Wanderson Miguel

Autor verificado @Wanderson_Miguel, membro de 22 de Outubro de 2018

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William Shakespeare citar: “O amor não se ver com os olhos, mas sim com o coração.”
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“O amor não se ver com os olhos, mas sim com o coração.”

William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês

Variante: O amor não se vê com os olhos mas com o coração.

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“Este mundo é um inferno para os animais e nós, humanos, seus demônios.”

Arthur Schopenhauer (1788–1860) filósofo alemão

Die Tiere leben in dieser Welt in der Hölle, und ihre Teufel sind die Menschen
Arthur Schopenhauer citado em "Wozu Religion?: Sinnfindung in Zeiten der Gier nach Macht und Geld" - página 122, Eugen Drewermann, Jürgen Hoeren - Herder, 2001 - 224 páginas
Atribuídas

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“Para sermos felizes até certo ponto é preciso que tenhamos sofrido até o mesmo ponto.”

Edgar Allan Poe (1809–1849) Escritor, poeta e crítico americano

Variante: Para se ser feliz até um certo ponto é preciso ter-se sofrido até esse mesmo ponto.

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“Na minha opinião, o crime perfeito existe.”

Edgar Allan Poe (1809–1849) Escritor, poeta e crítico americano

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“É de se apostar que toda ideia pública, toda convenção aceita seja uma tolice, pois se tornou conveniente à maioria.”

Edgar Allan Poe (1809–1849) Escritor, poeta e crítico americano

It is safe to wager that every idea that is public property, every accepted convention, is a bit of stupidity, for it has suited the majority
Maximes et Pensees, n, 42 in :Tales and Sketches: 1843-1849 - Página 995, Edgar Allan Poe, ‎Thomas Ollive Mabbott, ‎Eleanor D. Kewer - 2000
Atribuídos

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“Quem sonha de dia tem consciência de muitas coisas que escapam a quem sonha só de noite.”

Edgar Allan Poe livro Eleonora

They who dream by day are cognizant of many things which escape those who dream only by night.
Eleonora (1842)
Variante: Aqueles que sonham acordados têm consciência de mil coisas que escapam aos que apenas sonham adormecidos.

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“O homem não se entrega aos anjos, nem se rende inteiramente à morte, senão pela fraqueza de sua débil vontade.”

Edgar Allan Poe Ligeia

Man doth not yield him to the angels, nor unto death utterly, save only through the weakness of his feeble will.
Ligeia (1838)

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“Os cabelos brancos são arquivos do passado.”

Edgar Allan Poe (1809–1849) Escritor, poeta e crítico americano

his gray hairs are records of the past
MS. Found in a Bottle (1833)

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“A poesia é a criação rítmica da beleza em palavras.”

Edgar Allan Poe (1809–1849) Escritor, poeta e crítico americano

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“E nenhum poema será tão grande, tão nobre, tão verdadeiramente digno do nome de poesia quanto aquele que foi escrito tão só e apenas pelo prazer de escrever um poema.”

Edgar Allan Poe (1809–1849) Escritor, poeta e crítico americano

no poem will be so great, so noble, so truly worthy of the name of a poem, as that which has been written solely for the pleasure of writing a poem.
citado em "Current opinion": Volume 54, Current Literature Pub. Co., 1913
Atribuídos

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“Quando um louco parece completamente sensato, já é o momento de pôr-lhe a camisa de força.”

Edgar Allan Poe livro The System of Doctor Tarr and Professor Fether

When a madman appears thoroughly sane, indeed, it is high time to put him in a strait- jacket.
The System of Doctor Tarr and Professor Fether (1844)

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“Para ser feliz, até certo ponto, devemos ter sofrido na mesma proporção.”

Edgar Allan Poe (1809–1849) Escritor, poeta e crítico americano

Historias extraordinarias - Página 160 http://books.google.com.br/books?id=Cjb34i2SzokC&pg=PA160, Edgar Allan Poe, tradução de Clarice Lispector - Ediouro Publicações, 2005, ISBN 8500015985, 9788500015984 - 179 páginas

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“Tudo o que amei, amei sozinho.”

Edgar Allan Poe (1809–1849) Escritor, poeta e crítico americano

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“A ciência não averiguou ainda se a loucura é ou não a mais sublime das inteligências.”

Edgar Allan Poe (1809–1849) Escritor, poeta e crítico americano

Variante: A ciência ainda não nos provou se a loucura é ou não o mais sublime da inteligência.

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“Poema - Uma triste história de amor

Há Muito tempo
nos confins do universo
existia uma triste história de amor

A Morte se apaixonou pela solidão
e deste amor improvável
nasceu uma triste criança

A Solidão não suportava a sua tristeza
e todas as noites
ela era atormentada por sua terrível melancolia

A Morte ao escutar aquela criança chorar
seus olhos embargavam-se de sangue

O Universo estava em crise
os deuses questionavam a sua própria divindade
e a presença daquela inocente criança
faziam os diabos chorarem

Como em um conto de fadas
ou em uma poesia de amor
aquela criança trouxe a aquele mundo fantástico
sentimentos de dor

Mas que culpa tinha a pobre criança?

O brilho em seus olhos
expressavam a morte das estrelas
e as suas asas tão belas
eram negras como o próprio universo

A Solidão nunca foi capaz de amar
o seu próprio filho

E a sua paixão pela morte
era como uma sinfonia perfeita

A Morte não roubava a sua Solitude
e a solidão não entregava a Morte
sentimentos de dor

A Sinfonia de um relacionamento perfeito
deu origem a uma criança maldita

Com o universo em desequilíbrio
a solidão pegou o seu próprio filho em seus braços
e para não sacrificar a sua solitude
a arremessou no mundo dos homens

Essa criança sou eu…

A Minha alma foi aprisionada no corpo
de uma criança humana
eu cresci no lar de uma família
que nunca foi capaz de me amar

Caminhei sozinho durante noites solitárias
e as únicas coisas que me atraiam
eram as sinfonias das estrelas ao se apagarem

Eu sou o filho bastardo da solidão
e não há nada neste mundo
capaz de preencher o vazio que existe em meu peito

Se não fosse a música,
o diabo que vive em mim já teria enlouquecido

Eu passo noites de insônia acordado
escutando as mais melancólicas sinfonias
esperando que em uma bela manhã
a morte venha me encontrar

Deitado submerso em uma banheira
repleta de água
eu vejo o sangue dos meus punhos
fundirem-se com a canção das estrelas

A Solidão chorava por ter abandonado o seu próprio filho
e aquela pobre criança
que a muito tempo foi arremessada no mundo dos homens
sorri pela primeira vez
submersa em uma banheira de sangue”

Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro

Fonte: Niilismo, Filosofia

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Nicolau Maquiavel citar: “Os homens ofendem mais aos que amam do que aos que temem.”
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“Os homens ofendem mais aos que amam do que aos que temem.”

Nicolau Maquiavel (1469–1527) filósofo, historiador, poeta, diplomata e músico