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História

  • Gerson De Rodrigues criado 2 anos atrás

    Poema – Solitude & Depressão Há um demônio que vive dentro de mim Todas as vezes que eu tento ser eu mesmo Ele machuca as pessoas que eu amo Então sou obrigado a fingir Ser outro alguém Aqueles que realmente me conhecem Me olham com olhar de ódio e repulsa Mas eu não posso culpá-los Quem amaria um monstro como eu? Tentei me esconder na solidão Mas a depressão fez de mim Vítima da minha própria doença; Corri em meio a florestas Atormentadas por bruxas e demônios E pela primeira vez me senti em casa Todas as manhãs ascendo velas Para o diabo E ele me conta histórias fantásticas De um lugar repleto de luz Aonde a minha escuridão Não pode ferir ninguém; Há uma criança tímida que vive Dentro de mim Tudo que ela queria fazer Era amar e sorrir como uma pessoa normal Mas quando olham diretamente em seus olhos Eles veem apenas o demônio Que tenta se esconder em meio as suas lágrimas Hoje a única pessoa que eu acreditei Que me amava Disse que eu havia mudado Ela finalmente descobriu quem eu realmente era Sei que em algum momento ela irá embora Como todos fazem Mas eu não posso culpa-los… Quem iria amar um monstro como eu? Eu tento do fundo do meu coração Ser uma boa pessoa Mas até mesmo a minha forma de falar Acaba ferindo aqueles que se aproximam de mim Acredito fielmente Que eu deveria me enforcar Enquanto todos dormem E deixá-los Somente com as memórias Do homem que eu nunca fui… Mas há uma criança tímida Que vive dentro de mim… E tudo que ela queria fazer Era sorrir e amar como uma pessoa normal Mas por que? Oh deus! Por que? Vocês não conseguem enxergá-la? Tudo que veem é um Demônio solitário Clamando por um pouco de amor… Me desculpem! Por favor me desculpem Por ter nascido! Eu prometo que eu vou concertar Esse erro algum dia… - Gerson De Rodrigues

    —  Gerson De Rodrigues

  • system updated 1 ano, 8 meses atrás

    Poema – Solitude & Depressão Há um demônio que vive dentro de mim Todas as vezes que eu tento ser eu mesmo Ele machuca as pessoas que eu amo Então sou obrigado a fingir Ser outro alguém Aqueles que realmente me conhecem Me olham com olhar de ódio e repulsa Mas eu não posso culpá-los Quem amaria um monstro como eu? Tentei me esconder na solidão Mas a depressão fez de mim Vítima da minha própria doença; Corri em meio a florestas Atormentadas por bruxas e demônios E pela primeira vez me senti em casa Todas as manhãs ascendo velas Para o diabo E ele me conta histórias fantásticas De um lugar repleto de luz Aonde a minha escuridão Não pode ferir ninguém; Há uma criança tímida que vive Dentro de mim Tudo que ela queria fazer Era amar e sorrir como uma pessoa normal Mas quando olham diretamente em seus olhos Eles veem apenas o demônio Que tenta se esconder em meio as suas lágrimas Hoje a única pessoa que eu acreditei Que me amava Disse que eu havia mudado Ela finalmente descobriu quem eu realmente era Sei que em algum momento ela irá embora Como todos fazem Mas eu não posso culpa-los… Quem iria amar um monstro como eu? Eu tento do fundo do meu coração Ser uma boa pessoa Mas até mesmo a minha forma de falar Acaba ferindo aqueles que se aproximam de mim Acredito fielmente Que eu deveria me enforcar Enquanto todos dormem E deixá-los Somente com as memórias Do homem que eu nunca fui… Mas há uma criança tímida Que vive dentro de mim… E tudo que ela queria fazer Era sorrir e amar como uma pessoa normal Mas por que? Oh deus! Por que? Vocês não conseguem enxergá-la? Tudo que veem é um Demônio solitário Clamando por um pouco de amor… Me desculpem! Por favor me desculpem Por ter nascido! Eu prometo que eu vou concertar Esse erro algum dia… - Gerson De Rodrigues

    —  Gerson De Rodrigues

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