paulinho valentino

@paulinho_valentino, membro de 6 de Setembro de 2017

Está surgindo ai um novo vencedor, Ele é alguém do Coração de Deus,
Um novo nome ouvirá sobre essa terra, Quem sabe, este nome seja o seu.

Esse alguém que o Senhor vai levantar, Talvez, seja o menor que está aqui,
De repente, ele seja o último a sentar à mesa como fez Davi.

“Coração compassivo


Revesti-vos […] de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. v.12


Fomos em 7 pessoas assistir a um show musical num parque lotado. Para sentarmos juntos, tentamos nos espremer numa fila de cadeiras. Mas, enquanto nos acomodávamos, uma mulher se esgueirou entre nós. Sue, minha esposa lhe disse que queríamos sentar juntos, mas ela lhe respondeu: “Que pena”, e sentou-se junto aos seus dois companheiros.

Três de nós nos sentamos numa fila atrás da outra de quatro, e Sue notou que um adulto que parecia ter necessidades especiais acompanhava a intrusa. Ela queria manter seu pequeno grupo juntos para cuidar deles. Nisso, a nossa irritação se desfez. Sue disse: “Imagine como deve ser difícil num lugar lotado como este.” Sim, talvez a mulher tivesse sido rude, mas nós podíamos sentir compaixão em vez de raiva.

Sempre encontraremos pessoas que precisam de compaixão. Talvez as palavras de Paulo nos ajudem a ver as pessoas ao nosso redor de modo diferente. Como pessoas que precisam do toque suave de graça, e “…como eleitos de Deus, santos e amados”, nos revestirmos de “ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade” (v.12). Paulo nos diz: “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente…” (v.13).

Ao demonstrarmos compaixão, indicaremos aos outros quem é Aquele que derramou o Seu coração de graça e compaixão sobre nós.

Compaixão é entender os problemas dos outros. Dave Branon”

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“Nos bastidores

…foram ouvidas as tuas palavras; e, por causa das tuas palavras, é que eu vim. v.12

Minha filha enviou uma mensagem a um amigo, esperando receber logo a resposta. O telefone mostrava que a mensagem fora lida, e ela esperou ansiosa. Momentos depois, frustrada, gemeu de irritação pela demora. A irritação virou preocupação, e ela se questionou se isso significava que havia um problema entre ambos. A resposta veio e ela se sentiu aliviada ao ver que tudo estava bem. O amigo simplesmente levara algum tempo verificando os detalhes necessários.

O profeta Daniel também aguardou ansiosamente por uma resposta. Após receber a visão assustadora de grande guerra, Daniel jejuou e buscou a Deus em humilde oração (10:3,12). Durante três semanas, ficou sem resposta (vv.2,13). Finalmente, um anjo assegurou a Daniel de que suas preces tinham sido ouvidas “desde o primeiro dia”. Nesse meio tempo, o anjo estava lutando em defesa dessas orações. Embora Daniel não soubesse no início, Deus estava agindo durante cada um dos 21 dias que decorreram entre a primeira oração e a vinda do anjo.

Confiar que Deus ouve as nossas orações (Salmo 40:1) pode nos tornar ansiosos quando a resposta divina não vem quando a desejamos. Tendemos a questionar se o Senhor se importa. No entanto, a experiência de Daniel nos lembra de que Deus está agindo em favor dos que ama, mesmo se isso não nos parecer óbvio.

Deus está sempre pronto a agir em favor do Seu povo. Kirsten Holmberg”

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“Quando o sim significa não


Na minha angústia, clamo ao Senhor, e ele me ouve. Salmo 120:1


Sou grata pelo privilégio de ter cuidado da minha mãe durante sua batalha contra a leucemia. Os medicamentos a prejudicaram e ela parou com o tratamento, dizendo: “Não quero sofrer mais, quero aproveitar meus últimos dias com a família. Deus sabe que estou pronta para ir ao lar eterno.”

Clamei ao amoroso Pai celestial, confiante em Seu poder. Mas para dizer “sim” para as orações dela, Ele teria de dizer “não” à minha. Soluçando, me rendi: “Faça a Sua vontade, Senhor.”

Logo depois, Jesus a recolheu para uma eternidade sem dor.

Neste mundo decaído, experimentaremos o sofrimento até a volta de Jesus. Nossa natureza pecaminosa, visão limitada e medo da dor pode distorcer a nossa capacidade de orar. Felizmente, “…aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos” (v.27). Ele nos lembra que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que o amam (v.28), mesmo quando o Seu “sim” para outra pessoa significa um doloroso “não” para nós.

Ao aceitarmos nossa parte em Seu propósito maior, podemos repercutir o lema de minha mãe: “Deus é bom, e isso é o que importa. Seja o que for que Ele decidir, estou em paz.” Confiamos na bondade do Senhor que responde a todas as orações de acordo com a Sua vontade e para a Sua glória.

As respostas de Deus são mais sábias 
do que as nossas orações. Xochitl Dixon”

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“O maior dos convites


Ah! […] os que tendes sede, vinde às águas; e vós, os que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei… v.1


Recentemente, recebi vários convites via e-mail. Alguns 
convidando-me a participar de seminários “grátis” sobre a aposentadoria, imóveis e seguros de vida que foram imediatamente descartados. Mas o convite para uma reunião em homenagem a um amigo de longa data me fez responder imediatamente: “Sim! Aceito. Convite + Desejo = Aceitação”.

Isaías 55:1 traz um dos maiores convites da Bíblia. O Senhor disse ao Seu povo que estava em circunstâncias difíceis, “Vinde, vós todos os que têm sede, vinde às águas; e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei! Vinde, comprai vinho e leite sem dinheiro e sem custo.” Esta é a extraordinária oferta de Deus para a nutrição interior, profunda satisfação espiritual, e vida eterna (vv.2,3).

O convite de Jesus é repetido no último capítulo da Bíblia: “O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Apocalipse 22:17).

Muitas vezes pensamos em vida eterna como um início depois de morrermos. Na verdade, ela começa quando recebemos Jesus Cristo como nosso Salvador e Senhor.

O convite de Deus para termos a vida eterna nele é o maior convite de todos! Convite + Desejo = Aceitação.

Quando aceitamos o convite de Jesus para segui-lo, 
toda a nossa vida muda de direção. David C. McCasland”

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“Julgamento por fogo


Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, […] receberá a coroa da vida… v.12


No inverno passado ao visitar um museu de história natural, aprendi alguns fatos interessantes sobre uma árvore chamada Aspen. Um bosque de álamos, de troncos delgados e brancos podem crescer a partir de uma única semente e compartilhar o mesmo sistema radicular. Estes sistemas radiculares podem existir por milhares de anos, mesmo sem produzir árvores. Eles dormem no subsolo, à espera de incêndio, inundação ou avalanche para limpar-lhes um espaço nas sombras da floresta. Após um desastre natural limpar a terra, as raízes dessa árvore podem finalmente sentir o sol. As raízes, então, produzem mudas, que se tornam árvores.

Para estes álamos, a devastação causada pela natureza lhes possibilita o crescimento. Tiago escreve que o nosso crescimento na fé, se torna possível pelas dificuldades: “…tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes. “ (Tiago 1:2-4).

É difícil ser alegre nas provações, mas podemos ter a esperança de que Deus usará as circunstâncias difíceis para nos ajudar a atingir a maturidade. Como árvores de álamo, a fé pode crescer em tempos de provação quando a dificuldade liberar espaço em nosso coração para a luz de Deus habitar em nós.

Nossas experiências e provações 
podem nos aproximar de Cristo. Amy Peterson”

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“Tendo bons frutos


Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto… v.3


A vista da minha janela do avião era marcante: uma fita estreita de campos de trigo maduros e pomares entre duas montanhas áridas. Um rio atravessava o vale. Água gerando vida, sem a qual não haveria qualquer fruto.

Assim como uma colheita abundante depende de uma fonte de água limpa, a qualidade do “fruto” em minha vida, as minhas palavras, ações e atitudes dependem do meu alimento espiritual. O salmista descreve isso no Salmo 1: A pessoa “…cujo prazer está na lei do Senhor […]. É como a árvore plantada junto a corrente de águas, que no devido tempo, dá o seu fruto…” (vv.1-3). E Paulo escreve em Gálatas 5 que aqueles que andam em sintonia com o Espírito são marcados por “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio…” (vv.22,23).

Às vezes, a minha perspectiva sobre as minhas circunstâncias azeda, ou minhas ações e palavras tornam-se persistentemente indelicadas. Não há bons frutos, e percebo que não investi tempo em quietude diante da Palavra de Deus. Mas quando o ritmo dos meus dias está enraizado na confiança em Deus, produzo bons frutos. A paciência e a gentileza caracterizam as minhas interações com os outros; e é mais fácil escolher a gratidão do que murmurar.

O Deus que se revelou a nós é a nossa fonte de força, sabedoria, alegria, compreensão e paz (Salmo 119:28,98,111,144,165). Ao fortalecermos a nossa alma nas palavras que nos levam a Ele, a obra do Espírito de Deus se tornará clara em nossa vida.

O Espírito de Deus habita em Seu povo, 
a fim de trabalhar por meio deles. Peter Chin”

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“Gestão de imagem


Visto que foste precioso aos meus olhos, digno de honra, e eu te amei, darei homens por ti… v.4


Para comemorar o aniversário de 80 anos de Winston Churchill, o parlamento britânico pediu que Graham Sutherland pintasse um retrato dele. “Como você vai me pintar”, Churchill teria perguntado ao artista: “Como anjo ou cão feroz?” Churchill gostava destas duas percepções que causava. Sutherland disse-lhe que o retrataria da maneira que o via.

Churchill não gostou do resultado. Foi retratado largado numa cadeira com a carranca mal-humorada, fiel à realidade. Após a sua apresentação oficial, Churchill escondeu-a em sua adega, e mais tarde, o retrato foi destruído secretamente.

A maioria de nós tem sua autoimagem e quer que outros concordem: seja de sucesso, santidade, beleza ou força. Podemos ir longe para esconder os lados “ocultos”. Talvez, no fundo, temamos que não seremos amados se o lado “bem pessoal” for conhecido.

Quando os israelitas foram levados cativos, eles foram vistos em seu pior momento. Por causa de pecados, Deus permitiu que os inimigos os conquistassem. Mas lhes disse para não temerem, pois os conhecia pelo nome, e estaria com eles em cada situação humilhante (Isaías 43:1,2). Eles estavam seguros em Suas mãos (v.13) e eram “preciosos” (v.4). Apesar de sua “feiura”, Deus os amava.

Deus nos conhece verdadeiramente e mesmo assim nos ama com intensidade (Efésios 3:18).

O profundo amor de Deus significa que podemos realmente 
ser quem somos diante de todos. Sheridan Voysey”

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“Oriente e Ocidente


Quem és tu que julgas o servo alheio?… v.4


Quando os alunos do sudeste da Ásia tiveram aulas com um professor visitante, este aprendeu uma lição. Depois de dar aos alunos um teste de múltipla escolha, surpreendeu-se ao descobrir muitas perguntas sem resposta. Enquanto devolvia os testes corrigidos, ele sugeriu que, da próxima vez, em vez de deixar respostas em branco eles deveriam dar um palpite. Surpreso, um dos estudantes levantou a mão e perguntou: “E se eu acidentalmente acertar a resposta? Estaria dando a entender que sabia a resposta.” O aluno e professor tinham perspectivas e práticas diferentes.

Nos dias do Novo Testamento, os convertidos judeus e gentios vinham para Cristo com perspectivas tão diferentes quanto o Oriente dista do Ocidente. Em pouco tempo, eles estavam em desacordo sobre assuntos tão diversos como dias de culto e o que um seguidor de Cristo seria livre para comer ou beber. O apóstolo Paulo exortou-os a lembrar um fato importante: Nenhum de nós está em posição de saber ou julgar o coração do outro.

Por uma questão de harmonia com outros cristãos, Deus nos exorta a percebermos que todos nós somos responsáveis diante de nosso Senhor, por agir de acordo com a Sua Palavra e nossa consciência. No entanto, somente Ele está em posição de julgar as atitudes do nosso coração (Romanos 14:4-7).

Seja lento para julgar os outros, 
mas rápido para julgar-se a si mesmo. Mart De Haan”

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“Não é esse


Estabeleça-se, e seja para sempre engrandecido o teu nome […] O Senhor dos Exércitos é o Deus de Israel… v.24


Davi elaborou os planos, projetou o mobiliário, recolheu os materiais e fez todos os arranjos (1 Crônicas 28:11-19). Mas o primeiro templo construído em Jerusalém é conhecido como o Templo de Salomão, não de Davi.

Porque Deus tinha dito: Não é você o escolhido (v.4). Deus tinha escolhido Salomão, o filho de Davi, para construir o Templo. A resposta de Davi para esta negação foi exemplar. Ele se concentrou naquilo que Deus faria, em vez de naquilo que ele próprio não poderia fazer (vv.16-25). Manteve um espírito de gratidão. Fez tudo o que podia e reuniu homens capazes para ajudar Salomão na construção do Templo (1Crônicas 22).

J. G. McConville, comentarista da Bíblia escreveu: “Muitas vezes, podemos ter que aceitar que o trabalho que gostaríamos muito de realizar em termos de serviço cristão, não é aquele para o qual estamos mais bem equipados, e nem aquele para o qual Deus, de fato, nos chamou. Pode ser, como o de Davi, um trabalho preparatório, que leva a algo obviamente maior.”

Davi procurou a glória de Deus, não a sua própria. Ele fielmente fez tudo que podia para o Templo do Senhor, estabeleceu uma base sólida para quem viria depois dele para completar o trabalho. Que nós, da mesma forma, aceitemos as tarefas que Deus nos confiou e o sirvamos com o coração agradecido! Nosso amoroso Deus está fazendo algo “obviamente maior.”

Deus pode ocultar o propósito de Seus caminhos, 
mas Seus caminhos têm propósitos. Poh Fang Chia”

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“Seu maravilhoso olhar


Buscai o Senhor e o seu poder, buscai perpetuamente a sua presença. v.11


Meu filho de 4 anos, está cheio de perguntas, e conversa muito. Gosto muito de conversar com ele, mas ele desenvolveu o hábito impróprio de falar comigo, mesmo quando ele está de costas. Muitas vezes, lhe digo: “Eu não posso te ouvir, por favor olhe para mim quando estiver falando.”

Às vezes, penso que Deus quer dizer a mesma coisa para nós, não porque Ele não pode nos ouvir, mas talvez porque falhamos com Ele, sem realmente “olhar” para o Senhor. Oramos, mas permanecemos presos às nossas próprias perguntas e concentrados em nós mesmos, esquecendo da pessoa a quem estamos orando. Tal como o meu filho, fazemos perguntas sem prestar atenção à pessoa com quem falamos.

Muitas das nossas preocupações serão resolvidas se nos lembrarmos de quem Deus é o que Ele tem feito. Pelo simples fato de nos voltarmos a Ele, encontramos conforto naquilo que já conhecemos de Seu caráter: que Ele é amoroso, perdoador, soberano, e cheio de misericórdia.

O salmista acreditava que devemos buscar a face de Deus continuamente (Salmo 105:4). Quando Davi nomeou os líderes de adoração e oração, ele incentivou o povo a louvar o caráter de Deus e contar histórias de Sua fidelidade no passado (1 Crônicas 16:8-27).

Quando voltamos os nossos olhos para a bela face de Deus, podemos encontrar a força e o conforto que nos sustentam, mesmo em meio a perguntas sem resposta.

Buscar a face de Deus 
pode fortalecer a nossa fé. Amy Peterson”

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“Um pequeno incêndio


Assim, também a língua, pequeno órgão, se gaba de grandes coisas. Vede como uma fagulha põe em brasas tão grande selva! v.5


Foi numa noite em que a maioria das pessoas estava dormindo, que começou um pequeno incêndio numa padaria. As chamas se espalharam de casa em casa e Londres foi engolida pelo Grande Incêndio de 1666. Mais de 70 mil pessoas ficaram desabrigadas pelo incêndio que destruiu quatro quintos da cidade. Tanta destruição originada por um pequeno incêndio!

A Bíblia nos adverte sobre outro fogo pequeno, mas destrutivo. Tiago se preocupava com vidas e relacionamentos, e não edifícios, quando escreveu: “Assim, também a língua, pequeno órgão, se gaba de grandes coisas. Vede como uma fagulha põe em brasas tão grande selva!” (v.5).

Mas nossas palavras também podem ser construtivas. Provérbios 16:24 nos lembra, “Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo.” O apóstolo Paulo diz: “A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um” (Cl 4:6). Como sal dá sabor ao alimento, a graça dá sabor às nossas palavras para a edificação de outros.

Com a ajuda do Espírito Santo, nossas palavras podem incentivar os que estão sofrendo, que querem crescer na fé, ou que precisam vir para o Salvador. Nossas palavras podem apagar incêndios em vez de iniciá-los.

Como serão as nossas palavras hoje? Bill Crowder”

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“Algo está errado


Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido. v.18


Após o nosso filho ter nascido, o médico disse: “Algo está errado.” O nosso filho, tão perfeito no exterior, tinha um defeito de nascença com risco de morte e seria necessário levá-lo a um hospital distante para imediata cirurgia.

Quando o médico lhe diz que algo está errado com o seu filho, a sua vida muda. O medo do que está por vir pode esmagar o seu espírito e você tropeçar, desesperada por um Deus que o fortaleça para poder apoiar o seu filho.

E você se questiona; Será que um Deus amoroso permitiria isso? Ele se preocupa com o meu filho? Onde está Deus? Estes pensamentos sacudiram a minha fé naquela manhã.

Em seguida, meu marido, Hiram, recebeu a mesma notícia, e oramos: “Obrigado, Pai, por nos dar o nosso filho. Ele te pertence. O Senhor o amava antes mesmo de nós o conhecermos, e ele pertence a ti. Fica com ele quando não pudermos. Amém.”

Hiram sempre foi um homem de poucas palavras. Ele se esforça para expressar seus pensamentos e muitas vezes nem tenta fazê-lo, sabendo que tenho palavras suficientes para preencher qualquer silêncio. Mas neste dia, com meu coração partido, meu espírito esmagado e pequena fé, Deus deu a Hiram força para falar as palavras que eu não poderia dizer. E segurando as mãos dele, em profundo silêncio e em meio a muitas lágrimas, senti que Deus estava muito próximo.

O melhor amigo 
é aquele que ora por você. Jolene Philo”

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“Depois de você


Acaso, não está diante de ti toda a terra? Peço-te que te apartes de mim… v.9


Em algumas culturas espera-se que o mais jovem permita que o mais idoso entre primeiro num recinto. Em outras, a pessoa mais importante ou de hierarquia maior. Não importam quais sejam as tradições, há momentos em que temos dificuldade para permitir que alguém escolha primeiro em questões importantes, especialmente, quando o privilégio, legitimamente, nos pertence.

Abrão (mais tarde Abraão) e seu sobrinho Ló tinham tanto rebanho e tendas que a terra não podia sustentar ambos num mesmo local. Para evitar conflitos, Abrão sugeriu que eles se separassem e deu a Ló, a chance de escolher o terreno primeiro. Ló escolheu o vale fértil do Jordão, deixando a terra menos desejável para o tio.

Abrão, já idoso, não insistiu em seus direitos, mas confiou o seu futuro a Deus e disse ao sobrinho: “…Não haja contenda entre mim e ti […] porque somos parentes chegados. […] Peço-te que te apartes de mim; se fores para a esquerda, irei para a direita; se fores para a direita, irei para a esquerda.” (vv.8,9). A escolha de Ló acabou levando a consequências desastrosas para toda a sua família (Gênesis 19).

Hoje, à medida que enfrentamos escolhas, podemos confiar em nosso Pai para nos guiar em Seu caminho. Ele prometeu cuidar de nós e sempre nos dará o que precisamos.

Deus sempre dá o Seu melhor para aqueles 
que deixam a escolha com Ele. Jim Elliot David C. McCasland”

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“Entre os dedos

Quem na concha de sua mão mediu as águas e tomou a medida dos céus a palmos?… v.12

Depois que derrubei desajeitadamente meu copo no balcão do restaurante, a bebida derramada caiu feito cascata da borda ao chão. Por pura vergonha, tentei segurar aquela cachoeira com as mãos fechadas feito concha. Meus esforços foram quase inúteis; a maior parte da bebida escorreu entre os meus dedos. Por fim, as palmas das mãos viradas para cima continham pouco mais do que uma colher de sopa daquele líquido, e meus pés estavam em meio àquela poça.

Isso se assemelha a minha vida em muitos dias. Luto para resolver problemas, supervisionar detalhes e controlar circunstâncias. Mas não importa o quanto tente, minhas mãos fracas são incapazes de controlar todas as partes. Algo invariavelmente desliza por entre meus dedos e cai aos meus pés, deixando-me sobrecarregada. Nenhum contorcer das mãos ou apertar dos dedos com mais força me torna capaz de lidar com todos os detalhes da situação.

Mas para Deus é possível. Isaías nos diz que Deus pode medir as águas de todos os oceanos e rios do globo e também da chuva na concha das Suas mãos (40:12). Somente as mãos dele são grandes o suficiente para isso. Não precisamos tentar segurar mais do que Ele projetou para as nossas mãos poderem sustentar. Quando nos sentimos sobrecarregados, podemos confiar os nossos cuidados e preocupações em Suas habilidosas mãos.

Podemos confiar em Deus para lidar com as circunstâncias que nos oprimem. Kirsten Holmberg”

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