“Ele entende e se importa
Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si… v.4
Quando lhe foi perguntado se ele achava que a ignorância e a apatia eram problemas na sociedade moderna, o homem brincou: “Não sei e não me importo.”
Acho que muitas pessoas desanimadas se sentem assim sobre o mundo e as pessoas de hoje. Mas quando se trata das perplexidades e preocupações de nossa vida, Jesus as entende perfeitamente, e se importa profundamente. Em Isaías 53, temos uma profecia do Antigo Testamento sobre a crucificação de Jesus, que nos dá um vislumbre do que Ele enfrentou em nosso lugar. “Ele foi oprimido e humilhado, […] como cordeiro foi levado ao matadouro…” (v.7). “…por causa da transgressão do meu povo, foi ele ferido” (v.8). “…ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do Senhor prosperará nas suas mãos” (v.10).
Na cruz, Jesus voluntariamente suportou nosso pecado e culpa. Ninguém jamais sofreu mais do que nosso Senhor por nós. Cristo sabia o que custaria para salvar-nos de nossos pecados e, em amor, Ele voluntariamente pagou (vv.4-6).
Por causa da ressurreição de Jesus dentre os mortos, Ele está vivo e conosco ainda hoje. Seja qual for a situação que enfrentamos, Jesus a entende e se preocupa. E Ele vai nos amparar.
Ele não está aqui, mas ressuscitou…
Lucas 24:6 David C. McCasland”
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“Preço do amor
…porquanto derramou a sua alma na morte… v.12
Nossa filha rompeu em lágrimas quando nos despedimos dos meus pais. Depois de nos visitar na Inglaterra, eles estavam começando a sua longa viagem de volta à casa deles nos EUA. “Não quero que eles vão”, disse ela. Quando fui consolá-la, meu marido comentou: “Tenho medo de que este seja o preço do amor.”
Podemos sentir a dor de sermos separados dos entes queridos, mas Jesus sentiu a separação final, quando pagou o preço do amor na cruz. Ele, que era ao mesmo tempo humano e Deus, cumpriu a profecia de Isaías feita 700 anos antes: Ele “levou sobre si o pecado de muitos” (v.12). Neste capítulo vemos Jesus ser o Servo sofredor, quando Ele estava “traspassado pelas nossas transgressões” (v.5), o que aconteceu quando Ele foi pregado na cruz e quando um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança (João 19:34), e que “pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53:5).
Por amor, Jesus veio ao mundo nascer como um bebê. Por amor, Ele foi oprimido e humilhado pelos mestres da lei, multidões e soldados. Por amor, Ele sofreu e morreu para ser o sacrifício perfeito, tomando o nosso lugar diante do Pai. Temos vida por causa do Seu amor.
Jesus foi o sacrifício perfeito
que morreu para nos dar a vida. Amy Boucher Pye”
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“Lembre-se da cruz
…Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus. v.39
Na igreja que frequento, há uma enorme cruz à frente do santuário. Ela representa a cruz original onde Jesus morreu — o lugar onde o nosso pecado se depara com a Sua santidade. Ali, Deus permitiu que Seu Filho perfeito morresse por causa de todas as coisas erradas que temos feito, dito ou pensado. Na cruz, Jesus completou o sacrifício necessário para nos salvar da morte que merecemos (Romanos 6:23).
A visão de uma cruz me faz considerar o que Jesus sofreu por nós. Antes de ser crucificado, Ele foi açoitado e nele cuspiram. Os soldados bateram na cabeça dele com madeira e ficaram de joelhos fingindo adorá-lo. Tentaram fazê-lo carregar Sua própria cruz até o lugar onde morreria, mas Jesus estava fisicamente muito fraco após o brutal flagelo. No Gólgota, martelaram os pregos em Sua carne para mantê-lo na cruz em posição vertical. Essas feridas suportaram o peso do Seu corpo, enquanto Ele estava suspenso ali. Seis horas depois, Jesus expirou (Marcos 15:37). Um centurião que testemunhou a morte
de Jesus declarou: “…Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus” (v.39).
A próxima vez que você vir o símbolo da cruz, repense sobre o significado que ela tem para você. O Filho de Deus sofreu e morreu sobre ela, e, em seguida, ressuscitou para que possamos ter a vida eterna.
A cruz de Cristo revela como é terrível o nosso pecado
e como é grande o amor de Deus. Jennifer Benson Schuldt”
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“Esquecido por nossa causa
…De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Hebreus 13:5
Ter um amigo por perto torna a dor mais suportável? Foi feito um estudo fascinante para responder a essa pergunta e saber como o cérebro reage à perspectiva de dor, e se reage de maneira diferente se uma pessoa enfrenta a ameaça de dor sozinho, segurando a mão de um estranho, ou de alguém que lhe é próximo.
Fizeram-se os testes em dezenas de pares, e os resultados foram consistentes. Quando uma pessoa estava só ou segurando a mão de um estranho, na expectativa de um choque, as regiões do cérebro que processam o perigo iluminavam-se. Ao segurar as mãos de alguém de confiança, o cérebro relaxava. A presença de um amigo fez a dor parecer mais suportável.
Jesus precisava de conforto ao orar no jardim do Getsêmani. Ele sabia que estava prestes a enfrentar traição, prisão e morte. Ele pediu aos Seus amigos mais próximos para ficarem e orarem com Ele, dizendo-lhes que a Sua alma estava “profundamente triste” (v.38). Mas Seus amigos dormiram.
Jesus enfrentou a agonia, sem o conforto da mão de alguém para segurar. Mas por Ele suportar essa dor, podemos ter a certeza de que Deus nunca nos deixará nem nos abandonará (Hebreus 13:5). Jesus sofreu para que jamais venhamos a experimentar a separação do amor de Deus (Romanos 8:39). A companhia do Senhor faz qualquer coisa que tenhamos que enfrentar ser mais suportável.
Por causa do amor de Deus,
nunca estamos realmente sozinhos. Amy Peterson”
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“Solte os cabelos
Então, Maria, […] ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos… v.3
Pouco antes de Jesus ser crucificado, uma mulher chamada Maria derramou um jarro de perfume caro em Seus pés. Em seguida, no que parece ter sido um ato ainda mais ousado, ela os enxugou com os seus cabelos (v.3). Ela não só sacrificou o que pode ter sido toda a sua economia, mas também sacrificou a sua reputação. No primeiro século, na cultura do Oriente Médio, as mulheres respeitáveis nunca soltavam seus cabelos em público. Mas a verdadeira adoração não se importa com o que os outros pensam de nós (2 Samuel 6:21,22). Para adorar Jesus, Maria não se importou que a achassem despudorada, talvez até mesmo imoral.
Alguns de nós podemos nos sentir pressionados a parecer perfeitos quando vamos à igreja para que os outros pensem bem de nós. Metaforicamente falando, trabalhamos duro para que o penteado dure. Mas uma igreja saudável é o lugar onde podemos soltar nossos cabelos e não esconder nossas falhas por trás de uma fachada de perfeição. Na igreja, devemos ser capazes de revelar nossas fraquezas para encontrar a força, em vez de esconder nossas falhas para parecermos fortes.
Adoração não envolve o comportar-se como se nada estivesse errado; é ter a certeza de que tudo está bem com Deus e uns com os outros. Quando o nosso maior medo é soltar nossos cabelos, talvez o nosso maior pecado seja mantê-los presos.
Nossa adoração é aceita
quando estamos bem com Deus. Julie Ackerman Link”
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“Por que perdoar?
…Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem… v.34
Quando uma amiga me traiu, eu sabia que precisava perdoá-la, mas não tinha certeza de que conseguiria. Suas palavras tinham me ferido profundamente, e eu me sentia atordoada com a dor e a raiva. Embora já tenhamos conversado sobre isso e eu tenha lhe dito que a perdoei, por um longo tempo, sempre que a via, sentia os reflexos dessa dor, portanto eu sabia que ainda me restava algum ressentimento. Um dia, porém, Deus respondeu às minhas orações e livrou-me desse sentimento. Finalmente, sentia-me livre.
O perdão está na essência da fé cristã, com o nosso Salvador estendendo perdão até mesmo quando estava morrendo na cruz. Jesus amava aqueles que o haviam pregado ali e proferiu uma oração pedindo ao Pai que os perdoasse. Ele não guardou amargura ou raiva, mas demonstrou graça e amor aos que o tinham martirizado.
Este momento é adequado para considerarmos quaisquer pessoas a quem temos a necessidade de perdoar diante do Senhor, e seguirmos o exemplo de Jesus em estender Seu amor àqueles que nos feriram. Quando pedimos a Deus para que através do Seu Espírito nos ajude a perdoar, Ele vem em nosso auxílio, mesmo se achamos que levamos muito tempo para perdoar. Agindo assim, somos libertos da prisão da falta de perdão.
Mesmo na cruz, Jesus perdoou
aqueles que o feriram. Amy Boucher Pye”
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“O nosso melhor amigo
…aos que o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus. João 1:12
Quando eu tinha 12 anos, nos mudamos para uma cidade no deserto. Após as aulas de ginástica naquele ar quente na nova escola, corríamos para o bebedouro. Sendo magrinho e bem novo para a série, às vezes eu era empurrado para fora da fila de espera para beber. Um dia, meu amigo José, que era grande e forte para a sua idade, viu isso, entrou na fila e estendeu seu braço forte para abrir o meu caminho, dizendo: “Ei, pessoal, deixem primeiro o James beber!”. Nunca mais tive problemas no bebedouro.
Jesus entendeu o que era enfrentar a suprema crueldade dos outros. A Bíblia nos diz: “Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens…” (Isaías 53:3). Mas Jesus não era apenas uma vítima do sofrimento, Ele também se tornou o nosso Advogado. Ao dar Sua vida, Jesus abriu um “novo e vivo caminho” para termos um verdadeiro relacionamento com Deus (Hebreus 10:20). Ele fez por nós o que nunca poderíamos fazer por nós mesmos, oferecendo-nos o dom gratuito da salvação quando nos arrependemos de nossos pecados e confiamos nele.
Jesus é o melhor amigo que podemos ter. Ele disse: “…e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora” (JOÃO 6:37). Outros podem manter-nos à distância de um braço ou até mesmo empurrar- nos para longe de si, mas Deus abriu os Seus braços para nós por meio da cruz. Como o nosso Salvador é forte!
O dom gratuito de Deus para nós
lhe custou muito caro. James Banks”
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“Uma jornada de fé
…para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome. v.31
Desde sua primeira publicação em 1880, o romance Ben-Hur: um conto sobre Cristo, de Lew Wallace, nunca ficou fora do catálogo. É considerado o livro cristão mais influente do século 19, e sempre atrai novos leitores, uma vez que tece a verdadeira história de Jesus com a de um fictício jovem e nobre judeu chamado Ben-Hur.
Amy Lifson, editora, escreveu numa conceituada revista que este livro transformou a vida do autor: “À medida que Ben-Hur guiava os leitores através de cenas da Paixão, ele também orientava o caminho para Wallace crer em Jesus.” O autor afirmou: “Vi o Nazareno executar obras que nenhum mero homem poderia realizar.”
Nos evangelhos, o registro da vida de Jesus nos permite caminhar ao lado dele, testemunhar Seus milagres e ouvir Suas palavras. O evangelho de João conclui com as palavras: “…fez Jesus diante dos discípulos muitos outros sinais que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (João 20:30,31).
Assim como a pesquisa de Wallace, a leitura bíblica e o escrever sobre o Senhor o levaram a crer em Jesus, a Palavra de Deus gera a transformação da mente e do coração. E por meio dessa transformação, temos a vida eterna em Jesus e por meio dele.
Muitos livros podem informar,
mas somente a Bíblia pode transformar. David C. McCasland”
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“Um pastor para a vida
…ó Deus, tu que me tens guiado como um pastor durante toda a minha vida até hoje. v.15
Quando meu filho passou para outra série na escola, chorou: “Quero o mesmo professor sempre!” Tivemos que ajudá-lo a compreender que as mudanças fazem parte da vida. Podemos perguntar: Existe um relacionamento que dure a vida inteira?
Jacó, o patriarca, descobriu um. Depois de vivenciar mudanças dramáticas e perder entes queridos ao longo do caminho, percebeu que tivera uma presença constante em sua vida. E orou: “O Deus em cuja presença andaram meus pais […], o Deus que me sustentou durante a minha vida até este dia […] abençoe estes rapazes” (vv.15,16).
Jacó tinha sido pastor, portanto, ele comparou sua relação com Deus como a de um pastor com suas ovelhas. A partir do momento que a ovelha nasce, o pastor a cuida dia e noite, do processo de crescimento à velhice. Ele a guia durante o dia e protege-a durante a noite. Davi, também era pastor e tinha a mesma convicção, mas ele destacou a eterna dimensão disso quando disse: “…e habitarei na Casa do Senhor para todo o sempre” (Salmo 23:6).
Ter diferentes professores faz parte da vida. Mas como é bom saber que podemos ter relacionamentos que duram a vida inteira. O Pastor prometeu estar conosco todos os dias da nossa existência terrena (Mateus 28:20). E quando a vida aqui termina, estaremos mais perto dele do que jamais estivemos.
Deus nunca nos abandona. Keila Ochoa”
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“Rua Godliman, Londres
“…Nesta cidade há um homem de Deus…” v.6
Minha esposa, Carolyn, e eu estávamos andando em Londres e chegamos numa rua chamada Godliman (Godly man = homem de Deus). Fomos informados de que um homem que viveu nessa rua levava uma vida tão piedosa que a sua rua ficou conhecida como “rua do homem piedoso”. Isto me lembrou de uma história do Antigo Testamento.
O pai de Saul enviou o seu filho e um servo para procurar algumas jumentas que tinham se afastado (v.3). Os jovens as procuraram por muitos dias, mas não conseguiram encontrar os animais.
Saul estava pronto para desistir e voltar para casa, mas o seu servo apontou para Ramá, aldeia do profeta Samuel, contestou e lhe disse: “…Nesta cidade há um homem de Deus, e é muito estimado; tudo quanto ele diz sucede; vamo-nos, agora, lá; mostrar-nos-á, porventura, o caminho que devemos seguir” (1 Samuel 9:6).
Ao longo de seus anos e em idade avançada, Samuel tinha buscado a intimidade e a comunhão com Deus, e suas palavras eram carregadas de verdade. As pessoas sabiam que ele era um profeta do Senhor. “Então, disse Saul ao moço: Dizes bem; anda, pois, vamos. E foram-se à cidade onde estava o homem de Deus” (v.10).
Como seria se a nossa vida refletisse Jesus a ponto de ser um referencial em nossa vizinhança, e a lembrança de que fôramos piedosos permanecesse ali?
O testemunho mais poderoso
é a vida piedosa. David H. Roper”
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“O que dura para sempre?
Tu, porém, és sempre o mesmo, e os teus anos jamais terão fim. v.27
Meu amigo ao passar dificuldades escreveu: “Ao refletir sobre os últimos semestres da vida estudantil, muitas coisas mudaram. É assustador. Nada dura para sempre.”
Na verdade, muitas coisas podem acontecer em dois anos: mudança de carreira, novas amizades, doença, morte. Boas ou más, as mudanças podem estar à espreita ao virar da esquina, esperando para atacar! Simplesmente não sabemos. Que conforto é saber que o nosso amoroso Pai celestial não muda.
O salmista diz: “Tu, porém, és sempre o mesmo, e os teus anos jamais terão fim” (Salmo 102:27.). É imensa a implicação desta verdade. Significa que Deus é para sempre amoroso, justo e sábio. Como o professor de Bíblia, Arthur W. Pink, afirma maravilhosamente: “Sejam quais tenham sido os atributos de Deus antes da criação do Universo, são exatamente os mesmos agora, e permanecerão para sempre.”
No Novo Testamento, Tiago escreve: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança” (1:17). Em nossas circunstâncias de mudança, podemos sempre ter a certeza de que nosso bom Deus é sempre consistente com o Seu caráter. Ele é a fonte de tudo que é bom, e tudo que Ele faz é bom.
Pode parecer que nada durará para sempre, mas Deus permanecerá consistentemente bom para os que são Seus.
Aquele que sustém o Universo
jamais desiste de você. Poh Fang Chia”
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“A coragem de Kossi
Não terás outros deuses diante de mim. […]. Não as adorarás, nem lhes darás culto… Êxodo 20:3,5
Enquanto aguardava por seu batismo no rio, Kossi inclinou-se para pegar uma velha escultura de madeira. Sua família tinha adorado esse objeto por gerações, e, agora o viam jogá-la no fogo preparado para a ocasião. Não mais escolheriam suas melhores galinhas para o sacrifício a esse deus.
No Ocidente, a maioria dos cristãos pensa em ídolos como metáforas para o que colocam no lugar de Deus. No Togo, África Ocidental, os ídolos representam, literalmente, os deuses que devem ser apaziguados com sacrifícios. A queima do ídolo e o batismo representam uma declaração corajosa sobre a fidelidade do novo cristão ao único Deus verdadeiro.
Aos 8 anos, o rei Josias chegou ao poder em meio à cultura de adoração aos ídolos e obcecada por sexo. Seu pai e o avô tinham sido dois dos piores reis em toda a história sórdida de Judá. Nesse contexto, o sumo sacerdote descobriu o Livro da Lei, e quando o jovem rei ouviu suas palavras, guardou-as no coração (22:8-13). Josias destruiu os altares, queimou os itens dedicados à deusa Astarote e aboliu a prostituição ritual (cap.23). Em vez disso, celebrou a Páscoa (23:21-23).
Ao procurarmos respostas que não vêm de Deus, consciente ou inconscientemente, perseguimos um falso deus. Quais os ídolos, literais ou em sentido figurado, que precisamos jogar no fogo?
Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.
1 João 5:21 Tim Gustafson”
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“Sua Palavra é a última
…no meu leito, quando de ti me recordo em ti medito, durante a vigília da noite… v.6
Dawson Trotman foi um líder cristão dinâmico e fundador da missão Os Navegadores. Ele sempre enfatizou a importância da Bíblia na vida de cada cristão. Trotman terminou cada dia com uma prática que chamou de “Sua Palavra, a última palavra”. Antes de dormir, ele meditava sobre um versículo ou passagem, e, em seguida, orava sobre a influência da Palavra de Deus em sua vida. Ele queria que as últimas palavras de cada dia viessem da Palavra de Deus.
O salmista Davi escreveu: “…no meu leito, quando de ti me recordo em ti medito, durante a vigília da noite. Porque tu me tens sido auxílio; à sombra das tuas asas, eu canto jubiloso” (Salmo 63:6,7). Se estamos em grande dificuldade ou desfrutamos de um tempo de paz, o nosso último pensamento à noite pode aliviar nossa mente com o descanso e conforto que Deus concede. E também pode definir o nosso primeiro pensamento na manhã seguinte.
Um de meus amigos e sua esposa finalizam cada dia lendo em voz alta uma passagem bíblica e um devocional com seus quatro filhos. Conversam sobre o que significa seguir a Jesus em casa e na escola. Eles chamam esse momento de sua versão de “Sua Palavra é a última” para cada dia.
Há maneira melhor de terminar o nosso dia?
O Espírito de Deus renova a nossa mente
quando meditamos sobre a Palavra de Deus. David C. McCasland”
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“Coração compassivo
Revesti-vos […] de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. v.12
Fomos em 7 pessoas assistir a um show musical num parque lotado. Para sentarmos juntos, tentamos nos espremer numa fila de cadeiras. Mas, enquanto nos acomodávamos, uma mulher se esgueirou entre nós. Sue, minha esposa lhe disse que queríamos sentar juntos, mas ela lhe respondeu: “Que pena”, e sentou-se junto aos seus dois companheiros.
Três de nós nos sentamos numa fila atrás da outra de quatro, e Sue notou que um adulto que parecia ter necessidades especiais acompanhava a intrusa. Ela queria manter seu pequeno grupo juntos para cuidar deles. Nisso, a nossa irritação se desfez. Sue disse: “Imagine como deve ser difícil num lugar lotado como este.” Sim, talvez a mulher tivesse sido rude, mas nós podíamos sentir compaixão em vez de raiva.
Sempre encontraremos pessoas que precisam de compaixão. Talvez as palavras de Paulo nos ajudem a ver as pessoas ao nosso redor de modo diferente. Como pessoas que precisam do toque suave de graça, e “…como eleitos de Deus, santos e amados”, nos revestirmos de “ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade” (v.12). Paulo nos diz: “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente…” (v.13).
Ao demonstrarmos compaixão, indicaremos aos outros quem é Aquele que derramou o Seu coração de graça e compaixão sobre nós.
Compaixão é entender os problemas dos outros. Dave Branon”
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“Nos bastidores
…foram ouvidas as tuas palavras; e, por causa das tuas palavras, é que eu vim. v.12
Minha filha enviou uma mensagem a um amigo, esperando receber logo a resposta. O telefone mostrava que a mensagem fora lida, e ela esperou ansiosa. Momentos depois, frustrada, gemeu de irritação pela demora. A irritação virou preocupação, e ela se questionou se isso significava que havia um problema entre ambos. A resposta veio e ela se sentiu aliviada ao ver que tudo estava bem. O amigo simplesmente levara algum tempo verificando os detalhes necessários.
O profeta Daniel também aguardou ansiosamente por uma resposta. Após receber a visão assustadora de grande guerra, Daniel jejuou e buscou a Deus em humilde oração (10:3,12). Durante três semanas, ficou sem resposta (vv.2,13). Finalmente, um anjo assegurou a Daniel de que suas preces tinham sido ouvidas “desde o primeiro dia”. Nesse meio tempo, o anjo estava lutando em defesa dessas orações. Embora Daniel não soubesse no início, Deus estava agindo durante cada um dos 21 dias que decorreram entre a primeira oração e a vinda do anjo.
Confiar que Deus ouve as nossas orações (Salmo 40:1) pode nos tornar ansiosos quando a resposta divina não vem quando a desejamos. Tendemos a questionar se o Senhor se importa. No entanto, a experiência de Daniel nos lembra de que Deus está agindo em favor dos que ama, mesmo se isso não nos parecer óbvio.
Deus está sempre pronto a agir em favor do Seu povo. Kirsten Holmberg”
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“Quando o sim significa não
Na minha angústia, clamo ao Senhor, e ele me ouve. Salmo 120:1
Sou grata pelo privilégio de ter cuidado da minha mãe durante sua batalha contra a leucemia. Os medicamentos a prejudicaram e ela parou com o tratamento, dizendo: “Não quero sofrer mais, quero aproveitar meus últimos dias com a família. Deus sabe que estou pronta para ir ao lar eterno.”
Clamei ao amoroso Pai celestial, confiante em Seu poder. Mas para dizer “sim” para as orações dela, Ele teria de dizer “não” à minha. Soluçando, me rendi: “Faça a Sua vontade, Senhor.”
Logo depois, Jesus a recolheu para uma eternidade sem dor.
Neste mundo decaído, experimentaremos o sofrimento até a volta de Jesus. Nossa natureza pecaminosa, visão limitada e medo da dor pode distorcer a nossa capacidade de orar. Felizmente, “…aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos” (v.27). Ele nos lembra que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que o amam (v.28), mesmo quando o Seu “sim” para outra pessoa significa um doloroso “não” para nós.
Ao aceitarmos nossa parte em Seu propósito maior, podemos repercutir o lema de minha mãe: “Deus é bom, e isso é o que importa. Seja o que for que Ele decidir, estou em paz.” Confiamos na bondade do Senhor que responde a todas as orações de acordo com a Sua vontade e para a Sua glória.
As respostas de Deus são mais sábias
do que as nossas orações. Xochitl Dixon”
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“O maior dos convites
Ah! […] os que tendes sede, vinde às águas; e vós, os que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei… v.1
Recentemente, recebi vários convites via e-mail. Alguns
convidando-me a participar de seminários “grátis” sobre a aposentadoria, imóveis e seguros de vida que foram imediatamente descartados. Mas o convite para uma reunião em homenagem a um amigo de longa data me fez responder imediatamente: “Sim! Aceito. Convite + Desejo = Aceitação”.
Isaías 55:1 traz um dos maiores convites da Bíblia. O Senhor disse ao Seu povo que estava em circunstâncias difíceis, “Vinde, vós todos os que têm sede, vinde às águas; e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei! Vinde, comprai vinho e leite sem dinheiro e sem custo.” Esta é a extraordinária oferta de Deus para a nutrição interior, profunda satisfação espiritual, e vida eterna (vv.2,3).
O convite de Jesus é repetido no último capítulo da Bíblia: “O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Apocalipse 22:17).
Muitas vezes pensamos em vida eterna como um início depois de morrermos. Na verdade, ela começa quando recebemos Jesus Cristo como nosso Salvador e Senhor.
O convite de Deus para termos a vida eterna nele é o maior convite de todos! Convite + Desejo = Aceitação.
Quando aceitamos o convite de Jesus para segui-lo,
toda a nossa vida muda de direção. David C. McCasland”
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“Vida e morte
[Disse José] Eu morro; porém Deus certamente vos visitará… v.24
Jamais esquecerei de estar sentado ao lado da cama do irmão do meu amigo quando ele morreu; era a cena de algo comum visitado pelo extraordinário. Estávamos em três conversando baixinho, quando percebemos que a respiração do Richard estava se tornando mais difícil. Reunimo-nos ao redor dele, observando, esperando e orando. Quando ele deu o seu último suspiro, pareceu-nos um momento sagrado; a presença de Deus nos envolveu em meio às lágrimas por um homem maravilhoso morrendo perto dos seus 40 anos.
Muitos dos heróis de nossa fé experimentaram a fidelidade de Deus quando morreram. Por exemplo, Jacó anunciou que em breve estaria reunido com os seus (Gn 49:29-33). O seu filho José também anunciou a sua morte iminente: “Estou prestes a morrer”, disse ele aos seus irmãos, enquanto os instruía a manterem-se firmes em sua fé. Ele parecia estar em paz, porém ansioso de que os seus irmãos confiassem no Senhor (50:24).
Nenhum de nós sabe quando ou como vamos dar nosso último suspiro, mas podemos pedir a Deus que nos ajude a confiar que Ele estará conosco. Podemos crer na promessa de que Jesus irá preparar um lugar para nós na casa de Seu Pai (João 14:2,3).
O Senhor nunca nos abandonará,
especialmente na hora de nossa morte. Amy Boucher Pye”
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“Julgamento por fogo
Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, […] receberá a coroa da vida… v.12
No inverno passado ao visitar um museu de história natural, aprendi alguns fatos interessantes sobre uma árvore chamada Aspen. Um bosque de álamos, de troncos delgados e brancos podem crescer a partir de uma única semente e compartilhar o mesmo sistema radicular. Estes sistemas radiculares podem existir por milhares de anos, mesmo sem produzir árvores. Eles dormem no subsolo, à espera de incêndio, inundação ou avalanche para limpar-lhes um espaço nas sombras da floresta. Após um desastre natural limpar a terra, as raízes dessa árvore podem finalmente sentir o sol. As raízes, então, produzem mudas, que se tornam árvores.
Para estes álamos, a devastação causada pela natureza lhes possibilita o crescimento. Tiago escreve que o nosso crescimento na fé, se torna possível pelas dificuldades: “…tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes. “ (Tiago 1:2-4).
É difícil ser alegre nas provações, mas podemos ter a esperança de que Deus usará as circunstâncias difíceis para nos ajudar a atingir a maturidade. Como árvores de álamo, a fé pode crescer em tempos de provação quando a dificuldade liberar espaço em nosso coração para a luz de Deus habitar em nós.
Nossas experiências e provações
podem nos aproximar de Cristo. Amy Peterson”
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“Tendo bons frutos
Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto… v.3
A vista da minha janela do avião era marcante: uma fita estreita de campos de trigo maduros e pomares entre duas montanhas áridas. Um rio atravessava o vale. Água gerando vida, sem a qual não haveria qualquer fruto.
Assim como uma colheita abundante depende de uma fonte de água limpa, a qualidade do “fruto” em minha vida, as minhas palavras, ações e atitudes dependem do meu alimento espiritual. O salmista descreve isso no Salmo 1: A pessoa “…cujo prazer está na lei do Senhor […]. É como a árvore plantada junto a corrente de águas, que no devido tempo, dá o seu fruto…” (vv.1-3). E Paulo escreve em Gálatas 5 que aqueles que andam em sintonia com o Espírito são marcados por “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio…” (vv.22,23).
Às vezes, a minha perspectiva sobre as minhas circunstâncias azeda, ou minhas ações e palavras tornam-se persistentemente indelicadas. Não há bons frutos, e percebo que não investi tempo em quietude diante da Palavra de Deus. Mas quando o ritmo dos meus dias está enraizado na confiança em Deus, produzo bons frutos. A paciência e a gentileza caracterizam as minhas interações com os outros; e é mais fácil escolher a gratidão do que murmurar.
O Deus que se revelou a nós é a nossa fonte de força, sabedoria, alegria, compreensão e paz (Salmo 119:28,98,111,144,165). Ao fortalecermos a nossa alma nas palavras que nos levam a Ele, a obra do Espírito de Deus se tornará clara em nossa vida.
O Espírito de Deus habita em Seu povo,
a fim de trabalhar por meio deles. Peter Chin”
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