Citar

História

  • Gerson De Rodrigues criado 2 anos, 7 meses atrás

    Poema – Pequenininha Em um mundo de angustias dois corações improváveis se encontraram Essa é a história do poeta que se apaixonou pelo anjo; Perdido em sua própria escuridão o poeta chorava lágrimas de sangue e todas as noites antes de dormir chorava abraçando um velho travesseiro O Anjo havia perdido as suas asas e caminhava sozinha no vale das sombras Em seu passado remoto os homens mais cruéis a fizeram sangrar Ferida e sem esperanças encontrou nos olhos do jovem Poeta esperanças para viver mais um dia Mas o poeta nunca acreditou no amor o seu coração havia se partido ah muito tempo Ainda que em sua juventude o suicídio o abraçou mais do que a sua própria mãe; O Anjo ferido sem desistir com uma voz doce ressoou a sinfonia dos deuses Fazendo o jovem Poeta se apaixonar pela primeira vez Dois corações improváveis agora sangravam juntos banhando as rosas brancas com o seu sangue O Poeta que antes vivia na escuridão agora chamava o seu anjo de pequenininha protegendo-a com a sua própria vida Quem diria? que um homem morto poderia amar ao menos uma vez (…) Em uma destas noites frias quando as bruxas dançavam o Sabbath 72 dos demônios Goéticos possuíram o coração daquele anjo Transformando o seu amor em um ódio incontrolável O jovem poeta novamente teve o seu coração estilhaçado Quando sentiu as mãos doces do seu anjo transformando-se em garras para feri-lo Palavras malditas eram proclamadas pelo anjo E em cada uma delas o poeta chorava o seu próprio sangue (…) ‘’ Como um homem apaixonado Poderia sobreviver as angustias De um amor infernal?’’ Ainda que sangrando o jovem poeta caminhou em um desfiladeiro entre a vida e a morte com uma corda em seu pescoço E todas as noites enforcava a si mesmo para faze-la sorrir ao menos uma vez Mas ele não sobreviveu por muitos anos certa vez o anjo ganhou asas negras e partiu para o abismo Levando com ela o brilho nos olhos do já falecido poeta… - Gerson De Rodrigues

    —  Gerson De Rodrigues

  • system updated 2 anos, 1 meses atrás

    Poema – Pequenininha Em um mundo de angustias dois corações improváveis se encontraram Essa é a história do poeta que se apaixonou pelo anjo; Perdido em sua própria escuridão o poeta chorava lágrimas de sangue e todas as noites antes de dormir chorava abraçando um velho travesseiro O Anjo havia perdido as suas asas e caminhava sozinha no vale das sombras Em seu passado remoto os homens mais cruéis a fizeram sangrar Ferida e sem esperanças encontrou nos olhos do jovem Poeta esperanças para viver mais um dia Mas o poeta nunca acreditou no amor o seu coração havia se partido ah muito tempo Ainda que em sua juventude o suicídio o abraçou mais do que a sua própria mãe; O Anjo ferido sem desistir com uma voz doce ressoou a sinfonia dos deuses Fazendo o jovem Poeta se apaixonar pela primeira vez Dois corações improváveis agora sangravam juntos banhando as rosas brancas com o seu sangue O Poeta que antes vivia na escuridão agora chamava o seu anjo de pequenininha protegendo-a com a sua própria vida Quem diria? que um homem morto poderia amar ao menos uma vez (…) Em uma destas noites frias quando as bruxas dançavam o Sabbath 72 dos demônios Goéticos possuíram o coração daquele anjo Transformando o seu amor em um ódio incontrolável O jovem poeta novamente teve o seu coração estilhaçado Quando sentiu as mãos doces do seu anjo transformando-se em garras para feri-lo Palavras malditas eram proclamadas pelo anjo E em cada uma delas o poeta chorava o seu próprio sangue (…) ‘’ Como um homem apaixonado Poderia sobreviver as angustias De um amor infernal?’’ Ainda que sangrando o jovem poeta caminhou em um desfiladeiro entre a vida e a morte com uma corda em seu pescoço E todas as noites enforcava a si mesmo para faze-la sorrir ao menos uma vez Mas ele não sobreviveu por muitos anos certa vez o anjo ganhou asas negras e partiu para o abismo Levando com ela o brilho nos olhos do já falecido poeta… - Gerson De Rodrigues

    —  Gerson De Rodrigues

    Niilismo Morte Deus Existencialismo Vida Nietzsche

  • Gerson De Rodrigues criado 1 ano, 11 meses atrás

    Poema – Pequenininha Em um mundo de angustias dois corações improváveis se encontraram Essa é a história do poeta que se apaixonou pelo anjo; Perdido em sua própria escuridão o poeta chorava lágrimas de sangue e todas as noites antes de dormir chorava abraçando um velho travesseiro O Anjo havia perdido as suas asas e caminhava sozinha no vale das sombras Em seu passado remoto os homens mais cruéis a fizeram sangrar Ferida e sem esperanças encontrou nos olhos do jovem Poeta esperanças para viver mais um dia Mas o poeta nunca acreditou no amor o seu coração havia se partido ah muito tempo Ainda que em sua juventude o suicídio o abraçou mais do que a sua própria mãe; O Anjo ferido sem desistir com uma voz doce ressoou a sinfonia dos deuses Fazendo o jovem Poeta se apaixonar pela primeira vez Dois corações improváveis agora sangravam juntos banhando as rosas brancas com o seu sangue O Poeta que antes vivia na escuridão agora chamava o seu anjo de pequenininha protegendo-a com a sua própria vida Quem diria? que um homem morto poderia amar ao menos uma vez (…) Em uma destas noites frias quando as bruxas dançavam o Sabbath 72 dos demônios Goéticos possuíram o coração daquele anjo Transformando o seu amor em um ódio incontrolável O jovem poeta novamente teve o seu coração estilhaçado Quando sentiu as mãos doces do seu anjo transformando-se em garras para feri-lo Palavras malditas eram proclamadas pelo anjo E em cada uma delas o poeta chorava o seu próprio sangue (…) ‘’ Como um homem apaixonado Poderia sobreviver as angustias De um amor infernal?’’ Ainda que sangrando o jovem poeta caminhou em um desfiladeiro entre a vida e a morte com uma corda em seu pescoço E todas as noites enforcava a si mesmo para faze-la sorrir ao menos uma vez Mas ele não sobreviveu por muitos anos certa vez o anjo ganhou asas negras e partiu para o abismo Levando com ela o brilho nos olhos do já falecido poeta…

    —  Gerson De Rodrigues

    Niilismo Morte Deus Existencialismo Vida Nietzsche

* For posting comments, you have to be logged in.