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História

  • Gerson De Rodrigues criado 2 anos, 8 meses atrás

    Poema – Gênesis 22:10 Ah… se vocês pudessem ver o mundo com os meus olhos Crucificariam seus próprios filhos para salvá-los de uma dor ainda maior Se pudessem ler os meus pensamentos Enforcariam uns aos outros como um ato de misericórdia Mas eu jamais os condenaria a tamanho sofrimento Não irei tirar dos cegos o desejo de viver Ou dos surdos sua predileta sinfonia Sofrerei em silencio enquanto sujam os seus pés com o meu sangue Sofrerei tragédias terríveis ainda que as minhas mãos pintem as mais deslumbrantes paisagens E destas paisagens nascerão as mais odiosas lembranças Fazendo com que os homens lembrem-se do dia em que crucificaram o meu pai Transformando suas asas negras em um batizado de sangue infernal do qual vulgarmente chamaram de parto Vocês viram em mim uma linda criança ainda que escamas cobrissem todo o meu corpo Amaram-me como as rosas dos campos mais floridos Ainda que o veneno que corre por todo o meu corpo matassem todas as flores Talvez eu seja um homem doente um louco destes que merecem ser jogados em qualquer asilo trancado em quartos de chumbo com remédios e camisas de força - Por que não consigo ver em mim o amor que sentem um pelos outros? Com patas de bode e escamas pelo meu corpo rastejarei até o inferno Procurando abrigo em uma mente confusa Na qual a depressão criou ninhos de cobra; Eu sou o monstro que eu vejo no espelho? Ou o amor que sentem por mim? Prometo… que pouparei todos vocês desta dor que me consome Não irei incomodá-los com o meu sangue ou com os meus gritos Farei preces para que vivam bem enquanto maldições corroem a minha alma E quando estiverem sobre o meu tumulo digam que eu fui um homem bom Mesmo que eu nunca tenha acreditado nisso… - Gerson De Rodrigues

    —  Gerson De Rodrigues

  • system updated 2 anos, 1 meses atrás

    Poema – Gênesis 22:10 Ah… se vocês pudessem ver o mundo com os meus olhos Crucificariam seus próprios filhos para salvá-los de uma dor ainda maior Se pudessem ler os meus pensamentos Enforcariam uns aos outros como um ato de misericórdia Mas eu jamais os condenaria a tamanho sofrimento Não irei tirar dos cegos o desejo de viver Ou dos surdos sua predileta sinfonia Sofrerei em silencio enquanto sujam os seus pés com o meu sangue Sofrerei tragédias terríveis ainda que as minhas mãos pintem as mais deslumbrantes paisagens E destas paisagens nascerão as mais odiosas lembranças Fazendo com que os homens lembrem-se do dia em que crucificaram o meu pai Transformando suas asas negras em um batizado de sangue infernal do qual vulgarmente chamaram de parto Vocês viram em mim uma linda criança ainda que escamas cobrissem todo o meu corpo Amaram-me como as rosas dos campos mais floridos Ainda que o veneno que corre por todo o meu corpo matassem todas as flores Talvez eu seja um homem doente um louco destes que merecem ser jogados em qualquer asilo trancado em quartos de chumbo com remédios e camisas de força - Por que não consigo ver em mim o amor que sentem um pelos outros? Com patas de bode e escamas pelo meu corpo rastejarei até o inferno Procurando abrigo em uma mente confusa Na qual a depressão criou ninhos de cobra; Eu sou o monstro que eu vejo no espelho? Ou o amor que sentem por mim? Prometo… que pouparei todos vocês desta dor que me consome Não irei incomodá-los com o meu sangue ou com os meus gritos Farei preces para que vivam bem enquanto maldições corroem a minha alma E quando estiverem sobre o meu tumulo digam que eu fui um homem bom Mesmo que eu nunca tenha acreditado nisso… - Gerson De Rodrigues

    —  Gerson De Rodrigues

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