pão_diário_é_só_noticias_boas

@pão_diário_é_só_noticias_boas, membro de 9 de Março de 2019

Gratidão


Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha 
vida… v.6

Querendo amadurecer na vida espiritual e tornar-se mais grata, Suzana iniciou o que chamou de Pote de Gratidão. Todas as noites, ela escrevia num papelzinho uma coisa pela qual agradecia a Deus e a colocava no pote. Alguns dias, ela tinha muitos agradecimentos; em dias difíceis, ela lutava para encontrar algum. No fim do ano, ela esvaziou o pote e leu todas as notas. Ela se viu agradecendo a Deus por tudo que Ele havia feito. Deus tinha lhe dado coisas simples como um belo pôr do sol ou uma noite fria para um passeio no parque; outras vezes, lhe concedera graça para lidar com uma situação difícil ou tinha respondido a uma oração.


A descoberta de Suzana me lembrou do que o salmista Davi diz ter experimentado (Salmo 23). Deus o revigorou com “…pastos verdejantes…” e “…águas de descanso” (vv.2,3). Deu-lhe orientação, proteção e conforto (vv.3,4). Davi concluiu: “Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida…” (v.6).


Farei um “pote de gratidão” este ano. Talvez você também queira fazer um. Creio que teremos muitos motivos para agradecer a Deus — inclusive por nos dar amigos, familiares, e provisão para as nossas necessidades físicas, espirituais e emocionais. Veremos que a bondade e a misericórdia de Deus nos acompanham todos os dias de nossa vida.

Quando você pensar em tudo que é bom, 
dê graças a Deus. Anne Cetas

“Lar


Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus. v.19


Estêvão, um jovem africano refugiado não tem país, é apátrida. Talvez tenha nascido em Moçambique ou no Zimbábue, mas não conheceu seu pai e já perdeu a mãe. Ela fugiu da guerra civil, viajando pelo mundo como vendedora de rua. Sem documento de identidade e incapaz de provar onde nasceu, Estêvão entrou numa delegacia de polícia, pedindo para ser preso. Para ele, a prisão parecia algo melhor do que tentar viver nas ruas sem os direitos e benefícios da cidadania.

Esse mesmo sofrimento estava na mente de Paulo quando ele escreveu aos efésios. Os seus leitores não-judeus sabiam o que significava viver como estrangeiros e forasteiros (v.12). Somente depois de encontrar a vida e a esperança em Cristo (1:13) eles descobriram o que significava pertencer ao reino dos céus (Mateus 5:3). Em Jesus, eles aprenderam o que significa ser conhecido e bem cuidado pelo Pai que Ele veio para revelar (Mateus 6:31-33).

Paulo percebeu, porém, que à medida que o passado se afasta, nossa curta memória pode nos levar a esquecer que, enquanto a esperança é a nova forma de viver, o desespero já ficou no passado.

Que o nosso Deus nos ajude a viver em segurança, reconhecendo cada dia que o sentimento de pertença que temos como membros de Sua família vem pela fé em Jesus Cristo e a compreender os direitos e benefícios que temos por habitarmos nele.

A esperança tem um significado especialíssimo 
para os que já viveram sem ela. Mart De Haan”

“Os erros cometidos


Então, eu lhes disse: quem tem ouro, tire-o. Deram-mo; e eu o lancei no fogo, e saiu este bezerro. v.24


Ao discutir sobre a atividade ilegal que envolvia a sua empresa, um CEO disse: “Os erros foram cometidos”. Ele parecia arrependido, no entanto, não assumia a culpa e não admitia que tivesse, pessoalmente, feito nada de errado.

Alguns “erros” são apenas erros: dirigir na direção contrária, esquecer-se de definir a hora no temporizador e queimar o jantar, calcular o seu saldo na conta bancária. Mas há os atos deliberados que vão muito além e que Deus os chama de pecado. Quando Deus questionou Adão e Eva sobre o porquê de eles o terem desobedecido, o casal rapidamente tentou transferir a culpa entre si (Gênesis 3:8-13). Arão não se responsabilizou quando o povo construiu um bezerro de ouro para adorar no deserto. Ele explicou a Moisés: “Deram-mo; e eu o lancei no fogo, e saiu este bezerro“ (v.24).

Ele poderia muito bem ter murmurado: “Os erros foram cometidos.”

Às vezes, nos parece mais fácil culpar alguém, em vez de admitir nossas próprias falhas. Igualmente perigoso é tentar minimizar o nosso pecado, chamando-o de “apenas um erro” em vez de reconhecer a sua verdadeira natureza.

Mas quando assumimos a responsabilidade, reconhecendo e confessando o nosso pecado, Aquele que “…é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça“ o fará (1 JOÃO 1:9).

Admitir que precisamos do perdão de Deus 
é o primeiro passo para recebê-lo. Cindy Hess Kasper”

“Pintando um retrato


Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus… v.5


A Galeria Nacional em Londres, Inglaterra, abriga pinturas de séculos, que incluem 166 imagens de Winston Churchill, 94 de William Shakespeare, e 20 de George Washington. Vendo as pinturas mais antigas, podemos nos questionar: Essas pessoas realmente eram assim?

Por exemplo, há 8 pinturas do patriota escocês William Wallace (1270 – 1305), mas não temos as fotografias para poder 
compará-las. Como ter a certeza de que os artistas representaram Wallace com precisão?

Algo semelhante pode estar acontecendo com a semelhança de Jesus. Sem perceber, aqueles que creem nele estão deixando uma impressão da pessoa dele sobre os outros. Não com pincéis e óleos, mas com atitudes, ações e relacionamentos.

Será que estamos pintando um retrato que representa a essência de Jesus? Esta foi a preocupação do apóstolo Paulo ao escrever: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus” (v.5). Com o desejo de representar fielmente o Senhor, Paulo conclamou os seus seguidores a refletir a humildade, o autossacrifício e a compaixão de Jesus pelos outros.

“Somos o único ‘Jesus’ que algumas pessoas poderão ver.” À medida que, com humildade, consideramos os outros superiores a nós (v.3), vamos mostrar ao mundo a essência e a atitude do próprio Jesus.

O sacrifício de Cristo por nós 
nos motiva a nos sacrificarmos pelos outros. Bill Crowder”

“O rei das ondas


[O Senhor] disse: até aqui virás e não mais adiante, e aqui se quebrará o orgulho das tuas ondas? v.11


O rei Canuto foi um dos homens mais poderosos da Terra no século 11. Numa famosa lenda diz-se que ele ordenou que a sua cadeira fosse colocada à beira-mar quando a maré estava subindo. “Você está sujeito a mim”, disse ele para o mar. “Eu ordeno, portanto, que não se levante sobre a minha terra, nem para molhar a roupa ou os membros inferiores do seu mestre.” Mas a maré continuou a subir, encharcando os pés do rei.

Muitas vezes, conta-se esta história para chamar a atenção para o orgulho de Canuto. Na verdade, é uma história sobre a humildade. “Permita que o mundo todo saiba que o poder dos reis é vazio.” Em seguida, Canuto diz: “salve Aquele a quem o céu, a terra e o mar obedecem.” A história de Canuto destaca: Deus é o único Todo-Poderoso.

Jó descobriu o mesmo. Comparado Àquele que colocou as fundações da Terra (38:4-7), que ordena que a manhã apareça e que termine a noite (vv.12,13), que estoca os depósitos com a neve e dirige as estrelas (vv.22,31-33), somos pequenos. Há apenas um Rei das ondas, e nenhum de nós o é (v.11; Mateus 8:23-27).

É bom relembrar a história de Canuto quando começamos a nos sentir muito inteligentes ou orgulhosos de nós mesmos. Caminhe até à beira-mar e tente ordenar às ondas que parem e que o sol se ponha. Iremos, rapidamente, lembrar quem realmente é o Único e lhe agradeceremos por reinar em nossa vida.

Deus é grande, somos pequenos, e isso é bom. Sheridan Voysey”

“Dois retratos


Assim também agora vós tendes tristeza; mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará… v.22


A orgulhosa avó mostrou os dois retratos emoldurados aos amigos no hall da igreja. A primeira foto era de sua filha em sua terra natal na República do Burundi. O segundo era de seu neto, nascido recentemente daquela filha. Mas ela não o segurava nos braços, pois tinha morrido ao lhe dar à luz.

Uma amiga se aproximou e acariciou o rosto daquela querida avó. Ela conseguia dizer em meio as suas próprias lágrimas: “Eu sei. Eu sei.” E sabia. Pouco antes, ela havia enterrado um filho.

Há algo especial no conforto dos que experimentaram a mesma dor. Eles sabem. Pouco antes da prisão de Jesus, Ele alertou os Seus discípulos: “…chorareis e vos lamentareis, e o mundo se alegrará…”. Mas no momento seguinte, Ele os consolou: “…mas a vossa tristeza se converterá em alegria” (v.20). Em poucas horas, os discípulos estariam devastados pela prisão e morte de Jesus. Mas a profunda dor que sentiram logo se transformou em alegria que não poderiam ter imaginado quando o viram vivo novamente.

Isaías profetizou a respeito do Messias: “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si” (ISAÍAS 53:4). Temos um Salvador que não se limita a saber sobre a nossa dor; Ele a viveu. Ele sabe. Ele se importa. Um dia a nossa tristeza se converterá em alegria.

Quando colocamos nossas preocupações em Suas mãos, 
Ele coloca a Sua paz em nosso coração. Tim Gustafson”

“Permanecer ou morrer na praia?


…eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça… v.16


Havia uma propaganda que dizia: “O homem é eterno quando sua obra permanece”. Foi esse pensamento que motivou muitos no passado a fazer belas construções e obras de arte. Mas, na realidade nossas obras também passam. Até as pirâmides do Egito estão se desfazendo! Falando nisso: quem as construiu mesmo?

A Bíblia afirma que nós permanecemos quando damos fruto e esse fruto permanece. A diferença entre obra e fruto é que o segundo não é resultado de esforço. É consequência natural da seiva que percorre a árvore. E o fruto permanece porque tem em si a semente que produzirá mais frutos.

O permanecer que Jesus enfatiza aqui é o permanecer orgânico: ficar dentro, habitar, continuar. A ideia de fugir permeia nossa literatura e música. Desde quem quer ir para Pasárgada (Vou-me embora para Pasárgada, Manuel Bandeira) até os que desejam sumir. E o que Jesus fala? “Permaneçam em mim, como eu permaneço no Pai”. Permanecer mesmo no momento da poda, sabendo que o objetivo é que frutifiquemos mais. Que busquemos a seiva do amor com mais afinco!

Jesus afirmou que permanece nele quem ama ao próximo, como Ele nos amou (v.12). Isso é o que marca a diferença entre a vida produtiva e a estéril. Meu avô, em seu leito de morte, me ensinou uma grande lição: sob a perspectiva da morte iminente o que se leva dessa vida é o amor com que se ama. O que permanece é o fruto resultante do amor. O restante passa.

O fruto que permanece é aquele que é produzido 
pela seiva do amor de Deus. Davi Charles Gomes”

“Amar com perfeição


…tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba… vv.7,8


Sua voz tremeu ao compartilhar os problemas que enfrentava com a sua filha. Preocupada com os amigos questionáveis de sua filha adolescente, esta mãe confiscou-lhe o celular e a acompanhou por toda a parte. O relacionamento delas parecia apenas ir de mal a pior.

Quando falei com a filha, descobri que ela ama profundamente a mãe, mas sente-se sufocada por esse amor. Ela quer libertar-se.

Como seres imperfeitos, todos nós sofremos em nossos relacionamentos. Quer sejamos pais ou filhos, solteiros ou casados, temos dificuldades em expressar o amor da maneira certa, de dizer e fazer a coisa certa no momento certo. Crescemos no conhecimento e prática do amor durante toda a nossa vida.

Em 1 Coríntios 13, o apóstolo Paulo descreve o amor perfeito. Seu modelo de amor é maravilhoso, mas colocar esse amor em prática pode ser absolutamente assustador. Felizmente, temos Jesus como nosso exemplo. À medida que Ele interagiu com pessoas com necessidades e problemas diferentes, Jesus nos mostrou o amor perfeito na prática. Ao caminharmos com Ele, mantendo- -nos em Seu amor e alimentando a nossa mente com a Sua Palavra, vamos refletir cada vez a Sua semelhança. Ainda cometeremos erros, mas Deus é capaz de redimi-los e permitir que concorram para o nosso bem, porque o amor de Deus é sempre protetor e nunca falha (vv.7,8).

Para demonstrar o Seu amor, Jesus morreu por nós; 
para demonstrar o nosso amor, vivemos para Ele. Poh Fang Chia”

“A risada na escuridão


…Deus amou o mundo […] que deu o seu Filho […] para que todo aquele que nele crê […] tenha a vida eterna. 3:16


Um renomado jornal estrangeiro estampou um artigo intitulado: “O mais recente projeto dos Titãs da tecnologia: desafiar a morte.” Ele descrevia os esforços de Peter Thiele e outros magnatas da tecnologia para prolongar a vida humana indefinidamente. E estão dispostos e preparados para gastar bilhões nesse projeto.

Eles chegaram um pouco tarde. A morte já foi derrotada! Jesus disse: “…Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente…” (João 11:25,26). Jesus nos garante que aqueles que colocam a sua confiança nele nunca, nunca, sob nenhuma circunstância, qualquer que seja, morrerão.

Para ser claro, o nosso corpo vai perecer e não há nada que alguém possa fazer para mudar esse fato. Mas a parte de nós que pensa, raciocina, lembra, ama, se aventura e que chamamos de: mim, meu, eu mesmo nunca, jamais morrerá.

E aqui está a melhor parte: Isto é um presente! Tudo que você tem a fazer é receber a salvação que Jesus oferece. C. S. Lewis, ao meditar sobre isso, descreve-o como sendo algo igual a “uma risada na escuridão”, — como a percepção de que a resposta é algo tão simples.

Alguns diriam: “Mas é muito simples.” Bem, eu lhes digo, se Deus o amou antes mesmo de você nascer e quer que você viva com Ele para sempre, que motivo Ele teria para dificultar?

Cristo substituiu a porta escura da morte 
pelo brilhante portão da vida.
David H. Roper”

“Todo o coração!


…nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o farei entrar a terra que espiou… 14:24


Calebe era uma pessoa “dedicada”. Ele e Josué fizeram parte da equipe de reconhecimento de 12 homens que foi espiar a Terra Prometida e trouxeram o relatório a Moisés e ao povo. Calebe disse: “…Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela” (13:30). Mas dez espias duvidaram de que seriam bem-sucedidos. Apesar das promessas de Deus, eles viram apenas os obstáculos (vv.31-33).

Esses dez espias desanimaram as pessoas e murmuraram contra Deus, o que lhes causou 40 anos de peregrinação no deserto. Mas Calebe nunca desistiu. O Senhor disse: “Porém o meu servo Calebe, visto que nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o farei entrar a terra que espiou, e a sua descendência a possuirá” (14:24). Quarenta e cinco anos mais tarde Deus honrou Sua promessa quando Calebe, com 85 anos, recebeu a cidade de Hebron “…visto que perseverara em seguir o Senhor, Deus de Israel” (Josué 14:14).

Séculos mais tarde, um perito na lei perguntou a Jesus: “…qual é o grande mandamento na Lei?” Jesus respondeu: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento” (Mateus 22:35-38).

Calebe ainda nos inspira com a sua confiança em Deus, o qual merece o nosso sincero amor, confiança e compromisso.

O compromisso com Cristo 
é um chamado que se renova diariamente. David C. McCasland”

“Graça perfeita


…Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais. João 8:11


O ensinamento de Jesus sobre os ideais absolutos e a graça absoluta parece contraditório.

Jesus nunca baixou o ideal perfeito de Deus. No sermão do Monte Ele disse: “Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (Mateus 5:48). Ao perito na lei que perguntou sobre o maior mandamento, disse: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento” (22:37). Ninguém jamais cumpriu completamente esses mandamentos.

No entanto, o mesmo Jesus ofereceu ternamente a graça absoluta. Ele perdoou uma adúltera, um ladrão na cruz, um discípulo que negou que o conhecia, e um homem chamado Saulo, que tinha deixado sua marca na perseguição aos cristãos. A graça é absoluta e abrangente, estendendo-se até mesmo aos que pregaram Jesus na cruz: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” estavam entre as últimas palavras que Ele falou sobre a Terra (Lucas 23:34).

Durante anos eu me senti tão indigno ao considerar os ideais absolutos de Jesus que perdi toda a noção de Sua graça. Quando entendi esta dupla mensagem, no entanto, voltei atrás e descobri que a mensagem da graça perpassa a vida e os ensinamentos de Jesus.

A graça é para o desesperado, necessitado, despedaçado, aos que não podem fazê-lo por conta própria. A graça é para todos nós.

Jesus cumpriu os requisitos perfeitos da lei 
para que possamos desfrutar da paz perfeita em Sua graça. Philip Yancey”

“O evangelho viral


…de vós repercutiu a palavra do Senhor […] por toda parte se divulgou a vossa fé para com Deus… v.8


O projeto Textos virais na Universidade Northeastern, em Boston, EUA, está estudando como o conteúdo impresso em 1800 se espalhou pelos jornais, a rede de mídia social daquela época. Se um artigo foi reimpresso 50 vezes ou mais, eles o consideram “viral” para a era industrial. Escrevendo na revista Smithsonian, Britt Peterson observou que um artigo de notícias do século 19 descreve que os cristãos foram executados por sua fé, e que isso apareceu em pelo menos 110 publicações diferentes.

Quando o apóstolo Paulo escreveu aos cristãos de Tessalônica, ele os elogiou por seu testemunho ousado e corajoso para Jesus: “…repercutiu a palavra do Senhor não só na Macedônia e Acaia, mas também por toda parte se divulgou a vossa fé para com Deus…” (v.8). A mensagem do evangelho se tornou viral através dessas pessoas cujas vidas foram transformadas por Jesus Cristo. Apesar das dificuldades e perseguições, elas não poderiam permanecer em silêncio.

Transmitimos a história de perdão e vida eterna em Cristo por meio da bondade em nosso coração, mãos prontas para ajudar e palavras honestas de todos nós que conhecemos o Senhor. O evangelho transforma a nossa vida e a vida daqueles que encontramos.

Que transmitamos as boas-novas para que todos as ouçam hoje!

Não há notícia melhor do que o evangelho. 
Divulgue essa palavra! David C. McCasland”

“O gênio do ferro-velho


Ele retrucou: Se é pecador, não sei; uma coisa sei: 
eu era cego 
e agora vejo. v.25


Noah Purifoy começou o seu trabalho como artista “montador” com 3 toneladas de escombros recuperados a partir dos motins de 1965 na área de Watts, em 
Los Angeles, EUA. De rodas de bicicletas quebradas e bolas de boliche para pneus descartados e TV danificadas a 
produtos já inutilizáveis, ele e um colega criaram esculturas que transmitiam poderosa mensagem sobre pessoas sendo tratadas como “descartáveis” na sociedade moderna. Um jornalista referiu-se a ele como “o gênio do ferro-velho”.

No tempo de Jesus, muitas pessoas com doenças e problemas físicos eram consideradas como pecadores que estavam sendo punidos por Deus. Essas pessoas eram evitadas e ignoradas. Mas quando Jesus e Seus discípulos encontraram um homem cego de nascença, o Senhor disse que a condição física dele não era resultado do pecado, mas sim, uma ocasião para revelar o poder de Deus. “Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo” (João 9:5). Quando o cego seguiu as instruções de Jesus, ele pôde ver.

Quando as autoridades religiosas questionaram esse homem cego, ele respondeu simplesmente: “…uma coisa sei: eu era cego, mas agora vejo” (v.25).

Jesus ainda é o maior “gênio do ferro-velho” em nosso mundo. Estamos todos danificados pelo pecado, mas Ele toma a nossa vida despedaçada e molda-a em Suas mãos.

Jesus é o restaurador 
de nossa vida. David C. McCasland”

“Pequenas mentiras e gatinhos


…como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna… v.21


A mãe de Elias, 4 anos, notou quando ele se afastou correndo dos gatinhos recém-nascidos. Ela tinha lhe dito para não tocá-los. “Você tocou nos gatinhos, Elias?”, perguntou ela.

“Não!”, Ele disse seriamente. Então, a mãe fez-lhe outra pergunta: “Eles eram macios?”

“Sim, e o pretinho miou”, ele respondeu.

Com uma criança pequena, nós sorrimos com essa atitude. Mas a desobediência de Elias ressalta a nossa condição humana. Ninguém precisa ensinar uma criança de 4 anos a mentir. “Eu nasci na iniquidade”, escreveu Davi em sua clássica confissão, “e em pecado me concebeu minha mãe” (Salmo 51:5). O apóstolo Paulo disse: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Romanos 5:12). Essa notícia deprimente se aplica igualmente a reis, crianças de 4 anos, a você e a mim.

Mas há muita esperança! “A lei veio para aumentar o mal”, escreveu Paulo. “Mas, onde aumentou o pecado, a graça de Deus aumentou muito mais ainda” (Romanos 5:20 NTLH).

Deus não está esperando que pequemos apenas para que Ele possa nos punir. Ele é o Senhor da graça, do perdão e da restauração. Precisamos apenas reconhecer que o nosso pecado não é bonito, nem desculpável e irmos a Ele com fé e arrependimento.

Agora, pois, já nenhuma condenação há 
para os que estão em Cristo Jesus. Romanos 8:1 Tim Gustafson”

“O amor revelado


Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. v.9


Quando uma série de placas escritas “eu te amo” apareceram misteriosamente na cidade, uma repórter do jornal local decidiu investigar. Sua sondagem deu em nada. Semanas mais tarde, novos sinais apareceram com o nome de um parque local, uma data e hora.

Acompanhada por uma multidão de pessoas curiosas daquela cidade, a repórter foi ao parque no tempo determinado. Lá, ela viu um homem vestindo um terno escondendo o seu rosto habilmente. Imagine a surpresa dela quando ele lhe entregou um buquê e a pediu em casamento! O homem misterioso era o namorado dela. Ela alegremente disse sim.

A maneira de expressar o amor à sua noiva pode ter parecido um pouco exagerada, mas a expressão de amor de Deus por nós é no mínimo extravagante! “Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele” (1 João 4:9).

Jesus não é apenas um símbolo de amor, como uma rosa entregue de uma pessoa à outra. Ele é o ser humano-divino que, voluntariamente, entregou Sua vida para que quem crer nele para a salvação tenha um relacionamento de aliança eterna com Deus. Nada pode separar um cristão “…do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 8:39).

Reconhecemos o quanto Deus nos ama 
porque Ele enviou o Seu Filho para nos salvar. Jennifer Benson Schuldt”

“A morte da dúvida


…Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, […] de modo algum acreditarei. 20:25


Nós o conhecemos como Tomé, o incrédulo (João 20:24-29), mas o rótulo não é inteiramente justo. Afinal de contas, quantos de nós teríamos acreditado se o nosso líder executado tivesse ressuscitado? Na verdade, poderíamos muito bem chamá-lo de “Tomé, o corajoso”. Afinal, Tomé mostrou coragem impressionante à medida que Jesus submeteu-se, propositadamente, aos acontecimentos que levaram à Sua morte.

Por ocasião da morte de Lázaro, Jesus tinha dito: “Vamos outra vez para a Judeia” (João 11:7), levando a um protesto dos discípulos. “Rabi”, disseram, “…ainda agora os judeus procuravam apedrejar-te, e voltas para lá?” (v.8). Foi Tomé quem disse: “Vamos também nós para morrermos com ele” (v.16).

As intenções de Tomé provaram ser mais nobres do que as suas ações. Após a prisão de Jesus, Tomé fugiu com o restante para o pátio do sumo sacerdote, deixando Pedro e João para acompanhar Cristo. Apenas João seguiu Jesus todo o caminho até a cruz (Mateus 26:56).

Apesar de ter testemunhado a ressurreição de Lázaro (JOÃO 11:38-44), o cético Tomé ainda não conseguia crer que o Senhor crucificado havia vencido a morte. Isto é, até tê-lo visto ressuscitado e exclamar: “Senhor meu e Deus meu!” (JOÃO 20:28). A resposta de Jesus deu a garantia ao cético e conforto incomensurável para nós: “…Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram” (v.29).

A verdadeira dúvida busca pela luz; 
a incredulidade se contenta com a escuridão. Tim Gustafson”

“Veja o que Jesus fez


…E nesse novo serviço de amor queremos também que façam mais do que os outros. 2 Coríntios 8:7 (NTLH)


O menino tinha apenas 8 anos quando anunciou para Wally, um amigo de seus pais: “Eu amo Jesus e quero servir a Deus no exterior algum dia.” Durante os dez anos seguintes ou mais, Wally orou por ele, enquanto o observava crescer. Mais tarde, quando este jovem se inscreveu para servir com uma agência missionária no Mali, Wally lhe disse: “Já estava na hora! Quando ouvi o que você queria fazer, investi algum dinheiro e fui guardando para você, esperando por esta notícia emocionante.” Wally deseja ajudar o próximo e contribuir para levar-lhes as boas-novas de Deus.

Jesus e Seus discípulos precisavam de apoio financeiro enquanto viajavam de cidade em cidade, contando a boa notícia do Seu reino (Lucas 8: 1-3). Um grupo de mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e doenças ajudou a apoiá-los prestando “…assistência com os seus bens” (v.3). Uma delas foi Maria Madalena, que tinha sido liberta de sete demônios. Outra era Joana, mulher de um funcionário na corte de Herodes. Nada se sabe sobre Suzana e “muitas outras” (v.3), mas sabemos que Jesus tinha atendido as necessidades espirituais delas. Agora elas estavam ajudando Jesus e Seus discípulos compartilhando com eles os seus recursos financeiros.

Quando consideramos o que Jesus fez por nós, o desejo de Ele ajudar os outros, passa a ser nosso também. Vamos perguntar a Deus como Ele quer nos usar.

Jesus deu tudo o que tinha; 
Ele merece tudo o que somos. Anne Cetas”