paulinho valentino

@paulinho_valentino, membro de 6 de Setembro de 2017

Está surgindo ai um novo vencedor, Ele é alguém do Coração de Deus,
Um novo nome ouvirá sobre essa terra, Quem sabe, este nome seja o seu.

Esse alguém que o Senhor vai levantar, Talvez, seja o menor que está aqui,
De repente, ele seja o último a sentar à mesa como fez Davi.

“Sempre sob os Seus cuidados


Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho. v.8


No dia em que nossa filha mais nova estava voando de Munique a Barcelona, visitei o meu site favorito de rastreamento de voo para seguir o seu percurso. Depois que coloquei o número do voo, o computador mostrou que já tinha atravessado a Áustria e contornava a parte norte da Itália. De lá, o avião voaria sobre o Mediterrâneo, ao sul da Riviera francesa em direção à Espanha, e estava programado para aterrissar no horário previsto. Parecia que a única coisa que eu não podia descobrir era o que os comissários de bordo estavam servindo para o almoço!

Por que eu me importo sobre a localização e as circunstâncias que a envolvem? Porque eu a amo, e me importo com quem ela é, o que está fazendo, e o rumo que está tomando em sua vida.

No Salmo 32, Davi celebrou a maravilha do perdão, orientação e preocupação de Deus conosco. Ao contrário de um pai humano, Deus conhece cada detalhe de nossa vida e as necessidades mais profundas do nosso coração. A promessa do Senhor para nós é: “Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho” (v.8).

Seja qual for a nossa situação hoje, podemos contar com a presença e cuidado de Deus, porque o “…o que confia no Senhor, a misericórdia o assistirá” (v.10).

Estamos sempre sob a visão 
e o cuidado amoroso de Deus. David C. McCasland”

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“A árvore falante


…carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados… 1 Pedro 2:24


Um dos primeiros poemas cristãos da literatura inglesa é The Dream of the Rood [O sonho do poste]. A palavra rood se origina da palavra rod, poste em inglês arcaico, e se refere à cruz em que Cristo foi crucificado. Nesse antigo poema do século 7, a história da crucificação é recontada a partir da perspectiva da cruz. Quando o madeiro descobre que será usado para matar o Filho de Deus, ele rejeita a ideia de ser usado dessa maneira. Mas, nesse poema, Cristo pede a ajuda da árvore para proporcionar a redenção a todos os que crerão nele.

No jardim do Éden, uma árvore foi a origem do fruto proibido que nossos pais espirituais provaram, permitindo que o pecado entrasse na raça humana. E, quando o Filho de Deus derramou o Seu sangue como sacrifício definitivo pelo pecado de toda a humanidade, Ele foi pregado sobre o madeiro por nós. Cristo “…[carregou] ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados…” (1 Pedro 2:24).

A cruz é o ponto de conversão para todos os que confiam em Cristo para a salvação. E, desde a crucificação, ela se tornou o símbolo, que representa a morte sacrificial do Filho de Deus para a nossa libertação do pecado e da morte. A cruz é, indescritivelmente, a maravilhosa evidência do amor de Deus por nós.

Cristo entregou a Sua vida pregado numa cruz 
para a nossa salvação eterna. Dennis Fisher”

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“Reconstruindo


…vinde, pois, reedifiquemos os muros de Jerusalém e deixemos de ser opróbrio. v.17


Quando Edward Klee voltou a Berlim após muitos anos de afastamento, a cidade que ele lembrava e à qual amava não estava mais lá. Ela havia mudado drasticamente — e ele também. Escrevendo na revista Hemispheres, Klee disse: “Voltar a uma cidade que você amava tende a ser uma aposta incerta… Pode ser uma decepção.” Voltar aos lugares de nosso passado pode produzir uma sensação de tristeza e perda. Já não somos mais a mesma pessoa que éramos então, nem o lugar que era tão importante em nossa vida está exatamente como era.

Neemias estava no exílio, distante da terra de Israel durante muitos anos, quando soube da situação desesperada de seu povo e da devastação na cidade de Jerusalém. Ele recebeu permissão de Artaxerxes, o rei da Pérsia, para retornar e reconstruir os muros. Após um reconhecimento noturno para examinar a situação (vv.13-15), Neemias disse aos habitantes da cidade: “…Estais vendo a miséria em que estamos, Jerusalém assolada, e as suas portas, queimadas; vinde, pois, reedifiquemos os muros de Jerusalém e deixemos de ser opróbrio” (v.17).

Neemias não voltou para relembrar, mas para reconstruir. Essa é uma poderosa lição para nós, ao considerarmos as partes danificadas de nosso passado que necessitam de reparos. Nossa fé em Cristo e no Seu poder é o que nos capacita a olhar para a frente, avançar e reconstruir.

Não podemos mudar o passado, 
mas Deus está nos transformando para o futuro. David C. McCasland”

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“Salvador atemporal


…Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, Eu Sou. v.58


Jeralean Talley, norte-americana, morreu em junho de 2015 como a pessoa viva mais idosa do mundo — 116 anos. Em 1995, a cidade de Jerusalém comemorou o seu aniversário de 3 mil anos. Uma pessoa de 116 anos é muito idosa, e uma cidade de 3 mil é muito antiga, mas há árvores que atingem idade ainda maior. Determinou-se que certo pinheiro das White Mountains da Califórnia, EUA, tinha mais de 4.800 anos. Ele precede em 800 anos o patriarca Abraão!

Desafiado pelos líderes religiosos judeus acerca de sua identidade, Jesus também afirmou ser anterior a Abraão. Ele disse: “…Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, Eu Sou” (João 8:58). Sua afirmação ousada chocou aqueles que o estavam confrontando, os quais tentaram apedrejá-lo. Eles sabiam que Ele não se referia a uma idade cronológica, mas estava realmente afirmando ser eterno ao usar o antigo nome de Deus: “Eu Sou” (Êxodo 3:14). Mas, como membro da trindade, Ele podia fazer essa alegação com legitimidade.

Em João 17:3, Jesus orou: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. Jesus, que é atemporal, viveu humanamente entre nós, para que pudéssemos viver para sempre. Ele cumpriu essa missão morrendo em nosso lugar e ressuscitando. Devido ao sacrifício de Jesus, o Salvador, temos a esperança de um futuro não limitado pelo tempo, no qual passaremos a eternidade com o Senhor. Ele é o Ser atemporal.

[Cristo] é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste. 
Colossenses 1:17 Bill Crowder”

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“Heróis invisíveis


…Arão e Hur sustentavam-lhe 
as mãos […] assim 
lhe ficaram as 
mãos firmes até ao 
pôr do sol. v.12


Há histórias da Bíblia que conseguem nos fazer parar e imaginar. Por exemplo, quando Moisés conduzia o povo de Deus à Terra Prometida e os amalequitas os atacaram, como ele sabia que devia ir ao topo da colina e manter levantado o bordão de Deus (Êxodo 17:8-15)? Não nos é dito, mas aprendemos que, quando Moisés erguia as mãos, os israelitas venciam a batalha, e quando ele as abaixava, os amalequitas venciam. Quando Moisés se cansava, seu irmão Arão e outro homem, Hur, erguiam os braços de Moisés para que os israelitas pudessem triunfar.

Sabemos pouco sobre Hur, mas ele teve um papel crucial nesse momento da história de Israel. Isto nos lembra de que os heróis invisíveis importam, que os apoiadores e os encorajadores dos líderes desempenham um papel essencial e, frequentemente, omitido. Os líderes podem ser mencionados nos livros de história ou louvados na mídia social, mas a testemunha fiel e silenciosa daqueles que servem de outras maneiras não é negligenciada pelo Senhor. Ele vê a pessoa que intercede diariamente em oração por amigos e familiares. Ele vê a mulher que, todos os domingos, recolhe as cadeiras da igreja. Ele vê o próximo que vem a nós com uma palavra de encorajamento.

Deus está nos usando, mesmo que a nossa tarefa pareça ser insignificante. Que possamos perceber e agradecer a qualquer herói invisível que nos ajude.

Deus sempre vê os heróis invisíveis. Amy Boucher Pye”

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“Humano demais


…eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado. v.14


O escritor britânico Evelyn Waugh usava as palavras de maneira que acentuava as suas falhas de caráter. Finalmente, ele se converteu ao cristianismo, mas ainda lutava. Certo dia, uma mulher lhe perguntou: “Sr. Waugh, como pode o senhor se comportar assim e ainda se dizer cristão?” Ele respondeu: “Senhora, eu posso ser tão ruim quanto diz. Mas, creia-me, se não fosse por minha religião, eu mal seria um ser humano.”

Waugh estava travando a batalha interior descrita pelo apóstolo Paulo: “…o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo” (Romanos 7:18). Ele também diz: “…bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado” (v.14). Ele explica ainda: “…no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo, nos meus membros, outra lei […]. Quem me livrará do corpo desta morte?” (vv.22-24). Em seguida, a resposta exultante: “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor…” (v.25).

Quando passamos a crer em Cristo, admitindo nossas transgressões e nossa necessidade de um Salvador, tornamo-nos imediatamente uma nova criação. Porém, nossa formação espiritual continua sendo uma jornada por toda a vida. Como observou o discípulo João: “…agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. […] quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é” (1 JOÃO 3:2).

C. S. Lewis nos diz que: Ser cristão é perdoar o imperdoável, 
porque Deus perdoou o imperdoável em nós. Tim Gustafson”

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“Nada falta


Deus pode fazer-vos abundar […] a fim de que […] superabundeis em toda boa obra. 2 Coríntios 9:8


Imagine fazer uma viagem sem bagagem. Sem necessidades básicas. Sem trocas de roupa. Sem dinheiro ou cartões de crédito. Soa insensato e aterrorizante, não?

Mas foi exatamente isso o que Jesus disse aos Seus doze discípulos para fazerem quando os enviou em sua primeira missão de pregar e curar. “Ordenou-lhes que nada levassem para o caminho, exceto um bordão; nem pão, nem alforje, nem dinheiro; que fossem calçados de sandálias e não usassem duas túnicas” (Marcos 6:8,9).

Contudo, mais adiante, quando os estava preparando para o seu trabalho após Ele partir, Jesus disse aos Seus discípulos: “…Quem tem bolsa, tome-a, como também o alforje; e o que não tem espada, venda a sua capa e compre uma” (Lucas 22:36). Então, qual é a questão aqui? Trata-se de confiar em que Deus proverá.

Referindo-se à primeira viagem, Jesus perguntou aos discípulos: “…Quando vos mandei sem bolsa, sem alforje e sem sandálias, faltou-vos, porventura, alguma coisa?…”. E eles responderam: “…Nada…” (v.35). Os discípulos tiveram tudo o que precisaram para realizar o que Deus os havia chamado a fazer. Ele foi capaz de supri-los com o poder de fazer a Sua obra (Marcos 6:7).

Será que nós confiamos que Deus suprirá as nossas necessidades? Estamos também assumindo responsabilidade pessoal e planejamento? Tenhamos fé de que Ele nos dará o que precisarmos para realizar a Sua obra.

A vontade de Deus feita ao Seu modo nunca deixará de receber a 
Sua provisão. Hudson Taylor, fundador da Missão do interior da China Poh Fang Chia”

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“A face de Deus


Porque Deus […] resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus… v.6


Grande parte da minha carreira de escritor tem girado em torno do problema da dor. Sempre volto às mesmas perguntas, como se estivesse cutucando uma velha ferida que nunca sara. Os leitores de meus livros me escrevem e suas histórias angustiantes dão faces humanas às minhas dúvidas. Lembro-me de um pastor de jovens me telefonando após descobrir que sua esposa e filha estavam morrendo de AIDS devido a uma transfusão de sangue contaminado. Ele perguntou: “Como posso falar ao meu grupo de jovens sobre um Deus amoroso?”

Aprendi a nem tentar responder a esses “por quês”. Por que a esposa do pastor de jovens recebeu o frasco de sangue contaminado? Por que um tornado atingiu uma cidade e não a outra? Por que as orações por cura física não são respondidas?

Uma pergunta, porém, já não me atormenta como antes: “Deus se importa?” Só conheço uma maneira de responder a essa pergunta, e a resposta é Jesus. Em Jesus, Deus nos deu uma face. Se você quiser saber como Deus se sente quanto ao sofrimento neste planeta que geme, olhe para aquela face.

“Deus se importa?” A morte de Seu Filho por nós, que acabará por eventualmente destruir toda dor, tristeza, sofrimento e morte eternamente, responde a essa pergunta.

O amor de Deus por nós é tão abrangente 
quanto os braços abertos de Cristo na cruz. Philip Yancey”

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“Abandone tudo


Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o 
vosso corpo por sacrifício vivo… v.1


Quando jogava basquetebol no time da universidade, no início de cada temporada eu tomava a decisão consciente de entrar naquele ginásio e me dedicar totalmente ao meu treinador — fazer tudo o que ele me pedisse para fazer.

Meu time não seria beneficiado se eu anunciasse: “Ei, treinador! Estou aqui. Quero fazer cestas e driblar, mas não me peça para correr para lá e para cá, jogar na defesa e ficar todo suado!”.

Todo atleta bem-sucedido deve confiar no treinador o suficiente para fazer o que este lhe pede a fim de que toda a equipe seja bem-sucedida.

Em Cristo, devemos nos tornar “…sacrifício vivo…” de Deus (Romanos 12:1). Dizemos ao nosso Salvador e Senhor: “Confio em ti. Estou disposto a fazer o que quiseres que eu faça.” E então, Ele nos “transforma” pela renovação da nossa mente para nos focarmos naquilo que lhe agrada.

É importante saber que Deus nunca nos pedirá para fazermos algo para o qual Ele já não nos tenha equipado. Como Paulo nos relembra, temos “…diferentes dons segundo a graça que nos foi dada…” (v.6).

Sabendo que podemos confiar em Deus com a nossa vida, podemos nos entregar totalmente a Ele, fortalecidos pelo conhecimento de que Ele nos criou e está nos ajudando a fazer esse esforço nele.

Não há risco algum 
em nos abandonarmos a Deus. Dave Branon”

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“Longas sombras


…o Senhor é bom, a sua misericórdia dura […] de geração em geração… v.5


Vários anos atrás, minha mulher e eu ficamos em uma pousada rústica num local remoto na Inglaterra. Estávamos lá com quatro outros casais ingleses, que não conhecíamos anteriormente. Sentados na sala de estar para um cafezinho após o jantar, a conversa se voltou para ocupações, com a pergunta “O que você faz?”. Na época, eu era o presidente do Instituto Bíblico Moody em Chicago, EUA. Presumi que ninguém ali sabia algo sobre esse Instituto ou seu fundador, D. L. Moody. Quando mencionei o nome da escola, a reação deles foi imediata e surpreendente. “De Moody e Sankey… esse Moody?” Outro hóspede acrescentou: “Temos um hinário Sankey e, frequentemente, nossa família se reúne em torno do piano para cantar canções dele.” Fiquei surpreso! O evangelista Dwight Moody e seu músico Ira Sankey tinham feito reuniões nas Ilhas Britânicas há mais de 120 anos e ainda se podia sentir a influência deles ali.

Naquela noite, saí da sala pensando nas maneiras como a nossa vida pode lançar longas sombras de influência para Deus — a influência de uma mãe que ora sobre os seus filhos, as palavras de incentivo de um colega de trabalho, o apoio e o desafio de um professor ou mentor, as palavras amorosas, mas corretivas, de um amigo. É um grande privilégio desempenhar um papel na maravilhosa promessa de que “…a sua misericórdia dura […] de geração em geração…” (SALMO 100:5).

Somente o que é feito por Cristo permanece. Joe Stowell”

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“O vale da bênção


Se algum mal nos sobrevier, […] clamaremos a ti na nossa angústia, e tu nos ouvirás… v.9


O artista francês Henri Matisse sentiu que o trabalho de seus últimos anos de vida o representava melhor. Naquele tempo, ele experimentou um novo estilo, criando imagens coloridas e grandes, com papel em vez de tinta. Ele decorou as paredes de seu quarto com essas imagens brilhantes. Para ele, isso foi importante, pois fora diagnosticado com câncer e, frequentemente, estava confinado à sua cama.

Adoecer, perder o emprego ou sofrer desgosto são exemplos do que alguns chamam “estar no vale”, onde o temor ofusca todo o restante. O povo de Judá vivenciou isso ao saber que um exército invasor se aproximava (2 Crônicas 20:2-3.). Seu rei orou: “Se algum mal nos sobrevier, […] clamaremos a ti na nossa angústia, e tu nos ouvirás…” (v.9). Deus respondeu: “…amanhã, saí-lhes ao encontro, porque o Senhor é convosco” (v.17).

Quando o exército de Judá chegou ao campo de batalha, seus inimigos já haviam destruído um ao outro. O povo de Deus passou três dias recolhendo os equipamentos, roupas e objetos de valor abandonados. Antes de saírem, eles se reuniram para louvar a Deus e chamaram ao lugar “vale de Beraca”, que significa “bênção”.

Deus caminha ao nosso lado quando atravessamos os vales mais profundos de nossa vida. E Ele pode nos fazer descobrir bênçãos nesses vales.

Deus é mestre em transformar 
fardos em bênçãos. Jennifer Benson Schuldt”

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“Perdendo para encontrar


…quem […] perde a vida por minha causa achá-la-á. v.39


Quando casei com meu noivo inglês e me mudei para o Reino Unido, pensei que seria uma aventura de 5 anos em uma terra estrangeira. Nunca sonhei que ainda estaria vivendo aqui quase 20 anos depois ou que, às vezes, sentiria que estava perdendo minha vida ao dizer adeus à família, amigos, trabalho e tudo que me era familiar. Entretanto, ao perder meu antigo estilo de vida, encontrei um melhor.

Jesus prometeu o dom contraditório aos Seus apóstolos: encontrar a vida quando a perdemos. Quando Ele enviou os doze discípulos para compartilharem as Suas boas-novas, Ele lhes pediu para que o amassem mais do que a suas mães ou pais, filhos ou filhas (Mateus 10:37). Suas palavras chegaram a uma cultura em que as famílias eram a pedra angular da sociedade e altamente valorizadas. Mas Ele prometeu que, se eles se dispusessem a perder a vida por Sua causa, eles a encontrariam (v.39).

Não temos de nos mudar para o exterior para nos encontrarmos em Cristo. Por meio de serviço e comprometimento, como ocorreu com os discípulos que saíram para compartilhar as boas notícias do reino de Deus, encontramo-nos recebendo mais do que damos por meio do amor abundante que o Senhor derrama sobre nós. É claro que Ele nos ama independentemente do quanto o servimos, e encontramos contentamento, significado e satisfação quando nos dedicamos ao bem-estar dos outros.

Toda perda deixa um espaço que pode ser preenchido 
com a presença de Deus. Amy Boucher Pye”

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