aluno concluía: “Tive outras influências em minha caminhada cristã mais tarde na vida, é claro. Mas meu coração sempre retorna ao Salmo 23 e à natureza gentil de sua mãe.”

Uma semente do amor de Deus semeado hoje pode produzir uma colheita extraordinária.

Nós semeamos — Deus produz a colheita. David C. McCasland”

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“Salmos de acampamento


Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome!… v.1


Quando meu marido e eu saíamos a passear pela natureza, levamos as nossas câmeras para fotografar as pequenas plantas por onde caminhamos, que são como microcosmos do mundo. Vemos a variedade e a beleza surpreendente, mesmo nos fungos que brotam durante a noite e pontilham as madeiras com salpicos de laranja brilhante, vermelho e amarelo!

Os instantâneos da vida que nos rodeiam, me inspiram a levantar os olhos para o Criador que fez não só os cogumelos, mas também as estrelas nos céus. Ele projetou um mundo de infinitas variedades. E o Senhor fez você e eu e nos colocou no meio de toda essa beleza para a desfrutarmos e dominarmos ou governarmos sobre ela (Gênesis 1:27,28, Salmo 8:6-8).

Meus pensamentos se voltam para um dos “salmos de acampamentos” da nossa família os quais lemos sentados ao redor da fogueira. “Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Pois expuseste nos céus a tua majestade. […] Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres e o filho do homem, que o visites?” (8:1-4).

É maravilhoso saber que o grande Deus, que criou o mundo em todo o seu esplendor, se preocupa com você e comigo!

O Deus sábio o suficiente para me criar e também criar o mundo 
em que vivo é sábio o suficiente para cuidar de mim. Philip Yancey Alyson Kieda”

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“O Consolador


…quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade… v.13


Ao embarcar no avião para estudar numa cidade muito distante de casa, senti-me nervosa e sozinha. Mas durante o voo, lembrei-me de como Jesus prometeu aos Seus discípulos a presença reconfortante do Espírito Santo.

Os amigos de Jesus devem ter se sentido perplexos quando Ele lhes disse: “…convém-vos que eu vá…” (v.7). Como poderiam aqueles que testemunharam os Seus milagres e aprenderam com o Seu ensino estarem melhor sem Ele? Mas Jesus lhes disse que se Ele partisse, então o Consolador, o Espírito Santo, viria.

Jesus, aproximando-se de Suas últimas horas na Terra, compartilhou com os Seus discípulos (João 14-17, hoje conhecido como o “Discurso de Adoração”) para ajudá-los a entender a Sua morte e ascensão. O ponto central nesta conversa foi a vinda do Espírito Santo, um Consolador (14:16,17), que estaria com eles, ensinando, testemunhando (v.26) e guiando-os (16:13).

Nós, que aceitamos a oferta de Deus de uma nova vida, recebemos a dádiva do Seu Espírito habitando em nós. O Espírito Santo nos convence de nossos pecados e nos ajuda a nos arrependermos. Traz consolo quando sentimos dor, força para suportar dificuldades, sabedoria para entender o ensino de Deus, esperança e fé para crer, amor para compartilhar.

Podemos nos alegrar porque Jesus nos enviou o Consolador.

O Espírito Santo preenche o coração 
dos seguidores de Jesus. Amy Boucher Pye”

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“Cantando com Violeta


…tendo o desejo de partir e estar com Cristo, […] Mas, […] é mais necessário permanecer na carne. vv.23,24


Uma idosa chamada Violeta sentou-se em sua cama numa enfermaria jamaicana e sorriu quando alguns adolescentes pararam para visitá-la. O ar quente, pegajoso, do meio-dia entrou em seu aposento, mas ela não reclamou. Em vez disso, ela começou a buscar em sua mente uma canção para entoar. E um enorme sorriso surgiu ao cantar: “Estou correndo, pulando, saltando, louvando ao Senhor!” Enquanto cantava, balançava os braços para frente e para trás como se estivesse correndo. Lágrimas vieram aos que estavam ao seu redor, pois Violeta não tinha pernas. Ela estava cantando porque, ela mesmo disse, “Jesus me ama e no céu vou ter pernas para correr.”

A alegria de Violeta e a esperançosa antecipação do céu deram nova vitalidade às palavras de Paulo em Filipenses 1, quando ele se referiu às questões de vida e morte: “…se o viver na carne traz fruto para o meu trabalho, já não sei o que hei de escolher”, disse ele: “estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor” (vv.22,23).

Cada um de nós enfrenta tempos difíceis que podem nos fazer desejar a promessa de alívio celestial. Mas, como Violeta nos mostrou alegria apesar das circunstâncias atuais, nós também podemos continuar “correndo, saltando, louvando ao Senhor”, pela vida abundante que Ele nos dá aqui e pela suprema alegria que nos espera.

Quando Deus nos dá uma nova vida, 
encontramos a alegria infinita. Dave Branon”

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“Caminhos escuros

O Senhor, teu Deus, estará contigo onde quer que fores. v.9

Voltávamos das férias em família, e o trajeto nos levou por algumas estradas desoladas. Por quase duas horas, após o crepúsculo, dirigimos por entre cânions profundos e platôs do deserto. Menos de 20 faróis pontuavam a escuridão. Eventualmente, a Lua se levantava no horizonte, e era visível quando a estrada subia os montes, mas desaparecia quando viajávamos pelos vales. Minha filha comentou sobre a luz da Lua, chamando-a de lembrança da presença de Deus. Perguntei-lhe se ela precisava vê-lo para saber que Ele estava lá. Ela respondeu: “Não, mas com certeza ajuda.”

Após a morte de Moisés, Josué herdou a liderança dos israelitas e foi responsabilizado por levá-los à Terra Prometida. Apesar de sua comissão divina, Josué deve ter se sentido desafiado pela natureza assustadora de sua tarefa. Deus ofereceu graciosamente a Josué estar com ele na jornada à frente (v.9).

A estrada da vida nos leva frequentemente por territórios desconhecidos. Viajamos por suas estações quando o caminho à frente não nos é claramente visível. O plano de Deus nem sempre torna-se claro para nós, mas Ele prometeu estar conosco “todos os dias até à consumação do século” (Mateus 28:20). Poderíamos ter maior segurança, não importa quais incertezas ou desafios que possamos enfrentar? Mesmo quando o caminho estiver escuro, a Luz está conosco.

Deus está conosco mesmo quando não podemos vê-lo. Kirsten Holmberg”

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“Muito bom para não compartilhar


Este veio como testemunha para que testificasse a respeito da luz, a fim de todos virem a crer por intermédio dele. v.7


Durante o processo judicial, as testemunhas são mais do que observadores ou espectadores. Elas são participantes ativas que ajudam a determinar o resultado de um caso. O mesmo acontece com o nosso testemunho por Cristo. Devemos ser participantes ativos numa questão de importância absoluta — a verdade sobre a morte e ressurreição de Jesus.

Quando João Batista veio falar às pessoas sobre Jesus, a Luz do mundo, ele o fez declarando o seu conhecimento sobre Jesus. E João, o discípulo, registrou os acontecimentos e testificou sobre a sua experiência com Jesus: “…vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (João 1:14). O apóstolo Paulo esclareceria essa ideia quando disse ao jovem Timóteo: “E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros” (2 Timóteo 2:2).

Todos os cristãos foram convocados para o tribunal do mundo. A Bíblia diz que não somos meros espectadores, mas participantes ativos. Testificamos a verdade sobre a morte e a ressurreição de Jesus. João Batista era a voz de alguém clamando no deserto. Nossas vozes podem ser ouvidas em nosso local de trabalho, bairro, igreja e entre nossa família e amigos. Podemos ser testemunhas ativas, dizendo-lhes sobre a realidade de Jesus em nossa vida.

O evangelho é bom demais 
para não o compartilharmos. Lawrence Darmani”

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“O fardo da espera


Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio. v.12


Nos últimos anos, dois membros da minha família enfrentaram diagnósticos que ameaçavam a vida. Para mim, a parte mais difícil de apoiá-los em seus tratamentos tem sido a constante incerteza. Estou sempre desesperada por uma palavra definitiva vinda do médico, mas raramente as coisas são tão simples. Em vez de recebermos explicações claras, muitas vezes somos convidados a esperar.

É difícil suportar o fardo da incerteza, sempre questionando o que o próximo teste vai revelar. Teremos semanas, meses, anos ou décadas antes que a morte nos separe? Mas, independentemente da doença e do diagnóstico, cada um de nós morrerá um dia — doenças como o câncer apenas trazem a nossa mortalidade à cena, em vez de deixá-la ocultar-se nos recessos de nossa mente.

Diante desses lembretes sombrios da nossa mortalidade, encontro-me orando as palavras que Moisés certa vez orou. O Salmo 90 nos diz que, embora nossa vida seja como a grama que seca e se desvanece (vv.5,6), temos um lar eterno com Deus (v.1). Assim como Moisés, podemos pedir a Deus que nos ensine a contar os nossos dias para que possamos tomar decisões sábias (v.12) e tornar nossa breve vida fecunda fazendo valer o que realizamos para Ele (v.17). Em última análise, o salmo nos lembra de que a nossa esperança não está no diagnóstico de um médico, mas em Deus que é “de eternidade a eternidade”.

Podemos enfrentar a realidade da nossa própria mortalidade 
porque confiamos em Deus. Amy Peterson”

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“Louvor nas trevas


Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome. Hebreus 13:15


Apesar de meu amigo Miguel estar perdendo a visão, ele me disse: “Vou continuar louvando a Deus todos os dias, porque Ele fez tanto por mim.”

Jesus deu a Miguel, e a nós, a principal razão para que o louvemos sempre. Em Mateus 26, lemos sobre como Jesus compartilhou a refeição da Páscoa com Seus discípulos na noite antes de Sua morte na cruz. O versículo 30 nos mostra como eles terminaram aquela refeição: “E, tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras.”

Não era apenas um hino que cantavam naquela noite — era um hino de louvor. Por milênios, os judeus cantaram um grupo de Salmos chamado “O Hallel” na Páscoa (hallel é a palavra hebraica para “louvor”). A última destas orações e canções de louvor, encontradas nos Salmos 113–118, honra o Deus que se tornou a nossa salvação (118:21). Refere-se a uma pedra rejeitada que se tornou uma pedra angular (v.22) e uma que vem em nome do Senhor (v.26). Eles podem muito bem ter cantado: “Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele” (v.24).

Quando Jesus cantou com os Seus discípulos naquela noite da Páscoa, Ele estava nos dando a razão final para levantarmos os nossos olhos acima de nossas circunstâncias. Ele nos guiava no louvor pelo amor e fidelidade sem fim de nosso Deus.

Louvar a Deus nos ajuda 
a recordar a Sua infinita bondade. James Banks”

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“Devo perdoar?


…Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós. Colossenses 3:13


Cheguei cedo à minha igreja para ajudar a preparar um evento. Uma mulher estava chorando na extremidade oposta do santuário. Ela tinha sido cruel e feito fofocas a meu respeito no passado, então eu rapidamente afoguei os seus soluços com o barulho de um aspirador de pó. Por que eu deveria me preocupar com alguém que não gostava de mim?

Quando o Espírito Santo me lembrou o quanto Deus me perdoara, atravessei a sala e fui até ela. A mulher compartilhou que o seu bebê estava no hospital por alguns meses. Choramos, nos abraçamos e oramos por sua filha. Depois de acertar as nossas diferenças, agora somos boas amigas.

Em Mateus 18, Jesus compara o reino dos céus a um rei que decidiu resolver suas contas. Um servo que devia uma enorme quantidade de dinheiro implorou por misericórdia. Logo depois de o rei ter cancelado a dívida dele, aquele criado rastreou e condenou um homem que lhe devia muito menos do que o que ele próprio devia ao rei. Quando o rei soube disso, o servo perverso foi aprisionado por causa de seu próprio espírito implacável (vv.23-34).

Escolher perdoar não desculpa o pecado nem fecha os olhos às injustiças feitas a nós, nem minimiza as nossas mágoas. Oferecer o perdão simplesmente nos liberta para desfrutarmos da dádiva imerecida da misericórdia de Deus, quando o convidamos a realizar belas obras de restabelecimento da paz em nossa vida e em nossos relacionamentos.

Perdoar os outros demonstra nossa confiança no direito de Deus 
em julgar de acordo com a Sua perfeição e bondade. Xochitl Dixon”

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“O ministério da memória


Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal… v.11


Nossas experiências de perda e desapontamentos podem nos deixar irados, culpados e confusos. Se nossas escolhas fecharam certas portas que nunca serão reabertas ou, sem que fosse culpa nossa, a tragédia invadiu a nossa vida, o resultado muitas vezes é o que Oswald Chambers chamou de: “a tristeza insondável do ‘poderia ter sido’”. Podemos tentar suprimir a memória dolorosa, mas descobrimos que é impossível.

Chambers nos lembra de que o Senhor ainda está ativo em nossa vida. “Nunca tenha medo quando Deus traz o passado de volta”, disse ele. “Deixe a memória percorrer o seu caminho, como um ministro de Deus com sua repreensão, castigo e tristeza. Deus transformará o ‘poderia ter sido’ em algo maravilhoso [lugar de crescimento] para o futuro.”

Nos dias do Antigo Testamento, quando Deus enviou o povo de Israel para o exílio na Babilônia, Ele lhes disse para servi-lo naquela terra estrangeira e crescer na fé até que Ele os trouxesse de volta à casa deles. “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais” (v.11).

Deus os exortou a não ignorar ou prender-se aos acontecimentos do passado, mas em vez disso se concentrarem nele e olharem para frente. O perdão do Senhor pode transformar a memória de nossa tristeza em confiança em Seu amor eterno.

Deus pode usar as nossas mais profundas decepções 
para nutrir a nossa fé nele. David C. McCasland”

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“Apenas um toque


…Jesus, estendendo a mão, tocou-lhe… v.3


Karin alegrou-se com a oportunidade de ir a uma área remota da África Oriental para ajudar numa missão médica, mas ela se sentia desconfortável, pois não tinha experiência na área de saúde, mas ainda assim, poderia fornecer cuidados básicos.

Lá, ela conheceu uma mulher com uma doença terrível, mas tratável. A perna desfigurada dessa mulher lhe causava repulsa, mas Karin sabia que tinha que fazer alguma coisa. Enquanto limpava e enfaixava a perna doente, sua paciente começou a chorar. Preocupada, Karin perguntou-lhe se a machucava. “Não”, ela respondeu: “é a primeira vez que alguém me toca em 9 anos.”

A lepra é mais uma das doenças que podem tornar suas vítimas repulsivas para os outros, e a antiga cultura judaica tinha diretrizes rígidas para evitar a sua propagação: “…Será imundo durante os dias em que a praga estiver nele; é imundo, habitará só; a sua habitação será fora do arraial” (Levítico 13:46).

É por isso que é tão digno de nota que um leproso tenha se aproximado de Jesus para dizer: “…Senhor, se quiseres, podes purificar-me.” (Mateus 8:2). “E Jesus, estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo!” (v.3).

Ao tocar a perna doente de uma mulher solitária, Karin começou a demonstrar o amor destemido e restaurador de Jesus. Um único toque fez a diferença.

Podemos fazer diferença se superarmos os nossos medos 
e confiarmos em Deus para nos usar. Tim Gustafson”

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“Perguntas para Deus


Vai nessa tua força […] já que eu estou contigo… vv.14,16


O que você faria se o Senhor aparecesse no meio de seu expediente com uma mensagem? Isto aconteceu com Gideão: “…o Anjo do Senhor lhe apareceu e lhe disse: o Senhor é contigo, homem valente!” Gideão poderia ter respondido com um aceno e engolido em seco, mas disse: “…Se o Senhor é conosco, por que nos sobreveio tudo isto?…” (vv.12,13). Gideão queria entender o porquê parecia que Deus tinha abandonado o Seu povo.

Deus não lhe deu a resposta. Depois que Gideão suportou por 7 anos os ataques dos inimigos, a fome e o esconder-se em cavernas, Deus não explicou por que Ele nunca interveio. O Senhor poderia ter revelado que o motivo era o pecado passado de Israel, mas em vez disso deu-lhe esperança para o futuro, dizendo: “…Vai nessa tua força… eu o ajudarei. Você esmagará todos os midianitas” (vv.14,16).

Você já se questionou por que Deus permitiu o sofrimento em sua vida? Em vez de responder-lhe, Deus pode satisfazê-lo com a Sua presença hoje e lembrá-lo de que você pode confiar na força dele quando se sentir fraco. Quando Gideão finalmente acreditou que Deus estava com ele e o ajudaria, construiu-lhe um altar e o chamou de “O Senhor é paz” (v.24).

Há paz em saber que em tudo o que fizermos e onde formos, iremos com Deus, que prometeu nunca nos deixar e nem abandonar os Seus seguidores.

O que poderia ser melhor do que obter respostas 
para os nossos por quês? Confiar em Deus. Jennifer Benson Schuldt”

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“Quando chega a manhã


Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem. v.1


Era tarde quando paramos numa pousada na Alemanha. Nosso quarto era acolhedor e tinha uma varanda, embora a névoa tornasse impossível ver por entre a escuridão. Mas, horas mais tarde, quando o sol se levantou, a névoa desvaneceu. E pudemos ver — uma cena idílica, que tinha sido severamente envolta em névoas na noite anterior, — nos prados verdes, o pasto com ovelhas calmas e exuberantes com pequenos sinos tilintando em seus pescoços, e grandes nuvens no céu que pareciam ovelhas enormes e macias.

Às vezes a vida pode ficar encoberta por uma densa névoa de desespero. Nossa situação pode parecer tão difícil que começamos a perder a esperança. Mas, assim como o sol que afasta a névoa, a nossa fé em Deus pode afastar a onda de dúvida. Hebreus 11 define a fé como: “a convicção de fatos que se não veem” (v.1). Essa passagem continua a lembrar-nos da fé de Noé, e que: “pela fé, Noé, divinamente instruído acerca de acontecimentos que ainda não se viam e sendo temente a Deus”, o obedeceu (v.7). E Abraão, que, foi onde Deus o enviou, mesmo não sabendo para qual local estava indo (v.8).

Embora nem sempre podemos vê-lo ou sentir a Sua presença, Deus está sempre presente e nos ajudará a passar pelas noites mais escuras.

A fé é como o radar que enxerga em meio ao nevoeiro. 
Corrie ten Boom Cindy Hess Kasper”

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