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História

  • Gerson De Rodrigues criado 2 anos, 2 meses atrás

    Poema – Daforin Eu sou um parasita Para aqueles que me amam Desgracei as suas vidas Com o meu nascimento Agora vos entrego o meu suicídio Para que vocês possam sorrir por um dia; Não veem que estou Destruindo suas vidas? Me enforquem Para que eu possa faze-los viver! Há uma assombração Que caminha ao meu lado Desde os primórdios da minha infância Todas as vezes que eu tento ser feliz Ela começa a chorar Suas lágrimas transformam-se em Maldições que transformam o meu Sorriso em gritos de dor Gritando como um lunático Eu suplico para que todos Vocês vão embora Eu só quero ficar sozinho Com o diabo e ouvi-lo chorar Sentindo a sujeira do mundo Corroer a minha pele Não entendo como vocês Podem amar um monstro como eu; Há uma assombração Que caminha ao meu lado Desde os primórdios da minha infância Todas as vezes que eu tento Levantar da cama Ela se deita em meu lugar Me prendendo a este quarto Um escravo das suas paranoias Escutei os sussurros de Uma criança maldita Lamentando o seu nascimento Como a morte pré-matura De estrelas incandescentes Desejamos a escuridão do nada E o martírio de todas as coisas Me usem! Como um porco Pronto ao abate! Me odeiem! Como o diabo odeia O crucifixo! Eu sou as trevas Nos olhos daqueles Que perderam as suas esperanças Nas minhas poesias Há metáforas que escondem A data do meu suicídio Mas vocês só se importam Com o poeta E não com o sangue Jorrado dos meus punhos; Há uma assombração Que caminha ao meu lado Desde os primórdios da minha infância E ela faz todos que eu amo sofrer Todas as vezes que eu tento abrir O meu coração Ela me transforma em um monstro Capaz de corroer as suas entranhas E sugar a sua felicidade Eu sou um parasita Para aqueles que me amam Desgracei as suas vidas Com o meu nascimento Agora vos entrego o meu suicídio Para que vocês possam sorrir por um dia… - Gerson De Rodrigues

    —  Gerson De Rodrigues

  • system updated 1 ano, 8 meses atrás

    Poema – Daforin Eu sou um parasita Para aqueles que me amam Desgracei as suas vidas Com o meu nascimento Agora vos entrego o meu suicídio Para que vocês possam sorrir por um dia; Não veem que estou Destruindo suas vidas? Me enforquem Para que eu possa faze-los viver! Há uma assombração Que caminha ao meu lado Desde os primórdios da minha infância Todas as vezes que eu tento ser feliz Ela começa a chorar Suas lágrimas transformam-se em Maldições que transformam o meu Sorriso em gritos de dor Gritando como um lunático Eu suplico para que todos Vocês vão embora Eu só quero ficar sozinho Com o diabo e ouvi-lo chorar Sentindo a sujeira do mundo Corroer a minha pele Não entendo como vocês Podem amar um monstro como eu; Há uma assombração Que caminha ao meu lado Desde os primórdios da minha infância Todas as vezes que eu tento Levantar da cama Ela se deita em meu lugar Me prendendo a este quarto Um escravo das suas paranoias Escutei os sussurros de Uma criança maldita Lamentando o seu nascimento Como a morte pré-matura De estrelas incandescentes Desejamos a escuridão do nada E o martírio de todas as coisas Me usem! Como um porco Pronto ao abate! Me odeiem! Como o diabo odeia O crucifixo! Eu sou as trevas Nos olhos daqueles Que perderam as suas esperanças Nas minhas poesias Há metáforas que escondem A data do meu suicídio Mas vocês só se importam Com o poeta E não com o sangue Jorrado dos meus punhos; Há uma assombração Que caminha ao meu lado Desde os primórdios da minha infância E ela faz todos que eu amo sofrer Todas as vezes que eu tento abrir O meu coração Ela me transforma em um monstro Capaz de corroer as suas entranhas E sugar a sua felicidade Eu sou um parasita Para aqueles que me amam Desgracei as suas vidas Com o meu nascimento Agora vos entrego o meu suicídio Para que vocês possam sorrir por um dia… - Gerson De Rodrigues

    —  Gerson De Rodrigues

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